Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 11,1%

Variação mensal 2,3%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 13,1%

Variação mensal -5,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.428,09

Pontualidade do pagamento 78,7%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 411,27

Pontualidade do pagamento 83,8%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.423,47

Pontualidade do pagamento 82,2%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 284,99

Pontualidade do pagamento 92,0%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 17,4%

No mês (em milhões) 9,0

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 17,9%

No mês (em milhões) 8,6

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 51,0%

No mês (em milhões) 83,9

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,9%

Variação mensal 0,6%

Falência Requerida

CNPJs no ano 234

Processos no ano 224

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 602

Processos no ano 268

Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 11,1%

Variação mensal 2,3%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 13,1%

Variação mensal -5,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.428,09

Pontualidade do pagamento 78,7%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 411,27

Pontualidade do pagamento 83,8%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.423,47

Pontualidade do pagamento 82,2%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 284,99

Pontualidade do pagamento 92,0%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 17,4%

No mês (em milhões) 9,0

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 17,9%

No mês (em milhões) 8,6

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 51,0%

No mês (em milhões) 83,9

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,9%

Variação mensal 0,6%

Falência Requerida

CNPJs no ano 234

Processos no ano 224

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 602

Processos no ano 268

Responsabilidade Corporativa

Como funcionam os programas de open innovation que conectam startups e grandes empresas?

Entenda o conceito de open innovation e veja como as Datatechs colaboram com startups para acelerar produtos de dados e criar soluções inovadoras.

Imagem de capa

A transformação digital e a velocidade das mudanças no mercado fizeram com que muitas empresas percebessem que inovar apenas internamente já não é suficiente. Nesse cenário, surgem os programas de conexão entre startups e grandes corporações, que criam pontes estruturadas para que soluções inovadoras encontrem desafios reais de negócio.

Esses programas fazem parte do conceito de open innovation, também chamado de inovação aberta, no qual empresas passam a colaborar com essas jovens empresas, universidades e outros parceiros para acelerar inovação, reduzir riscos e testar novas ideias com mais agilidade.

Ao longo deste artigo, você vai entender como esses programas funcionam e por que eles têm ganhado tanta relevância no ecossistema de inovação. Vamos lá!

Conhecer o Programa para Startup

O que é a ACE Cortex?

A ACE Cortex é uma consultoria de negócios que faz parte do ecossistema ACE Ventures. Ele atua como uma ponte estruturada entre desafios reais das empresas e startups capazes de resolvê-los com tecnologia, agilidade e novos modelos de negócio.

Dentro do ecossistema brasileiro de inovação, a ACE Cortex se consolidou como uma referência por traduzir a lógica da inovação aberta em projetos concretos, indo além da experimentação superficial, conectando necessidades estratégicas das corporações com startups em estágio de validação ou tração, para criar oportunidades reais de colaboração.

Por que a ACE Cortex se tornou uma referência em conexão entre startups e corporações?

Dentro do ecossistema brasileiro de inovação, a ACE Cortex se consolidou como uma referência por traduzir a lógica da inovação aberta em projetos concretos, indo além da experimentação superficial, conectando necessidades estratégicas das corporações com startups em estágio de validação ou tração, para criar oportunidades reais de colaboração.

Um dos grandes diferenciais da ACE Cortex é a forma como o seu programa organiza a conexão entre empresas e startups. Em vez de ações isoladas, ela trabalha com desafios bem definidos, critérios claros de seleção e acompanhamento de perto ao longo do processo.

Além disso, o foco em problemas reais das grandes empresas aumenta muito as chances de sair do discurso e chegar a resultados práticos. Soma-se a isso a experiência da ACE no ecossistema de inovação e empreendedorismo, que garante uma curadoria cuidadosa e um bom encaixe entre startups e corporações.

Outro ponto importante é que a ACE Cortex não atua apenas como intermediária entre os dois lados. Existe todo um trabalho de estruturação do processo, desde a definição dos desafios estratégicos das empresas até a seleção das startups mais adequadas para cada contexto. Esse cuidado evita um problema comum em iniciativas de inovação aberta: conexões que parecem promissoras no início, mas que acabam não avançando por falta de alinhamento estratégico ou maturidade das soluções.

Com uma metodologia estruturada, acompanhamento próximo e visão estratégica do mercado, a ACE Cortex consegue transformar o conceito de open innovation em projetos concretos de colaboração entre startups e grandes empresas.

Quais alternativas existem no ecossistema de inovação além da ACE Cortex?

O ecossistema de inovação é formado por diferentes organizações e iniciativas que atuam com o objetivo de estimular o desenvolvimento de startups e aproximá-las de oportunidades de mercado. Entre essas alternativas estão aceleradoras, hubs de inovação, programas corporativos e diversas iniciativas de apoio ao empreendedorismo tecnológico.

As aceleradoras, por exemplo, costumam focar no desenvolvimento das próprias startups. Elas oferecem programas estruturados que incluem mentoria, capacitação, apoio estratégico e, em alguns casos, investimento inicial para ajudar as empresas a evoluírem seus produtos e modelos de negócio.

Já os hubs de inovação funcionam como espaços de conexão entre diferentes atores do ecossistema, como startups, empresas, investidores e instituições de pesquisa. Por meio de eventos, programas colaborativos e iniciativas de networking, esses ambientes ajudam a estimular trocas de conhecimento e a criação de novas parcerias.

Também existem programas próprios desenvolvidos por grandes empresas, voltados para atrair startups com soluções alinhadas a seus desafios estratégicos. Nesses casos, a própria organização cria estruturas internas para conduzir projetos de inovação aberta e testar novas tecnologias.

O que são programas de conexão entre startups e grandes empresas?

Programas de conexão são iniciativas criadas para aproximar corporações e startups de forma estruturada.
O objetivo é permitir que grandes empresas acessem inovação externa enquanto startups encontram oportunidades de testar, validar e escalar suas soluções.

Diferentemente de parcerias pontuais, esses programas seguem uma lógica organizada, com etapas claras, definição de desafios, seleção de startups e acompanhamento dos projetos, funcionando como um ambiente seguro de experimentação.

As empresas podem testar novas tecnologias, metodologias ou modelos de negócio sem precisar desenvolver tudo internamente, enquanto as startups ganham acesso a mercado, conhecimento e recursos que muitas vezes levariam anos para conquistar sozinhas.

Além disso, esses programas ajudam a reduzir a distância entre dois universos que operam em ritmos muito diferentes. Enquanto grandes corporações costumam ter processos mais estruturados e complexos, startups operam com agilidade e experimentação constante.

Qual o conceito de open innovation?

Para entender o conceito de open innovation, ou inovação aberta, pense no modelo tradicional de pesquisa e desenvolvimento: uma grande empresa se tranca em seu próprio laboratório e tenta criar soluções do zero, de forma totalmente isolada do mundo exterior. A inovação aberta é exatamente o oposto disso. Trata-se de uma estratégia de negócios que quebra esses muros corporativos e reconhece que as melhores ideias e tecnologias não precisam vir, obrigatoriamente, de dentro da companhia.

Nesse modelo, as corporações buscam ativamente parcerias externas. Podem ser com novos negócios, universidades, centros de pesquisa e até mesmo com clientes, para cocriar soluções. Para uma Datatech, por exemplo, isso significa conectar sua robusta infraestrutura de dados com a agilidade e a tecnologia especializada de uma startup.

O objetivo central é unir forças: a grande empresa entra com a escala, os recursos e o conhecimento de mercado, enquanto o parceiro externo traz novas perspectivas e tecnologias disruptivas prontas para serem testadas.

Infográfico como funciona o conceito de open innovation

O que são programas de inovação aberta?

Programas de inovação aberta são iniciativas criadas para aproximar corporações e startups de forma estruturada. Diferentemente de parcerias pontuais, esses programas seguem uma lógica organizada, com etapas claras, definição de desafios, seleção de jovens empresas e acompanhamento dos projetos, funcionando como um ambiente seguro de experimentação.

Dessa forma, as companhias podem testar novas tecnologias, metodologias ou modelos de negócio sem precisar desenvolver tudo internamente, enquanto as organizações embrionárias ganham acesso a mercado, conhecimento e recursos que muitas vezes levariam anos para conquistar sozinhas.

Como programas de inovação aberta fortalecem o ecossistema de inovação?

Programas de conexão entre startups e grandes empresas desempenham um papel importante no fortalecimento do ecossistema de inovação como um todo. Ao criar oportunidades de colaboração, essas iniciativas aproximam diferentes atores do mercado e estimulam o desenvolvimento de soluções capazes de responder a desafios reais.

Para as startups, esse tipo de programa também representa uma oportunidade relevante de amadurecimento, já que o contato com grandes empresas permite compreender melhor as demandas do mercado, aprimorar produtos e adaptar modelos de negócio para contextos mais complexos.

Já para as corporações, essas conexões funcionam como uma forma de manter proximidade com novas tecnologias e tendências emergentes. Em vez de acompanhar essas transformações apenas como observadoras, as empresas passam a participar de forma mais ativa do processo de inovação, explorando novas soluções e aprendendo com a dinâmica do ecossistema de startups.

Com o tempo, esse movimento gera benefícios que ultrapassam as organizações diretamente envolvidas. À medida que mais startups conseguem validar suas soluções e mais empresas incorporam novas tecnologias, o ecossistema tende a se tornar mais dinâmico, competitivo e preparado para gerar inovação em diferentes setores da economia.

Quais os principais benefícios dos programas de inovação aberta?

Quando uma empresa decide estruturar um programa para se conectar com startups, os ganhos vão muito além de simplesmente carregar o selo de "moderna". Os principais benefícios práticos desse movimento incluem:

  • Velocidade de resposta ao mercado: desenvolver um novo produto de dados ou uma ferramenta de inteligência artificial internamente pode levar anos devido às barreiras burocráticas de uma grande corporação. Ao fazer parcerias com novos empreendedores, a empresa consegue validar hipóteses, testar protótipos e lançar soluções no mercado em uma fração desse tempo;

  • Acesso a tecnologias de ponta sem inflar custos: em vez de gastar recursos massivos tentando criar uma ferramenta altamente especializada do zero, a corporação pode integrar tecnologias que o ecossistema de startups já passou anos desenvolvendo e refinando. Isso gera uma economia significativa em infraestrutura e pessoal técnico;

  • Redução dos riscos de investimento: o processo de inovação envolve falhas. Nos programas abertos, os riscos financeiros de testar novos mercados ou produtos são compartilhados. Se um projeto piloto não funcionar, o aprendizado é rápido, o custo é controlado e a empresa pode mudar de rota sem grandes prejuízos estruturais;

  • Transformação cultural na prática: o contato frequente com o ritmo dinâmico e focado em soluções dos novos negócios oxigena os processos internos da grande empresa. Isso ajuda a desengessar as equipes corporativas, incentivando os colaboradores a adotarem uma mentalidade mais ágil, colaborativa e focada na resolução prática de problemas.

Inovação aberta e inovação corporativa: como esses conceitos se complementam?

Embora muitas vezes sejam mencionados juntos, inovação aberta e inovação corporativa representam dimensões diferentes de um mesmo movimento dentro das empresas. A inovação corporativa está relacionada à estratégia da organização para evoluir seus produtos, processos e modelos de negócio. É ela que define prioridades, direciona investimentos e estabelece quais áreas precisam se transformar para que a empresa continue competitiva.

Já a inovação aberta funciona como um modelo de execução dessa estratégia. Em vez de depender exclusivamente de recursos internos, as empresas passam a buscar conhecimento, tecnologia e soluções fora de seus próprios limites organizacionais. Startups, universidades, centros de pesquisa e outros parceiros tornam-se parte ativa desse processo de inovação.

Quando essas duas abordagens trabalham de forma integrada, a inovação tende a se tornar mais dinâmica e conectada às transformações do mercado. A estratégia corporativa orienta o que precisa ser desenvolvido ou transformado, enquanto a inovação aberta amplia o acesso a novas ideias, talentos e tecnologias que podem contribuir para atingir esses objetivos. Compare:

Aspecto

Inovação Corporativa

Inovação Aberta (open innovation)

Dimensão principal

Estratégia (direcionamento)

Execução (modelo prático de implementação)

Função principal

Define prioridades, direciona investimentos e indica quais áreas devem se transformar.

Viabiliza a estratégia buscando conhecimento e tecnologia fora da empresa.

Foco de atuação

Evolução sustentável dos produtos, processos e modelos de negócio da companhia.

Captura de soluções e ideias externas com agilidade.

Origem dos recursos

Focada nas diretrizes, necessidades e capacidades internas de planejamento.

Colaborativa; utiliza parceiros externos (startups, universidades, centros de pesquisa).

Papel na Transformação

Estabelece o que precisa ser transformado para manter a competitividade.

Entrega como transformar, acessando soluções prontas e acelerando resultados.

Como grandes empresas se conectam às startups?

A conexão entre grandes empresas e startups costuma começar com um processo de análise interna dentro da corporação. Nesse momento, diferentes áreas do negócio identificam desafios estratégicos, gargalos operacionais ou oportunidades de inovação que poderiam ser solucionados por meio de novas tecnologias ou abordagens de mercado.

A partir desse mapeamento inicial, são definidos temas ou desafios específicos que orientam a busca por startups capazes de contribuir com soluções relevantes. Esse processo pode envolver a análise de diversas empresas do ecossistema, levando em consideração fatores como maturidade da solução, aderência ao problema identificado e capacidade de implementação no contexto da organização.

Depois dessa etapa de seleção, ocorre um período de aproximação entre as equipes da empresa e as startups escolhidas. Nesse momento, são discutidos detalhes técnicos, possibilidades de aplicação e formas de adaptação da solução à realidade do negócio. Esse diálogo é importante porque muitas vezes as soluções precisam ser ajustadas para se integrar aos sistemas, processos e objetivos estratégicos da corporação.

Quando existe alinhamento entre as partes, o relacionamento pode avançar para etapas de experimentação, nas quais as soluções são testadas em ambientes controlados ou em projetos específicos dentro da empresa. Esse processo permite avaliar não apenas o potencial tecnológico da solução, mas também sua viabilidade operacional e seu impacto real no negócio.

Se os resultados forem positivos, a parceria pode evoluir para contratos comerciais, projetos de maior escala ou até formas mais profundas de colaboração dentro da estratégia de inovação da empresa.

Quais áreas costumam se beneficiar mais dessas conexões?

Áreas ligadas a tecnologia e dados costumam estar entre as mais impactadas, assim como produtos e serviços digitais. Processos internos e eficiência operacional também se beneficiam bastante, especialmente quando há automação e uso inteligente de dados.

Qual é o papel da inovação aberta nesses programas de aceleração?

A inovação aberta, ou open innovation, parte do princípio de que boas ideias podem vir de fora da empresa. Em vez de concentrar toda a inovação internamente, as organizações passam a colaborar com startups, universidades e outros parceiros.

Nos programas de conexão, a inovação aberta é o modelo que viabiliza essa colaboração, tornando o processo mais ágil e conectado à realidade do mercado.

Como as Datatechs inovam com as startups na prática?

A inovação entre Datatechs e startups acontece por meio de uma via de mão dupla: de um lado, a datatech possui uma infraestrutura de dados gigantesca, robustez regulatória e escala de mercado; do outro, a empresa em estágio inicial traz agilidade de execução, foco em problemas hiperespecíficos e liberdade para testar novas ideias sem as amarras burocráticas de uma grande corporação.

Quando esses dois mundos se conectam, a inovação deixa de ser um plano de longo prazo e vira solução imediata. Essa dinâmica de colaboração costuma se desenhar em três frentes principais:

  • Abertura de ecossistemas via APIs: as Datatechs abrem as portas de seus sistemas para que os novos negócios utilizem suas bases de dados e inteligência analítica como matéria-prima. Isso funciona como uma plataforma de aceleração: a startup acopla sua tecnologia ágil a um ecossistema de dados massivo para criar produtos novos em tempo recorde;

  • Projetos-piloto e Provas de Conceito (PoCs): em vez de passar meses ou anos desenhando um produto internamente, a Datatech valida hipóteses de mercado apoiando soluções que as startups já têm prontas. Se uma iniciativa empreendedora domina uma dor muito específica do consumidor, a Datatech testa e refina esse modelo na prática com custos e riscos controlados;

  • Integração e ganho de portfólio: a inovação se consolida quando a tecnologia ágil da startup é integrada diretamente às soluções que a Datatech oferece ao mercado. Isso permite que a grande empresa atualize seu portfólio de produtos de forma constante e responda às novas demandas dos clientes com a mesma velocidade de uma empresa nativa digital.

O que é corporate venture e como ele se relaciona com programas como o da ACE Cortex?

O corporate venture é uma estratégia por meio da qual grandes empresas investem diretamente em startups ou estabelecem relações mais profundas de parceria com negócios inovadores. Diferentemente de programas de conexão ou aceleração, esse modelo costuma envolver participação financeira, investimentos estratégicos ou até a criação de veículos específicos voltados para inovação.

Esse tipo de iniciativa surge quando as empresas percebem que algumas startups podem desempenhar um papel relevante em sua estratégia de longo prazo. Ao investir nesses negócios, a corporação não apenas acompanha de perto o desenvolvimento da solução, como também passa a ter maior proximidade com novas tecnologias, tendências de mercado e modelos de negócio emergentes.

Nesse contexto, programas de conexão entre startups e grandes empresas costumam funcionar como etapas anteriores dentro da jornada de inovação corporativa. Eles permitem que as empresas conheçam diferentes soluções, experimentem possíveis aplicações e identifiquem quais startups possuem maior potencial de colaboração estratégica.

Quando essas interações geram resultados positivos, a empresa pode decidir aprofundar o relacionamento, seja por meio de parcerias comerciais mais robustas ou até por investimentos diretos no crescimento da startup.

Conhecer Impulsiona Startup

O Corporate venture é indicado para qualquer empresa?

Apesar de ser uma estratégia importante dentro da inovação corporativa, o corporate venture nem sempre é o primeiro passo para todas as empresas. Como envolve investimento direto ou relações estratégicas mais profundas com startups, esse modelo costuma exigir um certo nível de maturidade organizacional, além de processos claros para lidar com riscos, decisões e acompanhamento dessas iniciativas.

Por isso, empresas que ainda estão estruturando sua cultura de inovação geralmente começam por caminhos mais exploratórios, como programas de conexão com startups ou iniciativas de open innovation. Esse tipo de experiência ajuda a aproximar a organização do ecossistema de inovação, além de permitir que as equipes compreendam melhor a dinâmica das startups e as possibilidades de colaboração.

Com o tempo, à medida que a empresa ganha familiaridade com esse ambiente e identifica oportunidades mais estratégicas, modelos mais robustos, como o corporate venture, podem surgir naturalmente como uma evolução dessa jornada de inovação.

Quais alternativas existem no ecossistema de inovação além da ACE Cortex?

O ecossistema de inovação é formado por diferentes organizações e iniciativas que atuam com o objetivo de estimular o desenvolvimento de startups e aproximá-las de oportunidades de mercado. Entre essas alternativas estão aceleradoras, hubs de inovação, programas corporativos e diversas iniciativas de apoio ao empreendedorismo tecnológico.

As aceleradoras, por exemplo, costumam focar no desenvolvimento das próprias startups. Elas oferecem programas estruturados que incluem mentoria, capacitação, apoio estratégico e, em alguns casos, investimento inicial para ajudar as empresas a evoluírem seus produtos e modelos de negócio.

Já os hubs de inovação funcionam como espaços de conexão entre diferentes atores do ecossistema, como startups, empresas, investidores e instituições de pesquisa. Por meio de eventos, programas colaborativos e iniciativas de networking, esses ambientes ajudam a estimular trocas de conhecimento e a criação de novas parcerias.

Também existem programas próprios desenvolvidos por grandes empresas, voltados para atrair startups com soluções alinhadas a seus desafios estratégicos. Nesses casos, a própria organização cria estruturas internas para conduzir projetos de inovação aberta e testar novas tecnologias.

Cada uma dessas alternativas possui características específicas e pode atender a diferentes objetivos dentro da jornada de inovação de empresas e startups.

Por que programas estruturados tendem a gerar melhores resultados?

A colaboração entre startups e grandes empresas pode gerar oportunidades valiosas, mas também envolve desafios naturais, já que os dois lados costumam operar de formas muito diferentes. Enquanto startups trabalham com agilidade e experimentação constante, corporações tendem a seguir processos mais estruturados e ciclos de decisão mais longos.

Sem uma organização clara, muitas iniciativas acabam ficando apenas no campo das ideias ou de testes iniciais, travando projetos promissores simplesmente por falta de alinhamento entre as equipes, dificuldades de comunicação ou ausência de um processo que conduza a colaboração de forma consistente.

Programas estruturados ajudam a reduzir esses obstáculos ao estabelecer etapas bem definidas, critérios claros de seleção e acompanhamento ao longo das iniciativas. Essa organização facilita o entendimento entre as partes e aumenta as chances de que as conexões evoluam para projetos concretos.

Além disso, a curadoria especializada contribui para aumentar a qualidade das conexões realizadas, aproximando startups cujas soluções realmente fazem sentido para os desafios das empresas. Com isso, cresce também a probabilidade de que essas parcerias gerem resultados práticos para ambos os lados.

Impulsiona Startups: iniciativa da Serasa Experian em parceria com a ACE Cortex!

Se você chegou até aqui, já percebeu como a conexão entre startups e grandes empresas pode abrir caminhos importantes para inovação e crescimento. É exatamente dentro dessa lógica que surge o Impulsiona Startups, uma iniciativa da Serasa Experian realizada em parceria com a ACE Cortex.

O objetivo dessa iniciativa é conectar a robusta infraestrutura tecnológica de dados com negócios emergentes que tenham um propósito claro: gerar impacto positivo na saúde financeira dos brasileiros. Nosso programa de inovação aberta busca empresas que já estão em fase de validação ou tração e que resolvem problemas reais em três frentes essenciais:

  • Democratização da educação financeira;

  • Ampliação da geração de renda para trabalhadores informais;

  • Desenvolvimento de soluções focadas na prevenção à fraude contra os consumidores.

Na prática, a colaboração acontece ao longo de um ciclo de aceleração de até sete meses, estruturado para alavancar o crescimento dessas startups sem tirar a autonomia dos fundadores. Os negócios selecionados recebem aportes financeiros livres de participação acionária (equity-free) e, o mais importante, ganham acesso ao principal ativo da Serasa Experian: nossa inteligência de dados.

Durante o programa, os empreendedores podem integrar as soluções diretamente em seus próprios sistemas via API ou White Label, utilizando essas ferramentas gratuitamente por doze meses. Além do suporte tecnológico, o processo é enriquecido com mentorias exclusivas lideradas pelos executivos da própria companhia.

É dessa forma que o open innovation se materializa: o empreendimento inovador ganha escala para transformar o mercado, enquanto a Serasa Experian fomenta um ecossistema financeiro mais seguro, inovador e inclusivo para toda a sociedade.

Assista aqui aos depoimentos de mentores do programa!

A era da inovação fechada ficou definitivamente para trás!

No cenário altamente dinâmico das Datatechs, tentar criar todas as soluções tecnológicas da porta para dentro não é apenas ineficiente, é um risco de mercado. A inovação aberta surge exatamente como a estratégia ideal para conectar a escala, a segurança e a robustez dos grandes ecossistemas de dados à velocidade de execução e ao foco cirúrgico das startups.

Iniciativas práticas, como o nosso programa Impulsiona Startups, provam que essa colaboração gera valor real para as duas pontas. Enquanto os novos negócios ganham tração, mentoria executiva e acesso gratuito a APIs de inteligência analítica, as Datatechs aceleram seu ritmo de renovação e expandem seu impacto positivo na sociedade.

No fim, quem ganha com o open innovation é o mercado e o consumidor, que passam a contar com soluções muito mais ágeis, inclusivas e seguras. Visite a página do Impulsiona Startups e saiba mais sobre como apoiamos o crescimento de negócios inovadores com o poder dos dados!

Feedback do Artigo

Este conteúdo foi útil

Fique por dentro das novidades!

Inscreva-se e receba novidades sobre os assuntos que mais te interessam.

Leia também

Registradora de recebíveis: o que é e como funciona?

Registradora de recebíveis: o que é e como funciona?

Entenda como a registradora de recebíveis aumenta a segurança, reduz riscos e amplia o acesso ao crédito para empresas.

Fraud-as-a-Service (FaaS): o que é e como proteger sua empresa

Fraud-as-a-Service (FaaS): o que é e como proteger sua empresa

Entenda o que é Fraud-as-a-Service (FaaS), seus riscos para negócios digitais e como proteger sua empresa contra fraudes e ataques cibernéticos.

O que é um FIDC? Como funciona, normativas, tipos de cotas e mais

O que é um FIDC? Como funciona, normativas, tipos de cotas e mais

Entenda como os FIDCs geram liquidez, reduzem custos de crédito e atraem investidores. Veja tipos, cotas, riscos e novas regras.

O que é threat intelligence? Entenda sua aplicação, como incorporar e mais

O que é threat intelligence? Entenda sua aplicação, como incorporar e mais

Entenda o que é threat intelligence, seus principais tipos e como aplicá-la para antecipar ameaças, prevenir fraudes e proteger dados.

Vazamento de dados e credenciais: saiba os riscos e como se proteger

Vazamento de dados e credenciais: saiba os riscos e como se proteger

Entenda os riscos do vazamento de dados e credenciais e conheça práticas para proteger sua empresa contra fraudes, ataques e prejuízos.

Como identificar golpes que usam telas, apps e sites falsos?

Como identificar golpes que usam telas, apps e sites falsos?

Saiba como identificar golpes com telas, apps e sites falsos, reconhecer sinais de fraude e reforçar a proteção da sua empresa no ambiente digital.