Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,5%

Variação mensal 4,2%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 13,1%

Variação mensal -5,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.428,09

Pontualidade do pagamento 78,7%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 411,27

Pontualidade do pagamento 83,8%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.423,47

Pontualidade do pagamento 82,2%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 284,99

Pontualidade do pagamento 92,0%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 17,2%

No mês (em milhões) 9,1

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 17,7%

No mês (em milhões) 8,7

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 51,0%

No mês (em milhões) 83,9

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,9%

Variação mensal 0,6%

Falência Requerida

CNPJs no ano 234

Processos no ano 224

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 602

Processos no ano 268

Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,5%

Variação mensal 4,2%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 13,1%

Variação mensal -5,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.428,09

Pontualidade do pagamento 78,7%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

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Pontualidade do pagamento 83,8%

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Ticket Médio R$ 1.423,47

Pontualidade do pagamento 82,2%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 284,99

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Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

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No mês (em milhões) 8,7

Consumidor | Inadimplência

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No mês (em milhões) 83,9

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,9%

Variação mensal 0,6%

Falência Requerida

CNPJs no ano 234

Processos no ano 224

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 602

Processos no ano 268

Autenticação e Prevenção à Fraude

O que é Deepfake, como identificar e como proteger sua empresa de fraudes desse tipo

Você conhece a tecnologia Deepfake? Entenda o que é, como identificar e proteger sua empresa contra essa ameaça digital. Saiba mais!

Imagem de capa

No universo digital, o deepfake tornou-se uma preocupação central para gestores, equipes de TI e profissionais de segurança corporativa. Manipular áudios, vídeos e imagens por meio de inteligência artificial não apenas revoluciona a comunicação, mas também amplia o risco de fraudes digitais sofisticadas contra empreendedores e seus negócios.

A cada dia que passa, as tecnologias são submetidas a atualizações que as tornam cada vez mais avançadas e complexas. Essa é a grande oportunidade que os criminosos digitais têm: uma vez que estão inseridos em uma economia global de golpes, passam a aprimorar suas técnicas para aplicá-las em pessoas e empresas.

Dado que instituições de todos os portes e setores enfrentam a possibilidade de lidar com conteúdos falsificados, conhecer mais sobre o assunto e adotar uma postura preventiva é essencial. É o que faremos neste post. Continue a leitura e saiba mais!

O que é deepfake?

Sabe quando você usa um filtro de redes sociais que muda o seu rosto em tempo real, ou quando antigamente as pessoas faziam montagens recortando a foto de alguém e colando no corpo de outra? Agora, imagine a inteligência artificial fazendo isso em um vídeo, mas de forma tão avançada que consegue pegar o rosto e a voz de qualquer pessoa e colocá-los no corpo de outra, de um jeito tão perfeito que parece real. Isso é o deepfake.

O termo vem da mistura de duas palavras em inglês: "deep learning" (que é um tipo de inteligência artificial superavançada) e "fake" (que significa falso), tratando-se de uma tecnologia que permite a sobreposição de rostos e vozes em vídeos. Mas o grande truque é que ela é capaz de sincronizar os movimentos dos lábios e as expressões faciais, com uma perfeição tão grande que faz com que a imagem se assemelhe muito a uma pessoa real.

Os vídeos criados podem ser usados para disseminar desinformação, simulando pessoas famosas ou autoridades, por exemplo, que parecem dizer ou fazer coisas que nunca praticaram na vida real. Nesses casos, a manipulação pode ser usada para influenciar a opinião pública em relação a determinados temas ao gerar polêmica e revolta. Por outro lado, em uma realidade mais próxima do nosso dia a dia, os deepfakes estão sendo usados por criminosos digitais para se passar por pessoas reais e entrar em contas bancárias, sistemas e outros.

Quais são os quatro tipos mais comuns do uso de deepfakes?

Com o passar do tempo, novas possibilidades de aplicação da fraude foram descobertas conforme ela foi aprimorada, assim como toda tecnologia. Portanto, não basta saber o que é deepfake; também é muito importante conhecer os principais tipos. Acompanhe.

1. Texto

Esse tipo de engenharia social, como o nome evidencia, está relacionado com a criação de textos que parecem ter sido escritos por pessoas reais. Nesses casos, a tecnologia analisa o estilo de escrita de uma pessoa real para se passar por ela e criar materiais que parecem verdadeiros. Por exemplo, um texto humanizado que solicita informações sensíveis sobre uma instituição pode ser um alerta de risco.

2. Redes sociais

Nas redes sociais, seu uso mais perigoso está na disseminação de desinformação para manipular opiniões por meio de vídeos falsos de autoridades, além de perfis fakes criados por criminosos para aplicar golpes financeiros nos usuários.

3. Voz

Como o próprio nome deixa claro, o deepfake de voz consiste na criação de áudios falsos que imitam — quase perfeitamente — a voz de pessoas reais. Esse golpe é utilizado para burlar sistemas de biometria de voz e para disseminar informações falsas que podem causar conflitos em vários campos, como o da tecnologia.

4. Uso do deepfake em tempo real

O deepfake em tempo real é o tipo de golpe mais utilizado para burlar softwares de biometria facial, enquadrando-se no crime de falsidade ideológica, previsto no art. 298 do Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/1940). As tecnologias utilizadas conseguem alterar o rosto em transmissões em tempo real, como nas lives em redes sociais.

O que diz a legislação sobre o deepfake?

A legislação brasileira evoluiu para acompanhar o avanço da inteligência artificial e dos recursos de deepfake. Entre as principais normas, destacam-se as orientações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que estabelecem restrições ao uso de deepfakes em campanhas eleitorais, exigindo transparência e rotulagem clara de conteúdos manipulados. A Lei nº 15.123/2025, em vigor, ampliou penalidades para crimes cometidos com o auxílio de IA, especialmente na alteração de imagens e sons para fraudes e enganos.

Essas mudanças legais implicam maior responsabilidade para empresas quanto à manipulação digital de identidade. Pessoas físicas e jurídicas estão sujeitas a sanções mais rigorosas ao descumprir as diretrizes, o que reforça a necessidade de políticas internas rígidas para prevenção de uso indevido dessas tecnologias. Recomenda-se consultar fontes oficiais governamentais para atualização constante sobre o tema, já que o cenário de regulação da inteligência artificial está em rápida transformação.

Como identificar o uso da tecnologia de deepfake?

Listamos as principais formas de identificar o deepfake AI para que você consiga agir rápido, caso necessário.

Como identificar deepfakes em conteúdos de áudio

A detecção de deepfake em áudio exige análise atenta de diversos elementos. Áudios manipulados por IA costumam apresentar alterações sutis nas expressões naturais, ausência de pausas típicas da fala humana e entonação robótica. Para equipes corporativas, a identificação precisa dessas inconsistências é fundamental para bloquear tentativas de fraude em tempo real.

Métodos para detecção de deepfake em vídeos corporativos

Reconhecer deepfakes em vídeos corporativos envolve a observação de sinais visuais como falhas de sincronização labial, distorções em movimentos faciais e sombras inconsistentes. A presença desses detalhes pode indicar manipulação digital, especialmente quando o vídeo é utilizado para instruções internas ou contatos com clientes.

Ferramentas e dicas para identificar deepfake em textos

A manipulação de textos por inteligência artificial também representa um desafio crescente. Robôs e sistemas automatizados produzem mensagens que aparentam ser genuínas, mas costumam deixar rastros perceptíveis. Padrões repetitivos, uso excessivo de palavras-chave e incoerência com a linguagem habitual da empresa são sinais de alerta importantes.

Por que as empresas devem se preocupar com deepfake?

Antigamente, o deepfake era uma tecnologia mais restrita e desconhecida, exigindo alto conhecimento sobre os recursos e sistemas de manipulação de imagem. Hoje, tornou-se uma realidade muito mais acessível com o uso da IA.

A partir disso, os criminosos digitais começaram a agir com ousadia. Entre as aplicações mais preocupantes, estão as tentativas de apropriação de identidade de sócios e executivos, simulação de transações financeiras em nome da organização e manipulação de comunicados com temáticas importantes. Essas táticas surgem, especialmente, em cenários de exposição pública de dados ou de registros audiovisuais corporativos.

Quais são as principais tecnologias para prevenção a fraudes?

Para proteger a empresa contra fraudes em um cenário em que o deepfake é uma realidade, as organizações precisam ir além das defesas tradicionais. Criminosos digitais já utilizam essa tecnologia para simular rostos e vozes de diretores ou clientes em chamadas de vídeo, conseguindo autorizar transferências bancárias falsas e invadir sistemas.

Para combater essa ameaça, a empresa deve investir em uma infraestrutura robusta de cibersegurança e implementar soluções de monitoramento do uso da marca, capazes de detectar sites, perfis falsos e materiais manipulados que tentam se passar pela companhia na internet para enganar funcionários e consumidores.

Na ponta operacional e financeira, a blindagem exige processos rigorosos de autenticação de identidade. É indispensável adotar sistemas avançados de verificação de documentos e de biometria facial com prova de vida (liveness check), capazes de identificar se o rosto apresentado é de uma pessoa real ou de uma projeção de deepfake.

A Biometria Facial da Serasa Experian vai além da simples comparação entre rostos. A solução combina liveness proprietário, certificado pelo iBeta, com técnicas de detecção de deepfakes, ataques de injection e outras tentativas de fraude, além de integrar inteligência de dispositivos, dados do CPF e histórico de comportamento digital para validar a identidade com mais precisão. Essa abordagem multicamadas permite às empresas diferenciar uma pessoa real de conteúdos sintéticos, elevando a segurança dos processos de autenticação sem comprometer a experiência do usuário.

Além disso, para garantir a segurança das transações, a empresa deve integrar ferramentas de validação de cartão e módulos de antifraude Pix, que analisam o comportamento das operações em tempo real, bloqueando pagamentos suspeitos antes que o dinheiro saia do caixa da empresa.

Como proteger minha empresa contra o deepfake?

Usar a tecnologia não é o único jeito de evitar os deepfakes. Medidas básicas de segurança são excelentes para interromper a contaminação dessa fraude. Entenda:

  • Garanta que os funcionários da empresa saibam como a tecnologia funciona e quais riscos ela pode trazer;
  • Fique de olho nas atualizações sobre deepfake e demais golpes, e ensine outras pessoas a identificá-los;
  • Use fontes de autoridade para se informar e evitar cair em fake news;
  • Realize backups dos arquivos da empresa com regularidade;
  • O uUsoe de senhas fortes e diferentes para cada conta, invista no setor de cibersegurança e em ferramentas que exijam a troca constante.

O que esperar do futuro com o uso de deepfakes?

O relatório DeepStrike estima que o número de arquivos deepfake aumentou de 500 mil para 8 milhões em apenas dois anos. Claro, alguns desses vídeos são feitos para entretenimento, porém também há uma parcela de vídeos que manipulam opiniões e acontecimentos. Além disso, o mesmo relatório traz um dado alarmante: um crescimento de mais de 1.000% nas tentativas de fraude utilizando esse recurso.

Os números mostram que a tendência é dominar a internet ainda mais. Há algum tempo, os vídeos dessa estratégia poderiam ser identificados e desmistificados com facilidade, pois, antes, as mídias desse golpe eram de baixa qualidade e com movimentos limitados. Pensando no agora e no futuro, será cada vez mais necessário contar com parceiros experientes e garantir a segurança dos negócios.

Acesse o site de soluções de autenticação e prevenção à fraude da Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, e deixe sua empresa ainda mais preparada para enfrentar essa e outras ameaças emergentes no cenário digital.

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