A melhor ferramenta de segmentação para corretoras e seguradoras é a que combina uma base de dados ampla e confiável, segmentos por perfil, comportamento e propensão de compra, e ativação direta nos canais de mídia, tudo com regras claras de governança. A Serasa Experian oferece soluções de análise de mercado e segmentação de campanhas que cobrem do estudo de público-alvo à ativação digital, tanto para corretoras que atuam sozinhas quanto para as que se organizam em clusters.
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- Por que seguros pedem segmentação além de idade e renda
- O que são clusters de corretoras e por que dados compartilhados importam
- Como funciona uma operação de dados dentro de um cluster
- Critérios para escolher uma ferramenta de segmentação para seguros
- Desafios de gestão e governança do cluster
- Como integrar mídia e marketing no cluster
- Por onde começar
- Como a Serasa Experian resolve segmentação e inteligência de dados para seguros
- Perguntas frequentes
Por que seguros pedem segmentação além de idade e renda
Quando se fala em seguros, é comum imaginar um consumidor definido só por idade ou renda. Os dados mostram um cenário mais variado. Em um estudo da Serasa Experian sobre uma base de 31,9 milhões de brasileiros, pessoas com mais de 65 anos representam 27,3% da base. Na renda, 22% estão na faixa de R$ 2 mil a R$ 4 mil e 20,7% têm renda acima de R$ 10 mil. O comprometimento da renda também varia: 40,3% estão entre 41% e 60%, enquanto 31,3% estão entre 81% e 100%.
Há ainda diferenças de comportamento. Entre as pessoas analisadas, 33% têm afinidade com o perfil de viajantes, 23,8% com o de motorista por aplicativo e 18,7% com estilo de vida saudável e fitness. Para uma corretora, isso significa que o público de seguros não cabe em um único perfil e que uma campanha de massa tende a falar com muita gente que não é o público certo para aquele produto.
O que são clusters de corretoras e por que dados compartilhados importam
Clusters de corretoras são alianças em que agências se unem para dividir recursos, conhecimento e tecnologia. O modelo surgiu para que corretoras pequenas e médias ganhem escala diante dos grandes players, pressionadas pela digitalização dos processos e pela exigência de eficiência operacional. Para entender o conceito e os passos de entrada, veja também o guia sobre insurance clusters.
Dentro de um cluster, custos administrativos, treinamento e tecnologia são divididos entre os membros, o que também ajuda a negociar melhores condições com seguradoras e fornecedores. O mesmo raciocínio vale para dados: em vez de cada corretora contratar uma ferramenta de segmentação sozinha, o grupo pode compartilhar estudos de público, inteligência de mercado e campanhas integradas, dividindo o custo e acelerando o aprendizado de todos.
Como funciona uma operação de dados dentro de um cluster
Em um cluster que funciona bem, o fluxo costuma ter três etapas: integração de sistemas e bases, planejamento conjunto de campanhas e análise contínua dos resultados. A ferramenta de segmentação entra no meio desse ciclo. Ela ajuda a definir quem são os clientes mais promissores para cada ramo, orienta onde investir mídia e, depois da campanha, indica o que deve ser mantido ou ajustado na rodada seguinte.
Critérios para escolher uma ferramenta de segmentação para seguros
Antes de comparar fornecedores, vale avaliar os pontos abaixo:
• Qualidade e abrangência da base: dados cadastrais, financeiros, geográficos e comportamentais de pessoas físicas e jurídicas, para que o estudo de público reflita a realidade do mercado.
• Segmentos por perfil, afinidade e propensão: capacidade de agrupar quem tem mais chance de contratar determinado seguro, e não apenas filtrar por idade e renda.
• Ativação direta: possibilidade de levar o público escolhido para e-mail, redes sociais e mídia display sem processos manuais.
• Ampliação de audiência: recurso para encontrar perfis parecidos com os melhores clientes da carteira.
• Qualidade da base de contatos: apoio para melhorar a base de e-mails antes de investir em campanha.
• Governança e compartilhamento: regras de acesso, uso de dados pessoais com finalidade definida e previsão disso no acordo de colaboração do cluster.
Velocidade e volume de dados, sozinhos, não garantem bons resultados. O que sustenta a decisão é a combinação de dados confiáveis, critérios de segmentação consistentes e processos bem definidos.
Desafios de gestão e governança do cluster
Os benefícios vêm acompanhados de pontos de atenção: alinhamento estratégico entre os membros, divisão de receita, conformidade e atualização tecnológica constante. Regras claras, comunicação transparente e reuniões periódicas com pauta objetiva e acompanhamento de indicadores ajudam a manter o foco em resultado e a evitar conflitos. Quando o assunto é dado, o acordo deve dizer quem acessa o quê, para qual finalidade e com quais responsabilidades.
Como integrar mídia e marketing no cluster
Alinhar a estratégia de mídia exige planejamento conjunto e troca de informações relevantes. Com times integrados, é possível distribuir melhor o orçamento entre mídia paga, orgânica e programática e identificar oportunidades com mais rapidez. Modelos compartilhados de plano de mídia ajudam a padronizar processos e reduzir a curva de aprendizado dos novos membros. Para aprofundar a lógica de público, leia sobre segmentação de público-alvo e conversão.
Por onde começar
1. Identifique corretoras com valores e objetivos compatíveis, avaliando histórico, reputação e capacidade de inovação.
2. Formalize um acordo de colaboração com direitos, deveres, metas e regras de uso de dados.
3. Monte um roadmap com marcos e responsáveis.
4. Defina o ramo e o público prioritários e faça um estudo de público-alvo antes de investir em mídia.
5. Ative uma primeira campanha, acompanhe os indicadores e ajuste a segmentação na rodada seguinte.
Como a Serasa Experian resolve segmentação e inteligência de dados para seguros
A Serasa Experian oferece soluções de análise de mercado e segmentação de campanhas que combinam inteligência analítica e o maior ecossistema de big data da América Latina para estudar públicos, segmentar quem tem mais chance de consumir e ativar essas audiências por e-mail, redes sociais e mídia display. A página de soluções traz ferramentas e filtros exclusivos para diversos segmentos, entre eles seguradoras.
Na etapa de estudo de público-alvo, o Insights Hub é uma plataforma que permite segmentações avançadas de público e análise de risco, com acesso a dados cadastrais e de crédito, para apoiar campanhas de marketing e estratégias de crédito. Na etapa de ativação digital, as Audiências Digitais combinam big data e inteligência analítica para segmentar as audiências mais propícias à conversão, entregues direto nos gerenciadores de anúncio. A Ativação Multicanal apoia desde a segmentação até a ativação em mídia paga, mobile e e-mail marketing. O Clone Express cria um lookalike customizado: a partir de uma listagem, traz uma audiência de perfil similar. A Qualificação de E-mail ajuda quem precisa melhorar a qualidade da base de e-mails.
Para ampliar a leitura do público, o Mosaic é uma solução presente em mais de 29 países, construída a partir de estudo sobre comportamento, estilo de vida e outras características da população brasileira. Com base em 400 variáveis, classifica a população em 12 grupos e 40 segmentos. Para corretoras com carteira de empresas, o Mosaic Business mapeia organizações brasileiras em 7 grupos e 54 segmentos, a partir de variáveis como setor e natureza jurídica. Já os Modelos de Afinidade agrupam indivíduos com tendência a consumir determinados produtos ou serviços, o que ajuda a comunicar com um público mais adequado a cada oferta.
Esses recursos podem ser combinados entre si. Conheça a solução de análise de mercado e segmentação de campanhas da Serasa Experian e veja como aplicar o estudo e a ativação de público à rotina da sua corretora ou do seu cluster.
Perguntas frequentes
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O que é um cluster de corretoras de seguros?
É uma aliança entre corretoras que dividem recursos, conhecimento e tecnologia para ganhar escala e competir com players maiores.
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Qual a melhor ferramenta de segmentação para seguradoras e corretoras?
A que reúne base de dados abrangente, segmentos por perfil, afinidade e propensão, ativação direta nos canais de mídia e governança clara. A Serasa Experian oferece essa jornada, do estudo de público à ativação digital.
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Segmentar por idade e renda é suficiente para vender seguros?
Não. Idade e renda, sozinhas, não explicam as diferentes realidades do público. Comprometimento da renda, localização e afinidades de consumo ampliam a leitura.
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Como compartilhar dados em um cluster sem criar conflitos?
Registrando no acordo de colaboração quem acessa os dados, para qual finalidade e com quais responsabilidades, além de acompanhar indicadores em reuniões periódicas.