Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,4%

Variação mensal 5,0%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 9,2%

Variação mensal 1,2%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 38,4%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,3%

Percentual no mês 57,8%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.344,48

Pontualidade do pagamento 78,6%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 402,57

Pontualidade do pagamento 82,6%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.340,29

Pontualidade do pagamento 80,7%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 272,05

Pontualidade do pagamento 93,4%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 24,3%

No mês (em milhões) 8,7

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 25,0%

No mês (em milhões) 8,2

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 49,3%

No mês (em milhões) 80,6

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 3,1%

Variação mensal 0,2%

Falência Requerida

Acumulado no ano 236

No mês 61

Recuperação Judicial Requerida

Acumulado no ano 638

No mês 167

Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,4%

Variação mensal 5,0%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 9,2%

Variação mensal 1,2%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 38,4%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,3%

Percentual no mês 57,8%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.344,48

Pontualidade do pagamento 78,6%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 402,57

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Empresas | Inadimplência

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MPEs | Inadimplência

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No mês (em milhões) 8,2

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 49,3%

No mês (em milhões) 80,6

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 3,1%

Variação mensal 0,2%

Falência Requerida

Acumulado no ano 236

No mês 61

Recuperação Judicial Requerida

Acumulado no ano 638

No mês 167

Leis e Impostos

Lei Uniforme de Genebra: como ela impacta o comércio internacional

Entenda como a Lei Uniforme de Genebra padroniza contratos internacionais, aumentando a segurança para pequenas empresas no comércio global!

Lei Uniforme de Genebra: como ela impacta o comércio internacional

A participação de PMEs nas operações internacionais depende de regras claras, previsíveis e de segurança nas negociações. A remessa conforme é uma preocupação recorrente de quem exporta ou importa, pois envolve prazos, documentos e o correto recebimento dos valores devidos.

A Lei Uniforme de Genebra organiza essas relações e traz previsibilidade e normas que facilitam o entendimento entre as partes. Com a adoção dessas regras, o ambiente de negócios se torna mais estável, o que ajuda as empresas a atuarem com mais confiança e a planejarem melhor suas estratégias de expansão internacional. Se interessou pelo assunto? Então, confira o post abaixo:

O que é a Lei Uniforme de Genebra?

A Lei Uniforme de Genebra nasceu para padronizar procedimentos no comércio internacional e facilitar as transações entre empresas de diferentes países. Promulgada no Brasil pelo Decreto 57.663/1966, ela estabelece regras para contratos internacionais, especialmente sobre títulos de crédito, como letras de câmbio e notas promissórias.

O objetivo principal é trazer segurança, confiança e equidade para as partes envolvidas, reduzindo riscos e conflitos em transações globais. Assim, pequenas e médias empresas podem atuar com mais tranquilidade, sabendo que as regras se aplicam independentemente do país do parceiro comercial.

Com previsibilidade jurídica, evitam-se surpresas desagradáveis que possam comprometer a saúde financeira das empresas. Essa padronização é determinante para garantir relações comerciais estáveis e duradouras, fundamentais para o sucesso no cenário internacional.

Principais regras estabelecidas pela lei

A Lei Uniforme de Genebra detalha pontos fundamentais para o comércio internacional de forma clara e objetiva. Um dos aspectos mais importantes é a padronização de letras de câmbio e notas promissórias, que são instrumentos essenciais para viabilizar operações internacionais. A lei define critérios sobre emissão, circulação, endosso e cobrança desses títulos, eliminando dúvidas e reduzindo conflitos judiciais.

O reconhecimento das garantias previstas torna os direitos válidos em todos os países signatários, facilitando o reconhecimento de documentos e dos direitos das partes envolvidas. Empresas que emitem notas promissórias ou letras de câmbio têm mais segurança de que seus direitos serão respeitados em outros territórios.

Além disso, a uniformização simplifica o trâmite de cobranças internacionais e torna as operações mais rápidas e seguras. Os prazos para ações judiciais são estabelecidos, o que ajuda a evitar incertezas e litígios prolongados entre empresas de países diferentes.

Como a padronização de títulos de crédito facilita negócios internacionais?

A padronização promovida pela Lei Uniforme de Genebra oferece transparência, credibilidade e maior aceitação aos títulos de crédito no contexto internacional. Letras de câmbio e notas promissórias tornam-se instrumentos aceitos e confiáveis em diferentes mercados, o que reduz significativamente o risco de fraudes e aumenta a confiança nas transações.

Isso permite que as empresas negociem com mais tranquilidade e segurança. Com regras sobre o formato e a cobrança desses títulos, as empresas conseguem planejar operações, sabendo que eventuais disputas serão resolvidas com base em critérios reconhecidos internacionalmente.

Pequenas empresas, que normalmente têm menos recursos para litígios e disputas judiciais, sentem-se mais protegidas ao entrar em negociações internacionais. Essa facilidade aumenta as opções de parceiros e mercados e permite crescer de forma sustentável.

Impactos da lei na redução de riscos para PMEs

Para PMEs, a Lei Uniforme de Genebra representa proteção contra práticas abusivas e incertezas no comércio internacional. Ou seja, adotar essas normas assegura transações justas, independentemente das diferenças culturais ou legais entre os países. O principal impacto é a previsibilidade jurídica, que incentiva a entrada de novas empresas no mercado exterior.

As PMEs passam a negociar com grandes corporações em condições mais equilibradas, o que fortalece a posição e a credibilidade das PMEs no cenário internacional e abre oportunidades de crescimento. Empresas que antes tinham receio de atuar fora do Brasil agora conseguem estruturar operações mais seguras, além de aproveitar o potencial do comércio internacional para diversificar receitas.

O que mudou no comércio internacional após a adoção da lei?

A implementação da Lei Uniforme de Genebra trouxe novos padrões ao comércio internacional, que impactam positivamente empresas de todos os portes. As empresas passaram a negociar com mais confiança, pois as normas são reconhecidas em diferentes países e proporcionam maior segurança nas relações contratuais.

Essa segurança estimulou a colaboração multilateral e simplificou processos de cobrança e pagamento, reduzindo burocracias e acelerando o fechamento de negócios. Pequenas e médias empresas conquistaram acesso a mercados antes restritos, já que as diretrizes claras diminuem riscos de litígios e favorecem a competição justa.

A padronização facilitou o fluxo de informações e permitiu que PMEs competissem em igualdade de condições com grandes players do mercado, pois incentiva a inovação e a diversificação das operações. A adoção da lei também contribuiu para o aprimoramento do compliance e da governança, importantes para a sustentabilidade dos negócios internacionais.

Benefícios para PMEs ao aderir às normas internacionais

A adesão à Lei Uniforme de Genebra traz vantagens concretas para pequenas empresas que pretendem expandir suas atividades além das fronteiras nacionais. O aumento da aceitação global dos títulos de crédito facilita operações internacionais e gera mais confiança entre os participantes das transações.

Esse reconhecimento facilita o acesso a fontes de financiamento para PMEs, pois instituições financeiras sentem mais segurança com documentos padronizados e reconhecidos internacionalmente. Isso representa menos burocracia e mais agilidade em obter recursos para investir em novos projetos ou expandir atividades.

Outro benefício é a redução dos custos legais, pois a uniformização elimina dúvidas sobre procedimentos e minimiza a necessidade de litígios. A reputação das PMEs cresce perante parceiros estrangeiros, que percebem o compromisso com padrões internacionais.

Adotar essas normas demonstra profissionalismo e pode resultar em parcerias mais duradouras e vantajosas para ambas as partes. Além disso, a atuação alinhada às melhores práticas internacionais contribui para a construção de uma imagem sólida e confiável no mercado global.

Como aplicar as diretrizes da lei na rotina da sua empresa?

A incorporação das normas da Lei Uniforme de Genebra é estratégica para pequenas e médias empresas que desejam crescer de forma sustentável. O primeiro passo é mapear fluxos de caixa e formalizar todas as transações internacionais com contratos claros, alinhados ao que a lei determina.

Consultar uma pessoa especialista em gestão de PMEs ou comércio exterior contribui para o entendimento das normas e evita erros que possam gerar prejuízos. O uso de sistemas digitais e automação auxilia no controle eficiente dos títulos de crédito e documentação das operações. Aliás, checklists específicos mantêm os processos alinhados com exigências legais e minimizam riscos de erros ou omissões.

O envolvimento de todas as pessoas da equipe facilita o entendimento das normas e garante negociações internacionais mais seguras e transparentes. Pequenas adaptações no dia a dia, como a revisão dos contratos e atualização de procedimentos internos, fazem diferença para o sucesso das operações.

Formalizar operações comerciais

Cada operação internacional precisa de contratos formais, desenvolvidos de acordo com as diretrizes da Lei Uniforme de Genebra. O contrato bem elaborado permite que a resolução de eventuais conflitos aconteça de forma objetiva, respaldada por normas reconhecidas internacionalmente.

Assim, a empresa reduz riscos e fortalece a relação com parceiros estrangeiros. O acompanhamento jurídico é importante para manter a documentação em dia e contribuir para o bom andamento dos negócios.

Continue no nosso blog e acesse outros conteúdos estratégicos para a gestão da sua PME, como o artigo sobre o selo verde e sustentabilidade!

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