Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,5%

Variação mensal 4,2%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 13,1%

Variação mensal -5,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.391,05

Pontualidade do pagamento 76,8%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 389,03

Pontualidade do pagamento 82,8%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.448,68

Pontualidade do pagamento 81,3%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 293,85

Pontualidade do pagamento 91,2%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 14,8%

No mês (em milhões) 9,2

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 15,2%

No mês (em milhões) 8,7

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 51,0%

No mês (em milhões) 83,9

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,9%

Variação mensal 0,6%

Falência Requerida

CNPJs no ano 234

Processos no ano 224

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 602

Processos no ano 268

Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,5%

Variação mensal 4,2%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 13,1%

Variação mensal -5,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.391,05

Pontualidade do pagamento 76,8%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 389,03

Pontualidade do pagamento 82,8%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.448,68

Pontualidade do pagamento 81,3%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 293,85

Pontualidade do pagamento 91,2%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 14,8%

No mês (em milhões) 9,2

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 15,2%

No mês (em milhões) 8,7

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 51,0%

No mês (em milhões) 83,9

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,9%

Variação mensal 0,6%

Falência Requerida

CNPJs no ano 234

Processos no ano 224

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 602

Processos no ano 268

Marketing

PME

Conheça 30 tipos de marketing para aplicar no seu negócio

Buscando entender quais estratégicas de marketing para testar no seu negócio? Confira 30 tipos de estratégia de marketing em 2026

Imagem de capa

Existem muitos tipos de marketing, mas uma empresa não precisa usar todos ao mesmo tempo. Para pequenos e médios negócios, o mais importante é entender qual objetivo vem primeiro — ganhar visibilidade, atrair clientes, fortalecer relacionamento, posicionar um produto ou medir melhor o retorno — e escolher as estratégias que cabem na rotina, no orçamento e nos canais em que o público realmente está.

Neste guia, você vai conhecer 30 tipos de marketing, entender quando cada abordagem pode fazer sentido e ver exemplos de aplicação no dia a dia. Ao longo do conteúdo, também há links para fontes externas de referência, como Google, HubSpot, Mailchimp, Salesforce, Semrush, Shopify e Harvard Business Review, para quem quiser aprofundar algum tema.

O que são tipos de marketing?

Tipos de marketing são diferentes formas de planejar e executar a comunicação de uma empresa com seus públicos. Eles podem ser definidos pelo canal usado, como marketing digital ou mobile; pela forma de abordagem, como inbound e outbound; pelo objetivo, como marketing de relacionamento ou de produto; ou pela maneira de medir e usar dados, como marketing de performance e preditivo.

Leia também: Tudo sobre marketing digital e estratégias online

Na prática, essas categorias se cruzam. Uma campanha pode ser digital, sazonal, de influência e orientada por performance ao mesmo tempo. Por isso, mais importante do que decorar nomes é entender o papel de cada estratégia dentro do plano de marketing.

Como escolher os tipos de marketing mais adequados?

Comece pelo objetivo do negócio. Se a prioridade é ser encontrado por quem já procura uma solução, marketing de busca e conteúdo podem ter mais peso. Se a empresa precisa gerar demanda em um público específico, ações de outbound e mídia paga podem entrar no plano.

Para aumentar recompra e fidelização, relacionamento, e-mail e recomendação tendem a ser mais úteis. Já negócios locais podem combinar marketing tradicional, mobile e geomarketing.

Depois, considere onde o público busca informação, quanto a empresa pode investir, quem vai executar as ações e quais indicadores serão acompanhados. Uma combinação menor, bem executada e medida com consistência costuma oferecer mais aprendizado do que estar em muitos canais sem clareza sobre o que funciona.

Tipos de marketing para ganhar visibilidade e atrair clientes

As estratégias deste grupo ajudam a empresa a aparecer para novos públicos e criar oportunidades de contato, tanto em canais tradicionais quanto digitais.

1. Marketing tradicional

O marketing tradicional usa meios como rádio, televisão, jornais, revistas, panfletos, mídia exterior e patrocínios. Ele continua relevante quando a empresa precisa alcançar um público amplo ou reforçar presença em uma região específica.

Para uma PME, o ponto é escolher formatos compatíveis com o alcance desejado. Uma loja de bairro, por exemplo, pode obter mais valor com mídia local, parceria com eventos da região e materiais no ponto de venda do que com uma campanha de grande cobertura. Antes de investir, vale definir a área atendida e como os contatos ou vendas serão identificados.

2. Marketing digital

Marketing digital reúne estratégias realizadas em canais online, como sites, mecanismos de busca, redes sociais, e-mail, aplicativos e mídia paga. A principal vantagem é a possibilidade de segmentar públicos, testar formatos e acompanhar resultados com mais detalhe.

Isso não significa estar em todas as plataformas. Para organizar a operação, a empresa pode começar pelos canais mais próximos da jornada do cliente: um site ou perfil bem estruturado para apresentar a oferta, um canal de aquisição e uma forma de manter relacionamento. A expansão vem conforme os dados mostram onde há retorno e capacidade de execução.

3. Inbound marketing

Inbound marketing, ou marketing de atração, busca fazer com que potenciais clientes encontrem a empresa por meio de conteúdo útil, busca, redes sociais e outras experiências que respondem a dúvidas reais. A abordagem tende a construir interesse ao longo do tempo, antes da conversa comercial.

ilustração Inbound marketing

Para aplicar, vale mapear as perguntas que surgem antes da compra e criar conteúdos que ajudem a respondê-las. Um negócio de serviços, por exemplo, pode produzir artigos, vídeos ou guias sobre problemas comuns do cliente e oferecer um próximo passo claro, como pedir um orçamento, falar com a equipe ou se cadastrar para receber novidades.

Para se aprofundar: guia de inbound marketing da HubSpot e Inbound e outbound: o que são, diferenças e objetivos

4. Outbound marketing

Outbound marketing usa abordagens ativas para levar a oferta até potenciais clientes. Entram aqui prospecção comercial, anúncios, contato por telefone, e-mails de prospecção e outras ações em que a empresa inicia a conversa.

Pode fazer sentido quando o público é bem definido, quando há necessidade de gerar oportunidades em prazo mais curto ou quando a venda exige contato direto. Para evitar desperdício, a empresa pode trabalhar com listas qualificadas, mensagens ajustadas ao perfil do cliente e critérios claros para medir resposta, reunião, proposta e venda. Para se aprofundar: comparativo entre inbound e outbound da HubSpot.

5. Marketing de busca (SEO)

Marketing de busca reúne ações para aumentar a presença da empresa nos mecanismos de pesquisa. Isso pode envolver SEO, que busca melhorar a visibilidade orgânica, e anúncios em plataformas de busca, usados para aparecer em pesquisas específicas mediante investimento em mídia.

Search Engine Optimization - SEO

Para o empreendedor, a pergunta prática é: o que o cliente digita quando precisa do produto ou serviço? A partir daí, é possível criar páginas que respondam a essas buscas e, quando fizer sentido, complementar com anúncios. O acompanhamento deve separar tráfego, contatos e vendas para entender quais termos e campanhas geram resultado.Para se aprofundar: Guia de SEO para iniciantes do Google e medição de conversões no Google Ads.

6. Mobile marketing

Mobile marketing considera a experiência de quem se relaciona com a marca pelo celular. Isso inclui páginas adaptadas a telas menores, mensagens, aplicativos, notificações, campanhas baseadas em localização e conteúdos pensados para consumo rápido.

Para muitos pequenos negócios, o primeiro passo não é criar um aplicativo, mas garantir que site, catálogo, formulário e atendimento funcionem bem no smartphone. Também é importante evitar excesso de mensagens e respeitar as permissões do cliente. A estratégia deve facilitar uma ação útil — encontrar a loja, pedir informação, agendar ou comprar — sem criar atrito. Para se aprofundar: material do Think with Google sobre práticas de marketing mobile.

7. Vídeo marketing

Vídeo marketing usa conteúdos audiovisuais para explicar, demonstrar, gerar interesse ou reforçar confiança. Tutoriais, demonstrações de produto, depoimentos, bastidores, transmissões ao vivo e vídeos curtos são alguns formatos possíveis.

Leia também: IAs generativas para criar vídeos: confira as opções

Uma PME não precisa começar com produção complexa. Vídeos simples podem responder dúvidas frequentes, mostrar como um serviço é realizado ou apresentar detalhes que seriam difíceis de explicar apenas em texto. O formato e a duração devem acompanhar o canal e o objetivo, e o desempenho pode ser avaliado por retenção, cliques, contatos e conversões. Para se aprofundar: central de vídeo marketing da Semrush.

8. Marketing de guerrilha

Marketing de guerrilha aposta em ações criativas e pouco convencionais para chamar atenção. Pode acontecer em espaços físicos, eventos ou ambientes digitais e costuma depender mais da ideia e do contexto do que de grandes investimentos em mídia.

Para pequenos negócios, criatividade não deve substituir planejamento. A ação precisa ter relação com a marca, ser segura, respeitar regras do local e oferecer um caminho para continuar a conversa com quem foi impactado. Uma ativação que chama atenção, mas não conecta o público à empresa, pode gerar lembrança sem gerar oportunidade.

9. Marketing viral

Marketing viral busca criar conteúdos com alto potencial de compartilhamento espontâneo. Humor, utilidade, surpresa, identificação e emoção podem favorecer a circulação, mas a viralização não é um resultado que a empresa consiga garantir.

Leia também: Qual melhor horário para postar no TikTok

Em vez de planejar apenas para “viralizar”, é mais seguro produzir algo que faça sentido para o público e seja fácil de compartilhar. Mesmo uma campanha com alcance menor pode funcionar se atingir as pessoas certas e gerar visitas, cadastros ou vendas. Vale observar também se a mensagem continua coerente com a marca quando sai do contexto original.

10. Marketing sazonal

Marketing sazonal aproveita períodos em que a demanda, o comportamento do consumidor ou a comunicação do mercado mudam, como datas comemorativas, férias, volta às aulas, trocas de estação e eventos do setor.

O ganho vem do planejamento antecipado. A empresa pode analisar o histórico de vendas, definir quais datas realmente têm relação com seu público, preparar estoque ou capacidade de atendimento e criar ofertas com margem sustentável.

ilustração de calendário para datas sazonais

Nem toda data comercial precisa virar campanha: priorizar os momentos mais relevantes ajuda a concentrar orçamento e execução. Para se aprofundar: guia do Think with Google sobre planejamento para datas sazonais.

Tipos de marketing para relacionamento e experiência

Aqui entram estratégias voltadas a manter contato, facilitar a experiência e transformar clientes satisfeitos em uma fonte de recorrência, recomendação e aprendizado para o negócio.

11. Marketing de relacionamento

Marketing de relacionamento busca fortalecer a relação com clientes antes, durante e depois da compra. O foco é manter uma comunicação relevante, entender necessidades e criar motivos para que o cliente continue próximo da empresa.

Na prática, isso pode incluir acompanhamento pós-venda, segmentação da base, benefícios para clientes recorrentes, pesquisas e conteúdo útil. Para funcionar, o relacionamento precisa usar as informações coletadas para melhorar a experiência — e não apenas aumentar a frequência de mensagens. Para se aprofundar: guia de marketing de relacionamento da Salesforce.

12. Marketing direto

Marketing direto estabelece contato com um público identificado por canais como e-mail, SMS, mala direta ou mensagens. A empresa fala com pessoas ou segmentos específicos e consegue medir respostas com mais precisão do que em ações de massa.

A qualidade da base é decisiva. Em vez de disparar a mesma oferta para todos, vale separar clientes por perfil, interesse, histórico e momento da jornada. Também é importante respeitar consentimento, privacidade e opções de descadastramento, especialmente em comunicações digitais. Para se aprofundar: guia de marketing direto da Mailchimp.

13. Marketing indireto

Marketing indireto expõe a marca de forma menos explícita, associando-a a conteúdos, experiências, eventos, entretenimento ou contextos em que a venda não é o centro da mensagem. Product placement e determinadas ações de patrocínio são exemplos conhecidos.

Esse tipo de estratégia é mais útil para reconhecimento e posicionamento do que para gerar resposta imediata. Por isso, a empresa deve definir o que deseja associar à marca e acompanhar sinais como lembrança, alcance qualificado, tráfego e procura pelo nome do negócio, sem esperar que cada exposição gere uma venda direta.

14. Marketing multicanal

Marketing multicanal usa mais de um canal para se comunicar com o público, como loja física, site, redes sociais, e-mail, telefone e aplicativos. O objetivo é aumentar as possibilidades de contato sem depender de um único ponto de presença.

Leia também: O que é Omnichannel e como essa estratégia funciona?

O desafio é manter consistência. Preço, prazo, informação sobre produto e tom de atendimento não devem se contradizer entre canais. Para uma PME, pode ser mais útil integrar dois ou três canais importantes e acompanhar como o cliente transita entre eles do que abrir muitas frentes sem capacidade de gestão.

15. Marketing de influência

Marketing de influência envolve parcerias com criadores que já construíram audiência e credibilidade em determinado nicho. O valor não está apenas no número de seguidores, mas na relação entre o perfil do influenciador, a comunidade e a oferta da empresa.

influenciadora mulher fazendo vídeo para marketing de influência

Pequenos negócios podem trabalhar com criadores locais ou de nicho, desde que o público faça sentido. Antes da parceria, é importante combinar entregas, formato, identificação de publicidade, métricas e uso do conteúdo. Alcance e curtidas ajudam a medir exposição, mas contatos, visitas, cupons e vendas mostram melhor o impacto comercial. Para se aprofundar: guia de influencer marketing da Shopify.

16. Marketing de recomendação

Marketing de recomendação incentiva clientes satisfeitos a indicar a empresa para outras pessoas. Pode acontecer de forma espontânea ou por meio de programas estruturados com benefícios, créditos, descontos ou outras recompensas.

Leia também: Member Get Member: a estratégia simples e poderosa para crescer com a indicação de clientes

A estratégia funciona melhor quando a experiência já é boa. Antes de oferecer incentivo, vale identificar em que momento o cliente tende a estar mais satisfeito e tornar a indicação simples. Também é importante separar recomendação de afiliados: na recomendação, quem indica geralmente já tem uma relação de cliente ou usuário com a marca. Para se aprofundar: comparativo entre referral e affiliate marketing da Shopify.

17. Marketing de experiência

Marketing de experiência cria situações em que o público pode vivenciar a marca, o produto ou a proposta de valor de forma mais concreta. Demonstrações, degustações, eventos, workshops, testes e ativações são exemplos.

Para o empreendedor, a experiência precisa ter objetivo. Uma loja pode promover uma demonstração para reduzir dúvidas antes da compra; uma empresa de serviços pode realizar uma aula ou encontro para aproximar potenciais clientes. O importante é conectar a ação a um próximo passo e registrar aprendizados sobre interesse, dúvidas e comportamento do público.

18. Marketing sensorial

Marketing sensorial utiliza elementos ligados aos sentidos — visão, audição, olfato, tato e paladar — para reforçar percepção e experiência de marca. É comum no varejo, alimentação, hospitalidade, beleza e outros negócios com contato físico com o cliente.

A aplicação deve ser coerente e cuidadosa. Iluminação, música, aroma, embalagem e textura podem contribuir para uma experiência mais reconhecível, mas também podem causar desconforto se forem excessivos. O ideal é testar mudanças pequenas e observar o impacto na permanência, na percepção do ambiente e no comportamento de compra. sobre marketing sensorial.

19. Marketing conversacional

Marketing conversacional usa canais de diálogo, como chat, aplicativos de mensagem, redes sociais e chatbots, para aproximar a comunicação da necessidade de cada pessoa. Em vez de uma sequência apenas de envio, há espaço para pergunta, resposta e direcionamento.

Para uma PME, o ganho pode estar em organizar atendimentos repetitivos, responder dúvidas com mais rapidez e encaminhar casos complexos para uma pessoa. Automação ajuda, mas deve deixar claro quando o cliente está falando com um bot e como acessar atendimento humano quando necessário.

20. Marketing educativo

Marketing educativo ajuda o público a entender um problema, uma categoria, uma solução ou uma decisão de compra. Guias, aulas, tutoriais, artigos, vídeos e materiais explicativos são formatos comuns.

A diferença para uma comunicação puramente promocional é que o conteúdo precisa ser útil mesmo antes da compra. Um negócio pode explicar como comparar opções, quais cuidados tomar ou como usar melhor um produto. Essa abordagem tende a reduzir dúvidas, qualificar conversas comerciais e reforçar a percepção de conhecimento sobre o tema.

Tipos de marketing para posicionar marca, produto e negócio

Essas abordagens ajudam a deixar mais claro o que a empresa oferece, para quem, com quais diferenciais e quais valores deseja associar à sua marca.

21. Marketing de produto

Marketing de produto conecta uma oferta ao público certo e organiza sua proposta de valor. Ele envolve entender necessidades, concorrência, benefícios, diferenciais, mensagem, canais e momentos importantes do ciclo de vida do produto.

Antes de divulgar, vale responder perguntas simples: para quem é esse produto, qual problema ajuda a resolver, por que alguém escolheria essa opção e quais objeções podem aparecer? Essas respostas orientam página de venda, treinamento da equipe, argumentos comerciais e campanhas com mais consistência.

22. Marketing institucional

Marketing institucional trabalha a imagem e a reputação da empresa, mais do que uma oferta específica. Ele comunica propósito, história, práticas, valores, capacidade técnica e compromissos que ajudam diferentes públicos a entender quem é a organização.

Para pequenos negócios, isso pode aparecer na apresentação da empresa, na forma de contar sua trajetória, na transparência sobre processos e no relacionamento com a comunidade. O discurso precisa estar sustentado pela prática. Prometer atributos que não aparecem na experiência real tende a enfraquecer confiança em vez de fortalecê-la.

23. Endomarketing

Endomarketing direciona ações de comunicação e engajamento para quem trabalha na empresa. O objetivo é aumentar alinhamento sobre cultura, prioridades, produtos, atendimento e mudanças que afetam a rotina das equipes.

Em PMEs, isso pode ser simples: reuniões curtas com pauta clara, materiais de apoio para lançamentos, reconhecimento de boas práticas e canais para dúvidas e sugestões. O ponto é aproximar comunicação interna e experiência do cliente, porque equipes bem informadas tendem a tomar decisões mais consistentes no dia a dia.

24. Marketing B2B e B2C

Marketing B2B é voltado a empresas que vendem para outras empresas; marketing B2C, a negócios que vendem principalmente ao consumidor final. A diferença influencia linguagem, ciclo de decisão, canais, pessoas envolvidas na compra e forma de demonstrar valor.

No B2B, a decisão pode envolver mais pessoas, comparação técnica e negociação. No B2C, conveniência, experiência, preço, desejo e confiança podem ter peso maior. Isso não cria uma regra fixa: o planejamento deve partir do processo real de compra do público, e não apenas da sigla usada para classificar o negócio.

25. Marketing de causa

Marketing de causa associa a empresa a uma causa social, ambiental ou comunitária relevante. Pode envolver campanhas, doações, mobilização, voluntariado, parcerias e mudanças na própria operação.

A coerência é essencial. A causa deve ter relação com valores e práticas reais da empresa, com transparência sobre o que está sendo feito e qual impacto se pretende gerar. Para uma PME, apoiar uma iniciativa local de forma contínua e verificável pode ser mais consistente do que entrar em temas amplos apenas em momentos de alta visibilidade. Para se aprofundar: visão geral de estratégias de marketing da HubSpot.

Tipos de marketing orientados a dados, localização e parcerias

Neste grupo, o foco está em melhorar decisões com métricas e dados ou ampliar alcance por meio de parceiros e informações sobre o contexto do público.

26. Marketing de performance

Marketing de performance organiza campanhas a partir de metas e indicadores mensuráveis, como leads, vendas, custo por aquisição, receita e retorno sobre investimento. É muito usado em mídia digital, mas a lógica pode ser aplicada a outras ações que tenham rastreamento confiável.

Para evitar olhar apenas cliques e impressões, a empresa deve definir primeiro qual ação representa valor para o negócio. Depois, configura a medição e compara canais com critérios consistentes. Uma campanha com muitos acessos pode ser menos eficiente do que outra com menos tráfego e mais vendas. Para se aprofundar: guia de medição de conversões do Google Ads.

27. Geomarketing

Geomarketing usa informações de localização para entender onde estão clientes, concorrentes e oportunidades. Pode apoiar escolha de ponto comercial, definição de áreas de atendimento, distribuição de mídia e criação de campanhas com contexto regional.

Negócios locais podem começar com dados simples: CEP ou bairro dos clientes, origem dos pedidos, distância média até a loja e regiões com maior recorrência. O cuidado é usar dados de localização com responsabilidade e respeitar privacidade e permissões. O objetivo é tornar decisões mais relevantes, não acompanhar pessoas de forma invasiva. Para se aprofundar: material do Think with Google sobre uso de sinais de localização.

28. Marketing de afiliados

No marketing de afiliados, parceiros divulgam produtos ou serviços e recebem comissão ou outra remuneração vinculada a resultados definidos, como venda, cadastro ou lead. O modelo amplia distribuição sem exigir que toda a divulgação seja feita pela própria empresa.

Antes de criar um programa, é importante calcular margem, comissão, regras de atribuição e formas de acompanhar vendas. Também vale selecionar parceiros compatíveis com o público e deixar claras as orientações de comunicação. Um programa com muitos afiliados, mas pouca qualidade de tráfego, pode aumentar gestão sem gerar resultado proporcional. Para se aprofundar: guia de marketing de afiliados da Mailchimp.

29. Comarketing

Comarketing acontece quando duas ou mais empresas criam uma ação conjunta para alcançar públicos complementares e dividir esforços. Pode envolver conteúdos, eventos, pesquisas, campanhas, ofertas combinadas ou iniciativas de geração de leads.

A parceria funciona melhor quando há benefício para os dois lados e baixa competição direta. Antes de começar, vale combinar objetivo, responsabilidades, investimento, uso das marcas, tratamento dos contatos gerados e indicadores. Para PMEs, a cooperação pode ampliar alcance com custo menor, desde que a execução e a divisão de valor sejam claras.

30. Marketing preditivo

Marketing preditivo usa dados históricos e modelos analíticos para estimar comportamentos ou resultados futuros, como chance de compra, abandono, resposta a uma oferta ou demanda por determinado produto. Ele aparece com mais frequência em operações que já possuem volume e qualidade de dados suficientes.

Para uma PME, o primeiro passo não é necessariamente adotar uma ferramenta avançada. Organizar dados de vendas, frequência, ticket, canal e comportamento já permite identificar padrões. À medida que a base melhora, modelos preditivos podem ajudar a priorizar públicos e ações — sempre com revisão humana, qualidade de dados e atenção à privacidade. Para se aprofundar: guia da Salesforce sobre IA e análise preditiva em marketing.

Qual tipo de marketing escolher primeiro?

Não existe um tipo de marketing que funcione melhor para todos os negócios. A escolha depende do público, da oferta, do momento da empresa, do orçamento e do que precisa melhorar agora. Um negócio que ainda é pouco conhecido pode priorizar presença digital e busca; outro, com boa aquisição e pouca recompra, pode ganhar mais ao fortalecer relacionamento e recomendação.

Uma forma prática de começar é escolher um objetivo, selecionar duas ou três estratégias compatíveis e definir como o resultado será acompanhado. Depois de um período de teste, os dados ajudam a decidir o que manter, ajustar ou interromper. Assim, o marketing deixa de ser uma sequência de ações isoladas e passa a apoiar decisões mais organizadas sobre como atrair, atender e manter clientes.

Conhecer os 30 tipos de marketing amplia o repertório. O próximo passo é transformar esse repertório em um plano simples, com prioridades claras e ações que a empresa consiga executar e medir com consistência.

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