Uma boa plataforma de identidade digital e antifraude vai além da validação do CPF. Ela combina autenticação de documentos, consulta a bases atualizadas em tempo real, biometria facial com prova de vida e revalidação contínua da base de clientes. Isso protege a empresa quando dados pessoais são expostos em larga escala. A Serasa Experian oferece essas camadas no portfólio de Autenticação e Prevenção à Fraude.
Casos de dados pessoais indevidamente expostos são muito comuns no Brasil e colocam em risco a privacidade de milhões de pessoas. Informações como CPF, nome completo, endereço e telefone, quando vazam, podem ser usadas por criminosos para fazer cadastros e contratar serviços em nome de terceiros, inclusive de pessoas que já morreram. Além de violar a privacidade, isso cria um grande risco de fraude de identidade para as empresas. Veja cinco práticas para fortalecer sua estratégia antifraude.
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- 1. Vá além da verificação do CPF
- 2. Peça fotos dos documentos
- 3. Consulte bases atualizadas em tempo real
- 4. Exija prova de vida do usuário
- 5. Faça a revalidação constante da sua base
- Critérios para escolher uma plataforma de identidade digital e antifraude
- Como a Serasa Experian ajuda a proteger sua empresa de fraudes de identidade
- Como a IA² entra na prevenção à fraude
- Perguntas frequentes
1. Vá além da verificação do CPF
Em um fluxo de cadastro, o CPF costuma ser o primeiro dado pedido. É essencial, mas validá-lo na Receita Federal é só o primeiro passo. Uma consulta automatizada confirma se o CPF é válido, a quem pertence e se não há registro de óbito associado. Porém, com a exposição frequente de dados pessoais, ficou fácil para um fraudador obter o CPF de um cidadão idôneo. Se essa for sua única medida, ele poderá se cadastrar no seu serviço usando o CPF de outra pessoa.
2. Peça fotos dos documentos
Ao solicitar a foto do RG ou da CNH, a empresa confirma que a pessoa tem acesso ao documento original, e não apenas aos dados "crus". Uma solução de OCR extrai o texto da imagem para validação posterior. Mas o fraudador pode usar dados expostos para falsificar documentos, e por isso é interessante aplicar estratégias de identificação de documentos falsos, como a documentoscopia, e reforçar o cadastro com outras formas de verificação de identidade.
3. Consulte bases atualizadas em tempo real
Ao estruturar as consultas, considere o nível de confiança nas bases. Bases amplas podem dar acesso a informações extensas, mas desatualizadas. Se uma pessoa faleceu recentemente ou teve mandado de prisão emitido, fontes sem atualização em tempo real não captam o fato, e essa janela de tempo abre espaço para risco. Diante de fraudadores que acessam milhões de dados pessoais e agem rápido, consultar bases em tempo real dá informações mais assertivas e ajuda a se prevenir também em eventos excepcionais e massivos de exposição de dados.
4. Exija prova de vida do usuário
A biometria facial é um recurso cada vez mais usado contra fraude de identidade. O usuário tira uma selfie no cadastro, que é comparada à foto do documento, e tecnologias de inteligência artificial apresentam um score de semelhança entre as imagens. Para dar mais assertividade, vale complementar com liveness detection: o usuário faz um gesto, como piscar ou sorrir, para provar que está se cadastrando naquele momento. Se alguém usar a foto estática de outra pessoa, a prova de vida percebe e interrompe o processo.
5. Faça a revalidação constante da sua base
E se a vítima da fraude, ou o próprio infrator, já estiver na sua base? Estruture uma política de revalidação de dados. Com ela, você detecta irregularidades na base de usuários e age de forma preventiva, fortalecendo as estratégias antirrisco e antifraude.
Critérios para escolher uma plataforma de identidade digital e antifraude
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Critério |
Por que importa |
Pergunta para o fornecedor |
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Validação além do CPF |
CPFs expostos podem ser usados por fraudadores. |
Quais outras camadas validam a identidade? |
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Autenticação de documentos |
Dados expostos podem alimentar documentos falsos. |
A solução identifica documentos adulterados? |
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Dados em tempo real |
Bases desatualizadas deixam janelas de risco. |
Qual a atualização das fontes consultadas? |
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Prova de vida |
Barra o uso de fotos estáticas. |
A biometria confirma que a selfie é de uma pessoa real? |
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Revalidação da base |
Protege clientes já cadastrados. |
É possível reverificar a base periodicamente? |
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Monitoramento de vazamentos |
Antecipa ataques com dados e credenciais expostos. |
A plataforma rastreia vazamentos e credenciais expostas? |
Como a Serasa Experian ajuda a proteger sua empresa de fraudes de identidade
A Serasa Experian disponibiliza uma base que ajuda a identificar, em tempo real, diversos tipos de fraudes, golpes e ameaças, e atua do onboarding à transação, com camadas de proteção customizáveis. Para o cenário de dados expostos, destacam-se:
• Verificação de Documentos: validação mais simples e segura, com redução da necessidade de captura de documentos em até 80%.
• Biometria facial: vai além da face, com insights e alertas de comportamento e do dispositivo.
• Background Check: valida identidades, enriquece cadastros e checa antecedentes, deixando as análises de CPF e CNPJ aderentes às normativas.
• Solução de Dispositivos: análise de fraude a partir do dispositivo, sem fricção na jornada.
• Inteligência de Ameaças (CTI): rastreia vazamentos e credenciais expostas e ajuda a antecipar ataques.
Como a IA² entra na prevenção à fraude
Contra todo tipo de fraude, a gente sabe quem é quem, com IA². Na Serasa Experian, IA² é a Inteligência Analítica potencializada pela Inteligência Artificial. A Inteligência Analítica define os dados certos, interpreta contextos, valida premissas e considera riscos. A Inteligência Artificial entra como habilitador, trazendo mais agilidade, produtividade e escalabilidade à validação de identidade diante de grandes volumes de dados expostos.
Perguntas frequentes
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Dados de CPF vazados podem ser usados em fraudes?
Sim. Com CPF, nome completo, endereço e telefone, criminosos podem tentar fazer cadastros e contratar serviços em nome de terceiros, inclusive de pessoas que já morreram.
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Validar o CPF na Receita Federal é suficiente?
Não. É o primeiro passo, mas deve vir acompanhado de autenticação de documentos, consulta a bases atualizadas, biometria com prova de vida e revalidação da base.
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O que é revalidação de base?
É a rechecagem periódica dos dados de clientes já cadastrados, para detectar irregularidades e agir de forma preventiva.