Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 11,1%

Variação mensal 11,9%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 11,5%

Variação mensal -0,2%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.428,09

Pontualidade do pagamento 78,7%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 411,27

Pontualidade do pagamento 83,8%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.423,47

Pontualidade do pagamento 82,2%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 284,99

Pontualidade do pagamento 92,0%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 18,9%

No mês (em milhões) 9,0

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 19,6%

No mês (em milhões) 8,5

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 50,8%

No mês (em milhões) 83,4

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,0%

Variação mensal 3,3%

Falência Requerida

CNPJs no ano 31

Processos no ano 28

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 126

Processos no ano 53

Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 11,1%

Variação mensal 11,9%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 11,5%

Variação mensal -0,2%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.428,09

Pontualidade do pagamento 78,7%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 411,27

Pontualidade do pagamento 83,8%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.423,47

Pontualidade do pagamento 82,2%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 284,99

Pontualidade do pagamento 92,0%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 18,9%

No mês (em milhões) 9,0

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 19,6%

No mês (em milhões) 8,5

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 50,8%

No mês (em milhões) 83,4

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,0%

Variação mensal 3,3%

Falência Requerida

CNPJs no ano 31

Processos no ano 28

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 126

Processos no ano 53

Crédito

Transição da principalidade para a centralidade no cliente: quais as diferenças e como alcançar?

Transição da principalidade à centralidade no cliente: jornada de dados e crédito para fidelizar, reduzir risco e crescer mais em Open Finance!

Imagem de capa

Em um setor financeiro moldado por Open Finance, carteiras digitais e ofertas personalizadas em tempo real, a forma de conquistar e manter a principalidade mudou bastante. As pessoas distribuem serviços por múltiplas instituições e aplicativos, trocam de fornecedor com facilidade e esperam boas experiências em todos os canais.

A centralidade no cliente entra justamente para organizar estratégias, dados e tecnologia ao redor das necessidades de cada pessoa usuária, de modo a proteger e ampliar a principalidade. Segundo o nosso Boletim Econômico, o número médio de contas por pessoa subiu de 2,6 para 4,3 entre 2021 e 2023, e 57% dos bancarizados consideram trocar seu banco principal, o que torna a disputa por relevância diária.

Há ainda um pano de fundo econômico que pressiona mudanças: em setembro de 2025, o Brasil somava 78,2 milhões de CPFs negativados e 8,0 milhões de empresas inadimplentes, o desemprego ficou em 5,6% e a renda média em R$ 3.484. Tudo isso impacta a relação com crédito e a escolha de quem será o banco de referência.

Neste post, vamos explicar as diferenças entre principalidade e centralidade no cliente e mostrar como usar uma lógica client-centric para conquistar e manter a posição de banco principal. Entenda:

O que é a principalidade bancária?

Historicamente, a principalidade significou concentrar movimentações em uma única instituição: receber salário, pagar contas, usar o cartão principal e contratar os serviços mais relevantes naquele banco. Esse status traz vantagens claras para a instituição e para a pessoa usuária.

Para o banco, maior frequência de uso, previsibilidade de fluxo e acesso a dados transacionais que alimentam análises de risco e oferta de produtos. Para o cliente, conveniência, relacionamento mais próximo, linhas de crédito mais aderentes ao perfil e acesso a novas soluções com menos fricção.

Com a multiplicação de contas, carteiras digitais e o avanço do Open Finance, porém, essa relação ficou mais fragmentada. A pessoa usuária compara condições em tempo real, testa soluções de nicho e alterna provedores conforme conveniência e valor percebido.

Ser o banco principal continua importante, mas já não basta depender da inércia. A preferência muda rápido e a barreira de saída caiu. A principalidade precisa ser construída ativamente, com estratégias que mostrem, dia após dia, por que vale a pena concentrar as principais decisões financeiras em você.

O que significa centralidade no cliente e como ela sustenta a principalidade?

A centralidade no cliente desloca o foco da oferta para a vida financeira de cada pessoa: contexto, objetivos, momentos e desafios. Em vez de empurrar produtos, a instituição usa dados consentidos para personalizar timing, canal, linguagem e condições, com experiências digitais consistentes do onboarding à retenção. Ou seja, isso significa:

  • Medir satisfação, engajamento e esforço em cada jornada;

  • Garantir governança de dados e visão única da pessoa usuária;

  • Integrar jornadas, evitando repetição de informações e ruídos entre canais;

  • Fazer com que times conversem entre si e tomem decisões olhando primeiro o impacto para a pessoa usuária.

Quando a centralidade é bem aplicada, o resultado esperado são relacionamentos mais longos, menor evasão e melhor qualidade de carteira. E é justamente essa combinação que fortalece a principalidade bancária. A instituição que conhece o contexto da pessoa, antecipa necessidades e reduz fricções tende a se tornar a conta de referência, o cartão preferido e o primeiro canal de consulta para novos produtos.

Por que a centralidade é decisiva na jornada de crédito para manter a principalidade?

Entender capacidade de pagamento e comportamento de gastos é essencial para reduzir assimetrias e melhorar decisões de crédito. Em um país com mais de 78,2 milhões de negativados e 8,0 milhões de empresas inadimplentes, ajustar proposta e comunicação conforme cada segmento ajuda a evitar reprovações desnecessárias, diminuir riscos e reduzir inadimplência.

Isso vale tanto para novos fluxos de aquisição quanto para reengajamento, renegociação e cobrança automatizada e humanizada. Quando a pessoa sente que a instituição entende seus limites, suas prioridades e seu momento de vida, a tendência é:

  • Elevar a recorrência de uso;

  • Concentrar mais transações;

  • Considerar essa instituição como primeira opção nas próximas decisões de crédito.

Quais são as principais diferenças entre principalidade e centralidade?

Embora a principalidade foque na concentração de produtos e transações em uma instituição, a centralidade no cliente orienta decisões pelo contexto e pela experiência da pessoa usuária. Ou seja, uma alimenta a outra. A seguir, confira uma comparação que mostra como cada abordagem muda métricas, objetivos e resultados, e como a centralidade é o caminho para conquistar e manter a principalidade:

Aspecto

Principalidade

Centralidade no cliente

Foco

Uso de produtos e serviços principais

Relação contínua, valor e experiência

Objetivo

Reter movimentações

Construir preferência recorrente

Medição

Volume, share-of-wallet, número de produtos

Satisfação, NPS, adoção, engajamento digital

Dados

Transacionais internos

Mistura de fontes: transacionais, comportamento, consentidos via Open Finance

Resultado

Carteira concentrada

Fidelização, menor risco e melhor previsibilidade

Como evoluir da principalidade à centralidade?

Sair de uma visão que depende apenas da principalidade herdada para uma centralidade ativa é o que sustenta a posição de banco principal no longo prazo. Esse caminho combina dados consentidos, jornadas simples e decisões de crédito contextuais, para que relevância diária se traduza em preferência contínua. Confira alguns passos:

  • Unificar cadastros, transações, interações de atendimento e dados consentidos do Open Finance em um backbone analítico. Aplicar modelos de propensão, risco e próximo melhor produto com governança e explicabilidade, sempre com foco em gerar valor real para a pessoa usuária;

  • Mapear jornadas prioritárias, eliminar passos desnecessários, padronizar linguagem e desenhar microvitórias em telas de contratação, renegociação e suporte. A cada interação, a pessoa deve sentir progresso e controle, percebendo que aquele banco facilita e organiza sua vida financeira;

  • Considerar o momento econômico e pressões de renda nas decisões de crédito. Usar variáveis alternativas, dados comportamentais e sinais de estabilidade ou instabilidade para ajustar limites e prazos. Diante de números elevados de inadimplência entre consumidores e empresas, esse ajuste fino é decisivo para preservar qualidade de carteira e principalidade;

  • Comunicar com transparência cada próximo passo. Dizer o que vai acontecer depois de cada clique, tratar erros de forma acolhedora e dar visibilidade sobre prazos, valores e condições. A confiança nasce de pequenas provas ao longo do tempo e é esse acúmulo de experiências positivas que faz a pessoa escolher o seu banco como principal.

Qual é o impacto do Open Finance nessa disputa pela principalidade?

O Open Finance acelera a mudança, mas também abre uma janela de oportunidade. Com compartilhamento consentido de dados, a pessoa usuária compara, escolhe e migra com facilidade. Ao mesmo tempo, as instituições ganham acesso a informações mais ricas, que permitem elevar a assertividade das ofertas e tornar a experiência mais relevante. Entenda:

  • Trabalhar a centralidade constrói a preferência que sustenta a principalidade ao longo do tempo;

  • Perseguir principalidade sem entender a pessoa usuária tende a gerar custo de aquisição alto, uso disperso e lealdade frágil.

Em ambientes com renda pressionada e inadimplência elevada entre consumidores, 78,2 milhões, e empresas, 8,0 milhões, colocar a pessoa no centro ajuda a evitar erros de crédito, melhora a priorização de ofertas e reduz perdas. Quem utiliza esses dados para desenhar jornadas mais justas e simples aumenta as chances de ser escolhido como banco principal, mesmo em um contexto de múltiplas contas.

Gostou do conteúdo? Continue em nosso blog para conferir outros posts sobre crédito, dados e estratégias para fortalecer a principalidade com foco em centralidade no cliente. Até a próxima.

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