Presenteísmo é um problema silencioso que mina a produtividade e o clima de qualquer empresa. Sabe quando alguém está no escritório, bate o ponto certinho, participa das reuniões, mas claramente não está engajado? O corpo está ali, mas a mente está distante, ocupada com problemas pessoais, saúde mental abalada ou preocupações financeiras.
Às vezes, o motivo está em pressões por metas exageradas, falta de reconhecimento, medo de perder o emprego ou cansaço acumulado que fingimos não sentir. O problema é que, enquanto o absenteísmo aparece nos relatórios do RH, o presenteísmo age no silêncio, que corrói resultados e desmotiva o time. Se interessou pelo assunto? Então, confira detalhes a seguir!
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- Presenteísmo: o que é e por que ele preocupa o RH?
- Qual a diferença entre absenteísmo e presenteísmo?
- Quais são as principais causas do presenteísmo nas empresas?
- Como o presenteísmo impacta a produtividade e o clima organizacional?
- Como identificar o presenteísmo na rotina das equipes?
- Como reduzir o presenteísmo nas empresas?
- Quais são os benefícios que ajudam a diminuir o presenteísmo no dia a dia?
Presenteísmo: o que é e por que ele preocupa o RH?
Presenteísmo é quando o colaborador está fisicamente presente, mas entrega apenas o básico, no modo automático. Os motivos podem ser muitos: estresse, ansiedade, falta de reconhecimento, problemas em casa ou até dificuldades financeiras.
O RH fica em alerta porque o presenteísmo mina o engajamento, faz o clima pesar e transforma equipes vibrantes em grupos desanimados. O impacto é grande: a produtividade despenca, surgem mais erros, a inovação some e, aos poucos, o clima organizacional se deteriora.
Quando o assunto não é encarado, o presenteísmo se torna comum e enfraquece até as culturas mais fortes. Reconhecer esse fenômeno é a primeira etapa para virar o jogo e construir ambientes de trabalho mais saudáveis.
Qual a diferença entre absenteísmo e presenteísmo?
Absenteísmo e presenteísmo são dores comuns nas empresas, mas com sintomas e efeitos bem diferentes. O absenteísmo é fácil de medir: são as faltas, os atrasos e as licenças que aparecem no ponto e nos relatórios. Todo mundo percebe quando alguém está ausente.
Já o presenteísmo é mais sutil: a pessoa está lá, mas não se dedica, não propõe novas ideias, entrega tarefas no limite e passa despercebida por um tempo. O presenteísmo pode ser até mais prejudicial, pois se prolonga e contagia a equipe. O RH precisa checar além dos dados de presença e entender a qualidade da participação.
Sinais como queda no desempenho, aumento dos erros, prazos estourados e falta de colaboração são alertas claros. Estratégias de RH eficientes precisam considerar ambos os fenômenos para garantir equipes realmente produtivas.
Quais são as principais causas do presenteísmo nas empresas?
Diversos fatores contribuem para o presenteísmo, como:
· saúde mental fragilizada (ansiedade, depressão, estresse);
· excesso de cobranças e sobrecarga de trabalho;
· falta de reconhecimento ou perspectiva de crescimento;
· preocupações financeiras (dívidas ou salário defasado);
· ambiente tóxico;
· relações difíceis ou falta de apoio;
· medo de perder o emprego ou não ser compreendido.
Essas causas podem se somar, tornando o cenário ainda mais difícil. RHs atentos percebem mudanças de comportamento, como indisposição frequente, afastamentos curtos, desempenho irregular e menor participação em reuniões. Mapear as reais razões do presenteísmo é fundamental para agir de forma adequada.
Como o presenteísmo impacta a produtividade e o clima organizacional?
O presenteísmo tem efeitos profundos e muitas vezes subestimados. O clima organizacional fica mais tenso, as pessoas colaboram menos e a criatividade some. A produtividade depende de atenção, foco, engajamento e saúde.
Quando alguém entra no modo "piloto automático", todo o time sente o impacto: surgem mais erros, conflitos desnecessários e aquela sensação de que ninguém está realmente engajado. Esse fenômeno não afeta apenas quem está vivendo o presenteísmo, mas influencia todo o grupo.
O RH e as lideranças precisam atuar juntos, promovendo ações coordenadas de cuidado com a saúde mental, física e financeira. Empresas que encaram o presenteísmo de frente conseguem renovar o ambiente, recuperar a motivação e impulsionar resultados positivos. O momento ideal não existe, mas o importante é começar.
Como identificar o presenteísmo na rotina das equipes?
Para identificar o presenteísmo, é essencial conferir pequenos sinais no dia a dia, como atrasos frequentes e produtividade irregular, baixa participação em reuniões e projetos, tarefas entregues no limite ou com qualidade inferior, reclamações recorrentes de cansaço ou desmotivação, sobrecarga no trabalho e ausência em discussões relevantes, assim como comentários de colegas sobre clima pesado ou conflitos.
A liderança deve criar espaços para conversas abertas, incentivar feedbacks e promover pesquisas de clima. Escuta ativa, empatia e transparência ajudam a identificar o problema cedo e agir antes que ele se torne crônico. Não ignore sinais: juntos, eles mostram que algo urgente precisa de atenção.
Como reduzir o presenteísmo nas empresas?
Combater o presenteísmo exige ação prática e humana. Isso inclui revisar o clima organizacional e ouvir o time, investir em saúde mental e bem-estar, flexibilizar horários e distribuir tarefas de forma justa, oferecer benefícios acessíveis e simples de usar, estimular a liderança a dar o exemplo, com confiança e diálogo, e usar ferramentas digitais para monitorar indicadores e realizar diagnósticos.
Agir rápido mostra que o bem-estar está sempre na palma da mão. Desburocratizar a gestão do cuidado é prioridade para um ambiente saudável, produtivo e diverso.
Quais são os benefícios que ajudam a diminuir o presenteísmo no dia a dia?
A SalaryFits, solução de multibenefícios da Serasa Experian, é parceira do RH e dos colaboradores. Ela oferece telemedicina para facilitar o acesso à saúde, acompanhamento psicológico para cuidar da mente, clube de descontos para ampliar o poder de compra, adiantamento salarial sem custo nem burocracia, assim como crédito consignado com as melhores condições do mercado.
Esses recursos incentivam o autocuidado, reduzem o estresse e tornam a rotina mais equilibrada. O acesso é simples, seguro e está sempre na palma da mão. Para problemas reais, soluções que se adaptam ao jeito de cada pessoa.
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O presenteísmo é um alerta silencioso de que algo não vai bem — e ignorá-lo pode custar caro em produtividade, clima e saúde das equipes. Enfrentar esse desafio exige mais do que controle de ponto: pede escuta ativa, empatia, liderança preparada e benefícios que realmente apoiem o colaborador no dia a dia. Ao investir em bem-estar físico, mental e financeiro, o RH transforma presença em engajamento e constrói ambientes mais saudáveis e produtivos.
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