Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,5%

Variação mensal 4,2%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 13,1%

Variação mensal -5,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.391,05

Pontualidade do pagamento 76,8%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 389,03

Pontualidade do pagamento 82,8%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.448,68

Pontualidade do pagamento 81,3%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 293,85

Pontualidade do pagamento 91,2%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 14,8%

No mês (em milhões) 9,2

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 15,2%

No mês (em milhões) 8,7

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 51,0%

No mês (em milhões) 83,9

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,9%

Variação mensal 0,6%

Falência Requerida

CNPJs no ano 234

Processos no ano 224

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 602

Processos no ano 268

Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,5%

Variação mensal 4,2%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 13,1%

Variação mensal -5,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.391,05

Pontualidade do pagamento 76,8%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 389,03

Pontualidade do pagamento 82,8%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.448,68

Pontualidade do pagamento 81,3%

Consignado | Cadastro Positivo

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Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

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No mês (em milhões) 8,7

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 51,0%

No mês (em milhões) 83,9

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,9%

Variação mensal 0,6%

Falência Requerida

CNPJs no ano 234

Processos no ano 224

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 602

Processos no ano 268

Empreendedorismo

O que é ERP e como funciona na gestão empresarial?

O que é um ERP e como funciona o sistema de gestão empresarial e quais benefícios ele pode trazer para a organização da sua empresa. Confira!

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Empresas de todos os portes precisam estruturar bem seus processos, acompanhar indicadores e tomar decisões com base em dados confiáveis. Em um ambiente de negócios cada vez mais competitivo, contar com ferramentas que apoiem a gestão do negócio deixou de ser um diferencial e se tornou indispensável.

Dentro desse contexto, entender o que é um ERP faz diferença para gestores que desejam melhorar a organização interna e conectar as diferentes áreas da empresa. Esse tipo de sistema reúne informações importantes em um único ambiente, facilitando o controle das operações e a análise de resultados.

Ao longo deste conteúdo, você vai entender o conceito de ERP, como ele funciona na prática, quais são seus principais benefícios e como escolher a solução mais adequada para a realidade do seu negócio. Confira!

O que é ERP e como funciona na gestão empresarial?

ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning, traduzido como Planejamento dos Recursos Empresariais. Trata-se de um sistema de gestão que integra diferentes áreas da empresa em uma única plataforma, garantindo mais organização e padronização das informações.

Na prática, o ERP atua como um sistema central, reunindo dados de setores como financeiro, vendas, estoque, fiscal e recursos humanos. Dessa forma, as informações ficam sempre atualizadas e disponíveis em tempo real, o que facilita o controle das operações e torna a gestão mais ágil e eficiente.

Com esse tipo de sistema, é possível administrar diversas operações, como controle de fluxo de caixa, contas a pagar e a receber, emissão de notas fiscais, gestão de estoque e compras, além do monitoramento de vendas, folha de pagamento e indicadores de desempenho.

Ao centralizar as informações em uma única plataforma, o ERP contribui para reduzir falhas na comunicação entre as áreas, melhorar a organização dos dados e aumentar a segurança das informações utilizadas na tomada de decisões.

Como surgiu o sistema ERP nas empresas?

Os sistemas ERP têm origem em modelos de planejamento industrial desenvolvidos ao longo do século XX. Esses métodos buscavam melhorar o controle da produção e da gestão de estoques nas empresas.

Um dos primeiros conceitos relacionados surgiu com o engenheiro Ford Whitman Harris, que desenvolveu o modelo EOQ (Economic Order Quantity). Esse método ajudava organizações a calcular a quantidade ideal de produtos em estoque, contribuindo para o planejamento das operações.

Na década de 1960, surgiu o MRP (Material Requirements Planning), voltado ao planejamento das necessidades de materiais utilizados na produção. Esse sistema permitia organizar melhor o abastecimento das fábricas e reduzir falhas no processo produtivo.

Nos anos 1980, o modelo evoluiu para o MRP II (Manufacturing Resource Planning), que passou a integrar outras áreas da empresa, utilizando softwares para conectar diferentes processos administrativos e operacionais.

Com o avanço da tecnologia da informação na década de 1990, surgiu o modelo atual de ERP, capaz de integrar praticamente todos os processos empresariais em um único sistema. Desde então, essas plataformas continuam evoluindo e hoje incorporam recursos como computação em nuvem, automação e análise de dados.

Como funciona um sistema ERP na prática?

No cotidiano da empresa, o ERP funciona como um sistema central responsável por organizar e controlar as operações. Ele reúne os dados gerados nas atividades diárias e os armazena em um único banco de informações.

Na prática, isso significa que qualquer alteração feita em um setor é refletida automaticamente nos demais. Com isso, todas as áreas passam a trabalhar com dados consistentes, reduzindo falhas e tornando a comunicação interna mais fluida.

Um exemplo simples é o lançamento de uma venda. Ao registrar essa operação, o sistema atualiza o estoque de forma automática, indicando a saída do produto. Ao mesmo tempo, o setor financeiro reconhece a movimentação e os relatórios passam a considerar essas novas informações.

Esse modelo integrado diminui a necessidade de tarefas manuais, melhora a organização dos dados e proporciona uma visão mais ampla do negócio, apoiando decisões mais seguras por parte da gestão.

Principais módulos de um sistema ERP empresarial

Os sistemas ERP são formados por módulos responsáveis por diferentes áreas da empresa. Cada módulo automatiza processos específicos e pode ser ativado conforme as necessidades do negócio.

MóduloFunção na empresa
FinanceiroControla fluxo de caixa, contas a pagar e receber, conciliação bancária e relatórios financeiros.
FiscalGerencia tributos, obrigações fiscais e envio de declarações.
Recursos humanosAutomatiza folha de pagamento, benefícios e gestão de pessoas.
Vendas e CRMOrganiza o relacionamento com clientes e acompanha negociações comerciais.
Estoque e comprasControla movimentação de mercadorias, inventários e pedidos a fornecedores.
ProduçãoAuxilia no planejamento produtivo e no controle de materiais.
FaturamentoResponsável pela emissão de notas fiscais e documentos relacionados às vendas.

Tipos de sistemas ERP disponíveis no mercado

O mercado oferece diferentes tipos de sistemas ERP, desenvolvidos para atender necessidades específicas de gestão e organização empresarial. Essas soluções variam conforme o nível de personalização, flexibilidade e adaptação aos processos da empresa.

A escolha do modelo mais adequado depende do porte da empresa, do setor de atuação e da complexidade das operações. Entre os principais tipos disponíveis estão os modelos horizontal, vertical, modular e open source.

ERP horizontal: solução ampla e adaptável

O ERP horizontal é uma solução com funcionalidades mais amplas e adaptáveis a diferentes segmentos de mercado. Esse tipo de sistema oferece recursos gerais de gestão empresarial, como controle financeiro, vendas, estoque e faturamento. Por essa característica, costuma ser utilizado por empresas de diversos setores, especialmente quando não há necessidade de funcionalidades muito específicas.

ERP vertical: foco em segmentos específicos

O ERP vertical é desenvolvido para atender demandas específicas de determinados segmentos. Empresas da área da saúde, indústria, logística ou varejo podem utilizar sistemas com recursos voltados diretamente para suas rotinas operacionais. Nesse caso, o software já inclui funcionalidades especializadas, o que reduz a necessidade de adaptações e facilita a implementação.

ERP modular: crescimento conforme a necessidade

O ERP modular é estruturado em diferentes módulos que podem ser contratados conforme a necessidade da empresa. Assim, o negócio pode começar com funcionalidades básicas e expandir o sistema gradualmente. Esse modelo contribui para uma gestão mais flexível e alinhada ao momento da empresa, evitando investimentos elevados logo no início.

ERP open source: flexibilidade com personalização técnica

Os ERPs open source são sistemas de código aberto que permitem personalizações internas de acordo com as necessidades da empresa. Esse tipo de solução oferece maior liberdade de adaptação e controle sobre o sistema. No entanto, geralmente exige uma equipe técnica preparada para realizar a manutenção, atualizações e suporte da plataforma.

Comparação entre ERP em nuvem e ERP local

Ao escolher um sistema ERP, entender as diferenças entre os modelos de implementação é essencial para tomar uma decisão alinhada à realidade da empresa. Enquanto o ERP em nuvem prioriza acessibilidade e menor custo inicial, o ERP local oferece maior controle sobre a infraestrutura e os dados.

Abaixo, veja os principais pontos de comparação entre os dois formatos:

CritérioERP em nuvemERP local
AcessoOnline, de qualquer lugarRede interna
Custo inicialMenorMaior
ManutençãoFornecedorEmpresa
EscalabilidadeAltaLimitada
ImplantaçãoRápidaMais complexa

O ERP em nuvem tende a ser mais indicado para empresas que buscam agilidade, flexibilidade e menor investimento inicial. Já o ERP local pode ser mais adequado para organizações que precisam de maior controle sobre dados e infraestrutura tecnológica.

Além dos diferentes tipos de sistemas ERP, também existem duas formas principais de implementação: em nuvem ou em servidores locais.

Vantagens de utilizar um sistema ERP na empresa

A adoção de um ERP melhora a organização dos processos ao centralizar dados e automatizar tarefas, tornando a gestão mais eficiente. Com informações atualizadas, facilita decisões mais estratégicas e seguras.

Automação de processos e redução de erros

Um dos principais benefícios do ERP é a automação de tarefas operacionais. Atividades que antes exigiam registros manuais passam a ser realizadas pelo sistema, como cálculos fiscais, emissão de relatórios e controle de movimentações financeiras. Essa dinâmica diminui a ocorrência de falhas, aumenta a eficiência das equipes e contribui para a padronização de processos essenciais dentro da empresa.

Apoio à tomada de decisões com dados integrados

Outro ponto relevante é o apoio na tomada de decisões. Com as informações reunidas em um único sistema, gestores têm acesso facilitado a relatórios atualizados e conseguem acompanhar indicadores de desempenho com mais agilidade. Dessa forma, as decisões passam a se basear em dados mais consistentes, o que reduz incertezas e contribui para um planejamento mais eficiente.

Integração entre áreas e melhoria da comunicação

A conexão entre os setores da empresa também se destaca como uma vantagem importante. Ao concentrar as informações de diferentes áreas em uma única plataforma, o ERP torna a comunicação interna mais eficiente e diminui falhas na troca de dados. Esse alinhamento favorece uma operação mais organizada, reduz a necessidade de retrabalho e torna os processos internos mais ágeis e consistentes.

Controle de estoque e planejamento mais eficiente

Para empresas que lidam com produtos, o ERP amplia o controle sobre o estoque. A ferramenta possibilita acompanhar quantidades disponíveis, identificar itens com maior giro e planejar reposições de forma mais assertiva. Essa visibilidade contribui para reduzir perdas, evitar falta de mercadorias e tornar o planejamento de compras mais eficiente.

Organização interna e melhoria do ambiente de trabalho

Além dos ganhos operacionais, o ERP também impacta o ambiente de trabalho. Com processos mais organizados e informações mais confiáveis, as equipes enfrentam menos retrabalho e menos pressão causada por erros.

Esse cenário favorece uma atuação mais estratégica, permitindo que os colaboradores direcionem esforços para atividades que geram mais valor ao negócio.

Etapas para implementar um sistema ERP na empresa

Para que a implementação seja bem-sucedida, é importante estruturar o processo em etapas claras. Isso reduz riscos, melhora a adoção interna e aumenta o retorno sobre o investimento.

1. Levantamento de necessidades da empresa

O processo começa com uma análise detalhada dos processos internos. É importante identificar como cada área opera atualmente, onde existem falhas, retrabalho ou falta de integração entre setores.

Também é essencial envolver diferentes áreas da empresa nesse momento, como financeiro, comercial e operacional. Essa participação amplia a visão sobre as necessidades reais e evita decisões baseadas apenas em um único setor. Esse levantamento ajuda a priorizar demandas. Nem todos os processos precisam ser automatizados de imediato, e entender o que é mais crítico contribui para uma implementação mais estratégica.

2. Definição de objetivos e resultados esperados

Com as necessidades mapeadas, o próximo passo é definir objetivos claros para a implementação do ERP. Esses objetivos devem ser específicos e mensuráveis, como reduzir erros operacionais, melhorar o controle financeiro ou integrar áreas da empresa.

A definição de indicadores também é fundamental. Métricas como tempo de processamento, redução de retrabalho ou melhoria no controle de estoque ajudam a acompanhar os resultados ao longo do tempo. Essa definição de rumo ajuda a alinhar expectativas e possibilita verificar, na prática, se o sistema está entregando os resultados esperados.

3. Escolha do sistema ERP adequado

Na hora de escolher um sistema, não basta considerar apenas o preço. O principal critério deve ser o quanto a solução atende às demandas do negócio. Por isso, é essencial analisar aspectos como funcionalidades disponíveis, facilidade de uso, possibilidade de integração com outras ferramentas e o suporte oferecido pelo fornecedor.

Além disso, o modelo de implementação também merece atenção, seja ele em nuvem ou local. Essa escolha influencia diretamente fatores como custos operacionais, necessidade de manutenção e potencial de crescimento do sistema ao longo do tempo.

Sempre que possível, vale analisar demonstrações, testes ou referências de outras empresas. Isso ajuda a reduzir riscos e aumentar a segurança na escolha da solução.

4. Treinamento das equipes envolvidas

O treinamento das equipes é uma etapa decisiva para o sucesso da implementação. Mesmo o melhor sistema pode ter baixo desempenho se não for utilizado corretamente no dia a dia.

É importante garantir que os colaboradores compreendam não apenas como usar o sistema, mas também a importância de registrar dados corretamente. Informações inconsistentes podem comprometer relatórios e decisões. E oferecer suporte contínuo nos primeiros meses de uso ajuda a reduzir dificuldades e aumenta a adesão das equipes ao novo processo.

5. Implantação e acompanhamento contínuo

Após a implantação, o trabalho não se encerra. É importante monitorar continuamente o desempenho do sistema para verificar se ele está alinhado aos objetivos estabelecidos. Esse processo envolve acompanhar indicadores, identificar possíveis gargalos e realizar ajustes nos processos sempre que necessário. Em alguns casos, pode ser necessário revisar configurações ou ampliar o uso de funcionalidades.

Com o tempo, a empresa também pode evoluir o uso do ERP, incorporando novos módulos ou automatizando processos adicionais. Esse ajuste contínuo garante que o sistema acompanhe o crescimento do negócio.

Como escolher o melhor ERP para o negócio?

A definição de um sistema ERP deve levar em conta as demandas operacionais da empresa e as metas estabelecidas pela gestão. Antes de adotar uma solução, é fundamental avaliar critérios que podem impactar diretamente o desempenho da ferramenta e sua adaptação à rotina do negócio.

Para facilitar essa avaliação, vale utilizar um checklist com os principais pontos que devem ser observados durante a escolha da plataforma:

Checklist para escolher um sistema ERP

  • Compatibilidade com o setor da empresa
    Avalie se o sistema está alinhado às necessidades do seu segmento e se oferece funcionalidades adequadas para os processos específicos do negócio.
  • Possibilidade de expansão da plataforma
    Avalie se o ERP permite adicionar novos módulos ou funcionalidades conforme a empresa cresce.
  • Custo-benefício da implementação
    Analise não apenas o valor da contratação, mas também custos de implantação, treinamento e manutenção.
  • Qualidade do suporte técnico
    Considere a disponibilidade de atendimento, canais de suporte e agilidade na resolução de problemas.
  • Integração com outras ferramentas
    É importante avaliar se o ERP permite conexão com outras soluções já utilizadas pela empresa, como sistemas de vendas, contabilidade e gestão financeira.

Realizar essa análise é fundamental para assegurar que a solução adotada realmente ajude a organizar os processos e a fortalecer a gestão da empresa.

ERP e tecnologia na gestão empresarial moderna

A organização das informações é um dos pilares da gestão empresarial. Empresas que integram seus processos e acompanham dados de forma estruturada tendem a ter mais clareza sobre suas operações e possibilidades de crescimento.

Nesse cenário, os sistemas ERP assumem um papel estratégico ao concentrar dados de diferentes áreas em uma única plataforma. Essa integração ajuda a reduzir falhas operacionais, tornar a comunicação entre os setores mais eficiente e facilitar o acompanhamento de indicadores.

Ao centralizar informações e automatizar atividades, o ERP oferece uma visão mais ampla do negócio, apoiando decisões mais seguras. Com processos organizados e dados acessíveis, a empresa passa a atuar de forma mais estratégica, acompanhando resultados e identificando melhorias com mais agilidade.

Por isso, entender o funcionamento de um ERP é essencial para empresas que desejam aprimorar a gestão, aumentar a eficiência operacional e se adaptar a um mercado cada vez mais orientado por dados.

ERP ou gestão financeira? Conheça o Serasa Descomplica e como pode ajudar

Um ERP costuma integrar diferentes áreas da empresa, como vendas, estoque, compras, financeiro e emissão de documentos. Mas, para muitos pequenos negócios, a necessidade mais imediata é mais simples: entender quanto dinheiro entrou, o que saiu e o que está previsto para os próximos dias.

Nesse cenário, o Serasa Descomplica pode apoiar a gestão financeira sem exigir que o empreendedor comece por um sistema de gestão mais amplo. A plataforma reúne saldos e extratos de contas bancárias da empresa, organiza receitas e gastos, apresenta relatórios financeiros e permite acompanhar valores recebidos e futuros das maquininhas. Também utiliza inteligência artificial para analisar o fluxo de caixa e gerar alertas e recomendações.

Na prática, isso ajuda a transformar movimentações que estariam espalhadas entre bancos, extratos e controles paralelos em uma visão mais organizada do caixa. Assim, o empreendedor ganha mais informações para planejar pagamentos, acompanhar recebimentos e entender a situação financeira do negócio.

Vale observar que o Descomplica não substitui necessariamente um ERP: as soluções cumprem papéis diferentes e podem até ser complementares. Enquanto um ERP tende a organizar vários processos operacionais, o Descomplica é voltado principalmente para controle, acompanhamento e previsibilidade financeira. Conheça o Serasa Descomplica

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