Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,4%

Variação mensal 5,0%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 14,0%

Variação mensal -0,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 38,4%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,3%

Percentual no mês 57,8%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.344,48

Pontualidade do pagamento 78,6%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 391,16

Pontualidade do pagamento 82,9%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.340,29

Pontualidade do pagamento 80,7%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 272,05

Pontualidade do pagamento 93,4%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 27,3%

No mês (em milhões) 8,9

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 28,2%

No mês (em milhões) 8,4

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 49,7%

No mês (em milhões) 81,3

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 2,9%

Variação mensal 1,7%

Falência Requerida

Acumulado no ano 236

No mês 61

Recuperação Judicial Requerida

Acumulado no ano 638

No mês 167

Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,4%

Variação mensal 5,0%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 14,0%

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Empresas | Recuperação de Crédito

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Consumidor | Recuperação de Crédito

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Atividade do Comércio

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Falência Requerida

Acumulado no ano 236

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Recuperação Judicial Requerida

Acumulado no ano 638

No mês 167

Inovação e Tecnologia

Inteligência artificial chinesa e seus impactos na IA

Veja como a inteligência artificial chinesa impacta dados, vigilância e super apps, além dos aprendizados para empresas brasileiras hoje. Confira!

Inteligência artificial chinesa e seus impactos na IA

A inteligência artificial chinesa conquistou protagonismo global e vem transformando a forma como empresas, governos e pessoas se relacionam com a tecnologia. Impulsionado por investimentos consistentes do setor público e privado, esse avanço acelerado posicionou a China como uma das principais referências em inovação em IA.

Ao mesmo tempo, esse crescimento colocou a inteligência artificial chinesa no centro de debates relevantes sobre ética, uso de dados, vigilância e privacidade. Soluções altamente eficientes convivem com modelos de governança que levantam questionamentos sobre transparência, limites regulatórios e direitos individuais.

Neste post, analisamos como a inteligência artificial chinesa impacta negócios, políticas públicas e o cotidiano digital, destacando oportunidades, riscos e aprendizados estratégicos para o Brasil e para o cenário global. Continue e entenda o que esse movimento revela sobre o futuro da tecnologia, da economia digital e da gestão de dados no mundo! Confira:

O que é a inteligência artificial chinesa no cenário global?

A inteligência artificial chinesa se destaca no cenário global ao combinar inovação tecnológica, forte apoio estatal e aplicação em larga escala em diferentes setores da sociedade. O país concentra alguns dos maiores volumes de dados do mundo, impulsionados pela digitalização de serviços, pelo uso intensivo de dispositivos móveis e por uma população altamente conectada.

Para o governo chinês, a IA é uma prioridade estratégica. Desde 2017, políticas públicas vêm estimulando o desenvolvimento de algoritmos, infraestrutura de dados e aplicações práticas em áreas como saúde, transporte, indústria e segurança pública.

Nesse contexto, empresas como Baidu, Alibaba, Tencent e Huawei, conhecidas como BATX, lideram projetos de ponta. lideram projetos inovadores que abrangem desde carros autônomos até sistemas avançados de processamento de linguagem natural.

Essas organizações concentram investimentos robustos em pesquisa e desenvolvimento, reunindo milhares de cientistas e engenheiros. A sinergia entre setor público e privado acelera a criação de soluções inovadoras e permite testes em larga escala, algo difícil de replicar em países com regulações mais restritivas.

O impacto da inteligência artificial chinesa ultrapassa as fronteiras nacionais: o país exporta tecnologia, influencia padrões internacionais e desafia a liderança das potências tradicionais na corrida tecnológica. Contudo, esse avanço também intensifica debates sobre ética, privacidade e regulação.

Como a China se tornou potência em IA e dados

A ascensão da China à liderança em inteligência artificial está ligada a fatores estruturais e estratégicos. O país reúne mais de 1,4 bilhão de habitantes, com cerca de 1 bilhão de pessoas conectadas à internet. Essa base amplia a geração de dados em escala, insumo central para o treinamento de algoritmos e para a evolução contínua de soluções de IA.

A digitalização acelerada de serviços públicos e privados intensifica esse processo. Setores como transporte, educação, saúde e comércio eletrônico passaram a operar com forte integração digital, ampliando a coleta e o uso de dados ao longo de toda a jornada do usuário.

As plataformas WeChat, Alipay, Taobao e Didi concentram comunicação, pagamentos, consumo e mobilidade, criando ambientes propícios para testes em larga escala e para o aprimoramento rápido de aplicações baseadas em IA.

O governo chinês mantém investimentos elevados em infraestrutura tecnológica, incluindo redes 5G, data centers e capacidades de computação avançada, com impacto direto no ecossistema de startups e grandes conglomerados que colaboram com universidades e centros de pesquisa.

Até meados de 2024, a China já havia implantado quase 3,9 milhões de estações-base 5G, um dos maiores programas de infraestrutura de rede do mundo, segundo o China Internet Development Report (CNNIC).

Esse esforço é complementado por iniciativas nacionais voltadas à expansão de centros de dados e capacidade de processamento, que mobilizam dezenas de bilhões de dólares em investimentos públicos e privados.

A escala do mercado permite testar, ajustar e expandir tecnologias com velocidade. A proximidade entre governo e empresas facilita a coordenação de projetos estratégicos e a implementação ágil de iniciativas nacionais, reforçando a capacidade do país de antecipar tendências e lançar inovações antes de outros mercados.

A ascensão da IA generativa chinesa e o caso DeepSeek

Nos últimos anos, a inteligência artificial chinesa passou a ganhar destaque também no campo da IA generativa, aproximando-se do protagonismo até então concentrado em empresas ocidentais. Um dos exemplos mais recentes e relevantes é o DeepSeek, modelo de linguagem desenvolvido na China que chamou atenção global por seu desempenho técnico e eficiência computacional.

Diferentemente de soluções amplamente conhecidas no Ocidente, como ChatGPT e Gemini, o DeepSeek foi projetado com foco em eficiência de treinamento, redução de custos e alto desempenho em tarefas técnicas, incluindo matemática, programação e raciocínio lógico.

Esses atributos colocaram a ferramenta no centro do debate internacional sobre competitividade e soberania tecnológica.

O avanço do DeepSeek evidencia uma mudança importante na estratégia chinesa: além da aplicação de IA em vigilância, super apps e infraestrutura, o país passa a disputar espaço diretamente na camada mais estratégica da economia digital — os modelos fundacionais de IA.

Esse movimento reforça o papel da China não apenas como usuária ou adaptadora de inteligência artificial, mas como criadora de tecnologias centrais, capazes de influenciar padrões globais, cadeias produtivas e decisões geopolíticas relacionadas à inovação.

Reconhecimento facial: vitrine da inteligência artificial chinesa

O reconhecimento facial tornou-se um dos exemplos mais visíveis do avanço da inteligência artificial chinesa. A tecnologia está presente em cidades, aeroportos, estações de metrô, estabelecimentos comerciais e até instituições de ensino, viabilizando desde pagamentos digitais até a identificação de pessoas em espaços públicos.

Pesquisas e análises sobre o modelo de vigilância chinês mencionam que a China implantou mais de 500 milhões de câmeras de vigilância em todo o país, integradas a sistemas inteligentes de reconhecimento e análise de dados. Essa estimativa aparece em estudos sobre o uso de tecnologia de vigilância estatal como parte do modelo regulatório e de segurança social da China.

Além do uso em segurança pública, o reconhecimento facial passou a ser adotado como mecanismo de autenticação. A tecnologia contribui para a redução de fraudes em transações digitais e para a agilização de processos como embarques em aeroportos e trens de alta velocidade.

Ao mesmo tempo, esse avanço intensificou debates sobre privacidade, consentimento e o uso de dados biométricos. Especialistas apontam riscos associados à coleta massiva de informações sensíveis e à possibilidade de usos indevidos ou pouco transparentes.

No cenário internacional, o tema evidencia o dilema entre inovação tecnológica e proteção de direitos civis. A China busca responder a essas discussões por meio de ajustes regulatórios e diretrizes mais claras, posicionando-se tanto como referência quanto como foco central do debate global sobre ética e governança em inteligência artificial.

Vigilância em larga escala e monitoramento de espaços públicos

A implementação de sistemas de vigilância inteligentes em cidades como Pequim e Shenzhen exemplifica o uso avançado de câmeras conectadas a plataformas de análise de dados em tempo real. Esses sistemas monitoram fluxos de pessoas, veículos e padrões de comportamento, integrando informações de diferentes órgãos governamentais.

Entre os argumentos favoráveis, destacam-se os ganhos em segurança, prevenção de crimes e resposta mais rápida a emergências. A tecnologia apoia a identificação de suspeitos, o combate a fraudes e a otimização de serviços urbanos, como controle de tráfego e gestão de grandes fluxos de pessoas.

Por outro lado, críticos apontam riscos associados à invasão de privacidade, ao monitoramento excessivo e ao uso da tecnologia como instrumento de controle social.

O acesso ampliado a dados sensíveis pode gerar discriminação, restringir liberdades individuais e fomentar abusos de poder, intensificando o debate à medida que novas ferramentas de IA ampliam as capacidades de vigilância e análise de dados.

Novas regras chinesas para uso de reconhecimento facial

A partir de 2025, entram em vigor na China normas mais rigorosas para regular o uso de tecnologias de reconhecimento facial. As medidas foram publicadas pela Cyberspace Administration of China (CAC) em conjunto com outros órgãos reguladores.

As regras exigem consentimento explícito dos indivíduos antes da coleta de dados biométricos e determinam a oferta de alternativas não biométricas de autenticação sempre que o reconhecimento facial for utilizado.

Também fica proibido tornar a biometria obrigatória quando existirem outros meios razoáveis de identificação. O uso da tecnologia passa a ser limitado a situações estritamente necessárias, com exigências adicionais de transparência e proteção de dados.

O novo marco regulatório estabelece critérios objetivos para armazenamento, compartilhamento e eliminação de dados, com foco na proteção de informações pessoais. O descumprimento pode resultar em sanções relevantes, incluindo multas elevadas e restrições operacionais às organizações envolvidas.

Especialistas avaliam que as mudanças respondem a pressões internas e internacionais por maior transparência e responsabilidade no uso de IA. Organizações da sociedade civil e pesquisadores defendem avaliações independentes e mecanismos de fiscalização robustos para assegurar a efetividade das normas e a proteção de direitos fundamentais.

Super apps e inteligência artificial chinesa no dia a dia

Os super apps chineses, como WeChat e Alipay, transformaram a experiência digital ao integrar múltiplos serviços em uma única plataforma. Comunicação, pagamentos, comércio eletrônico, serviços públicos, viagens e soluções financeiras coexistem no mesmo ambiente.

A inteligência artificial é central nesses ecossistemas, com algoritmos que analisam padrões de consumo, localização e comportamento para personalizar recomendações. Enquanto isso, assistentes virtuais apoiam tarefas rotineiras, e sistemas antifraude monitoram transações em tempo real.

Esse modelo amplia conveniência e eficiência, mas também intensifica desafios relacionados à privacidade, à proteção de informações e à governança de dados, devido à concentração de funcionalidades e dados sensíveis.

WeChat, Alipay e o uso intensivo de dados dos usuários

WeChat e Alipay coletam e processam grandes volumes de informações, incluindo localização, histórico de transações, interações digitais e preferências de consumo. Esses dados alimentam modelos de IA capazes de prever demandas, detectar anomalias e oferecer experiências personalizadas.

A convergência de serviços cria um ambiente de dados altamente interligado, que permite análises comportamentais complexas. Esse cenário acelera a inovação, mas exige políticas claras de consentimento, transparência e limitação no uso.

Regulações mais recentes buscam ampliar o controle do usuário sobre suas informações, impondo exigências de consentimento explícito e opções para restringir o compartilhamento entre serviços.

Inteligência artificial chinesa, vigilância e governança de dados

A governança de dados na China integra inteligência artificial, grandes bases de dados e políticas de segurança interna. Sistemas de monitoramento digital apoiam a gestão urbana, o combate a fraudes, a moderação de conteúdo e a identificação de riscos operacionais.

Esse uso intensivo de dados amplia a eficiência administrativa e a capacidade de coordenação estatal. Ao mesmo tempo, posiciona o país no centro de debates internacionais sobre privacidade, proteção de direitos individuais e impactos da vigilância algorítmica.

Entre inovação e direitos: o dilema da vigilância inteligente

A vigilância baseada em IA envolve um equilíbrio delicado entre benefícios e riscos. De um lado, contribui para segurança, eficiência e personalização de serviços; de outro, levanta preocupações sobre transparência, liberdade individual e potenciais abusos.

Essas tensões influenciam discussões globais sobre ética digital e modelos de governança de dados. Diferentes países buscam soluções que conciliem inovação tecnológica e limites regulatórios claros.

Regulação e limites ao uso de dados biométricos

Desde 2021, com a entrada em vigor da Lei de Proteção de Informações Pessoais (PIPL), a China passou a estabelecer regras para a coleta e o tratamento de dados sensíveis, incluindo informações biométricas.

O marco regulatório foi reforçado em 2025, com exigências adicionais como consentimento explícito, oferta de alternativas não biométricas e restrições ao uso de reconhecimento facial a situações justificadas.

A partir de 2026, esse conjunto de normas encontra-se em aplicação prática e indica um esforço de estruturar a governança da inteligência artificial. Persistem, contudo, desafios relacionados à fiscalização, à transparência e à efetividade da proteção de direitos.

Inteligência artificial chinesa, vigilância e governança de dados

A governança de dados na China combina inteligência artificial, grandes bases de dados e políticas de segurança interna. O país adota sistemas de monitoramento digital e mecanismos de avaliação de comportamento aplicados a cidadãos e empresas.

A análise baseada em IA apoia a identificação de riscos, a gestão de serviços urbanos, o combate a fraudes e o controle de conteúdo em plataformas digitais. Esses usos ampliam a eficiência administrativa e operacional.

Ao mesmo tempo, o uso intensivo de dados pessoais gera debates sobre limites, proteção de direitos individuais e riscos de discriminação, tema recorrente em discussões internacionais sobre ética digital.

Entre inovação e direitos: o dilema da vigilância inteligente

A vigilância baseada em inteligência artificial expõe um dilema central. De um lado, benefícios relacionados à segurança, eficiência e personalização de serviços; de outro, riscos à privacidade, à liberdade individual e à possibilidade de abusos.

Casos de monitoramento em larga escala, controle de acesso a espaços públicos e moderação de conteúdo ilustram essas tensões. Organizações civis, pesquisadores e autoridades defendem maior transparência, avaliações independentes e mecanismos de responsabilização.

A discussão sobre os limites éticos e legais da vigilância inteligente permanece aberta, com diferentes países buscando equilibrar inovação tecnológica, segurança e respeito aos direitos humanos.

Regulação: como a China tenta controlar o uso de IA em vigilância

A China desenvolveu um conjunto amplo de leis e normas para regular o uso de inteligência artificial, com foco no reconhecimento facial e no tratamento de dados biométricos. Um dos principais marcos é a Lei de Proteção de Informações Pessoais (PIPL), em vigor desde 2021.

A legislação estabelece regras para coleta, processamento e compartilhamento de dados sensíveis. Entre as exigências estão o consentimento explícito dos titulares, a limitação do uso de biometria a finalidades justificadas e a adoção de medidas técnicas para reduzir riscos de vazamento ou uso indevido.

As normas também preveem auditorias, avaliações de impacto e sanções relevantes em caso de descumprimento. O objetivo é aproximar as práticas chinesas de padrões internacionais de proteção de dados e facilitar a atuação global de empresas do país.

Limites para uso de biometria e exigência de consentimento

A regulação chinesa impõe restrições específicas ao uso de dados , especialmente no reconhecimento facial. O consentimento expresso tornou-se obrigatório, e alternativas não biométricas devem ser oferecidas sempre que possível.

Essas medidas buscam reduzir riscos de discriminação, acesso não autorizado e exposição a fraudes. A legislação define critérios rigorosos para armazenamento, compartilhamento e exclusão de dados sensíveis.

Esse conjunto de regras dialoga com recomendações internacionais para o uso responsável de IA, servindo como referência para países que buscam equilibrar inovação tecnológica e proteção de direitos individuais.

Competição e cooperação: a IA chinesa no cenário geopolítico

O avanço da inteligência artificial chinesa está no centro da disputa global por liderança tecnológica. O país investe em autonomia para chips, infraestrutura de nuvem, padrões técnicos e participação em fóruns internacionais de regulação.

A estratégia inclui reduzir dependência de fornecedores estrangeiros, fortalecer cadeias produtivas domésticas e influenciar normas globais. A competição envolve temas como segurança, propriedade intelectual e governança de dados. Nesse contexto, a relação com os Estados Unidos e outros blocos econômicos molda o ritmo e os limites da cooperação internacional em IA.

Propostas chinesas para governança global de IA

A China tem apresentado iniciativas em fóruns multilaterais para discutir estruturas de governança, cooperação e regulação da inteligência artificial em escala global. As propostas destacam temas como segurança, transparência e responsabilidade no uso da tecnologia.

O país participa de conferências da ONU, acordos bilaterais e debates sobre princípios internacionais de IA. O objetivo é influenciar a construção de regras comuns diante de desafios tecnológicos compartilhados. À medida que a IA impacta economias, políticas públicas e relações sociais, a governança global se torna um tema central no debate internacional.

O que a experiência da inteligência artificial chinesa ensina ao mundo?

A experiência da China mostra como a integração acelerada entre tecnologia, dados e serviços pode impulsionar competitividade e transformação digital. A capacidade de lançar soluções em larga escala, testar com agilidade e criar ecossistemas integrados acelera a adoção de IA em setores públicos e privados.

Ao mesmo tempo, a concentração de poder e os riscos associados ao uso intensivo de dados funcionam como alerta. Episódios de vazamentos de informações pessoais, como o ocorrido em Xangai em 2022, reforçam a importância de políticas rigorosas de proteção, prevenção e resposta a incidentes.

Esse cenário alimenta o debate global sobre limites tecnológicos, responsabilidade corporativa e o papel do Estado. A principal lição é a busca por equilíbrio entre eficiência, inovação e respeito a direitos fundamentais.

Oportunidades para inovação responsável em outros países

Empresas e governos podem aprender com a velocidade de desenvolvimento e a integração digital chinesa sem replicar práticas controversas de vigilância. Transparência, proteção de dados, participação social e regulação equilibrada são pilares para uma inovação ética.

A adoção responsável de IA exige consentimento claro, avaliações de impacto, prestação de contas e mecanismos independentes de controle. Confiança do usuário e reputação organizacional dependem do compromisso com princípios éticos e privacidade.

Caminhos consistentes incluem educação digital, colaboração internacional e adoção de normas técnicas reconhecidas globalmente, conciliando crescimento tecnológico e preservação de direitos.

Como empresas brasileiras podem olhar para a IA chinesa?

A experiência chinesa em inteligência artificial traz aprendizados aplicáveis ao contexto brasileiro, especialmente no uso estratégico de dados, na integração de serviços digitais e na aplicação de IA em pagamentos e atendimento ao cliente. Ecossistemas integrados mostram como reduzir fricções e ampliar eficiência ao longo da jornada do usuário.

Para empresas no Brasil, a principal lição está em transformar dados em valor com governança, transparência e conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Modelos integrados podem ser adaptados por meio de parcerias e soluções modulares, respeitando limites culturais e regulatórios.

O uso de IA em antifraude, análise de risco e atendimento automatizado oferece ganhos reais, desde que acompanhado de explicabilidade e controle. O ponto central é equilibrar inovação tecnológica com responsabilidade, confiança e foco no usuário!

Continue em nosso blog para explorar outros conteúdos sobre inteligência artificial, tecnologia e inovação, incluindo sobre ChatGPT e o uso de IA no dia a dia. Até a próxima!

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