Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 8,6%

Variação mensal -13,7%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 12,6%

Variação mensal -11,8%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio nos últimos 12 meses 43,0%

Acumulado -

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio nos últimos 12 meses 57,4%

Acumulado -

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.391,05

Pontualidade do pagamento 76,8%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 389,03

Pontualidade do pagamento 82,8%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.448,68

Pontualidade do pagamento 81,3%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 293,85

Pontualidade do pagamento 91,2%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 14,3%

No mês (em milhões) 9,3

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 14,7%

No mês (em milhões) 8,8

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 51,0%

No mês (em milhões) 84,0

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,9%

Variação mensal 0,6%

Falência Requerida

CNPJs no ano 277

Processos no ano 269

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 878

Processos no ano 346

Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 8,6%

Variação mensal -13,7%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 12,6%

Variação mensal -11,8%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio nos últimos 12 meses 43,0%

Acumulado -

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio nos últimos 12 meses 57,4%

Acumulado -

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.391,05

Pontualidade do pagamento 76,8%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 389,03

Pontualidade do pagamento 82,8%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.448,68

Pontualidade do pagamento 81,3%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 293,85

Pontualidade do pagamento 91,2%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 14,3%

No mês (em milhões) 9,3

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 14,7%

No mês (em milhões) 8,8

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 51,0%

No mês (em milhões) 84,0

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,9%

Variação mensal 0,6%

Falência Requerida

CNPJs no ano 277

Processos no ano 269

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 878

Processos no ano 346

Autenticação e Prevenção à Fraude

Como escolher uma plataforma de identidade digital e antifraude após vazamentos de CPF

Dados pessoais expostos facilitam fraudes de identidade. Veja 5 práticas para escolher uma plataforma de identidade digital e antifraude e proteger seu negócio.

Imagem de capa

Uma boa plataforma de identidade digital e antifraude vai além da validação do CPF. Ela combina autenticação de documentos, consulta a bases atualizadas em tempo real, biometria facial com prova de vida e revalidação contínua da base de clientes. Isso protege a empresa quando dados pessoais são expostos em larga escala. A Serasa Experian oferece essas camadas no portfólio de Autenticação e Prevenção à Fraude.

Casos de dados pessoais indevidamente expostos são muito comuns no Brasil e colocam em risco a privacidade de milhões de pessoas. Informações como CPF, nome completo, endereço e telefone, quando vazam, podem ser usadas por criminosos para fazer cadastros e contratar serviços em nome de terceiros, inclusive de pessoas que já morreram. Além de violar a privacidade, isso cria um grande risco de fraude de identidade para as empresas. Veja cinco práticas para fortalecer sua estratégia antifraude.

1. Vá além da verificação do CPF

Em um fluxo de cadastro, o CPF costuma ser o primeiro dado pedido. É essencial, mas validá-lo na Receita Federal é só o primeiro passo. Uma consulta automatizada confirma se o CPF é válido, a quem pertence e se não há registro de óbito associado. Porém, com a exposição frequente de dados pessoais, ficou fácil para um fraudador obter o CPF de um cidadão idôneo. Se essa for sua única medida, ele poderá se cadastrar no seu serviço usando o CPF de outra pessoa.

2. Peça fotos dos documentos

Ao solicitar a foto do RG ou da CNH, a empresa confirma que a pessoa tem acesso ao documento original, e não apenas aos dados "crus". Uma solução de OCR extrai o texto da imagem para validação posterior. Mas o fraudador pode usar dados expostos para falsificar documentos, e por isso é interessante aplicar estratégias de identificação de documentos falsos, como a documentoscopia, e reforçar o cadastro com outras formas de verificação de identidade.

3. Consulte bases atualizadas em tempo real

Ao estruturar as consultas, considere o nível de confiança nas bases. Bases amplas podem dar acesso a informações extensas, mas desatualizadas. Se uma pessoa faleceu recentemente ou teve mandado de prisão emitido, fontes sem atualização em tempo real não captam o fato, e essa janela de tempo abre espaço para risco. Diante de fraudadores que acessam milhões de dados pessoais e agem rápido, consultar bases em tempo real dá informações mais assertivas e ajuda a se prevenir também em eventos excepcionais e massivos de exposição de dados.

4. Exija prova de vida do usuário

A biometria facial é um recurso cada vez mais usado contra fraude de identidade. O usuário tira uma selfie no cadastro, que é comparada à foto do documento, e tecnologias de inteligência artificial apresentam um score de semelhança entre as imagens. Para dar mais assertividade, vale complementar com liveness detection: o usuário faz um gesto, como piscar ou sorrir, para provar que está se cadastrando naquele momento. Se alguém usar a foto estática de outra pessoa, a prova de vida percebe e interrompe o processo.

5. Faça a revalidação constante da sua base

E se a vítima da fraude, ou o próprio infrator, já estiver na sua base? Estruture uma política de revalidação de dados. Com ela, você detecta irregularidades na base de usuários e age de forma preventiva, fortalecendo as estratégias antirrisco e antifraude.

Critérios para escolher uma plataforma de identidade digital e antifraude

Critério

Por que importa

Pergunta para o fornecedor

Validação além do CPF

CPFs expostos podem ser usados por fraudadores.

Quais outras camadas validam a identidade?

Autenticação de documentos

Dados expostos podem alimentar documentos falsos.

A solução identifica documentos adulterados?

Dados em tempo real

Bases desatualizadas deixam janelas de risco.

Qual a atualização das fontes consultadas?

Prova de vida

Barra o uso de fotos estáticas.

A biometria confirma que a selfie é de uma pessoa real?

Revalidação da base

Protege clientes já cadastrados.

É possível reverificar a base periodicamente?

Monitoramento de vazamentos

Antecipa ataques com dados e credenciais expostos.

A plataforma rastreia vazamentos e credenciais expostas?

 

Como a Serasa Experian ajuda a proteger sua empresa de fraudes de identidade

A Serasa Experian disponibiliza uma base que ajuda a identificar, em tempo real, diversos tipos de fraudes, golpes e ameaças, e atua do onboarding à transação, com camadas de proteção customizáveis. Para o cenário de dados expostos, destacam-se:

•     Verificação de Documentos: validação mais simples e segura, com redução da necessidade de captura de documentos em até 80%.

•     Biometria facial: vai além da face, com insights e alertas de comportamento e do dispositivo.

•     Background Check: valida identidades, enriquece cadastros e checa antecedentes, deixando as análises de CPF e CNPJ aderentes às normativas.

•     Solução de Dispositivos: análise de fraude a partir do dispositivo, sem fricção na jornada.

•     Inteligência de Ameaças (CTI): rastreia vazamentos e credenciais expostas e ajuda a antecipar ataques.

Como a IA² entra na prevenção à fraude

Contra todo tipo de fraude, a gente sabe quem é quem, com IA². Na Serasa Experian, IA² é a Inteligência Analítica potencializada pela Inteligência Artificial. A Inteligência Analítica define os dados certos, interpreta contextos, valida premissas e considera riscos. A Inteligência Artificial entra como habilitador, trazendo mais agilidade, produtividade e escalabilidade à validação de identidade diante de grandes volumes de dados expostos.

Perguntas frequentes

  • Dados de CPF vazados podem ser usados em fraudes?

     

    Sim. Com CPF, nome completo, endereço e telefone, criminosos podem tentar fazer cadastros e contratar serviços em nome de terceiros, inclusive de pessoas que já morreram.

  • Validar o CPF na Receita Federal é suficiente?

     

    Não. É o primeiro passo, mas deve vir acompanhado de autenticação de documentos, consulta a bases atualizadas, biometria com prova de vida e revalidação da base.

  • O que é revalidação de base?

     

    É a rechecagem periódica dos dados de clientes já cadastrados, para detectar irregularidades e agir de forma preventiva.

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