Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 9,1%

Variação mensal 15,4%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 13,7%

Variação mensal 9,3%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.391,05

Pontualidade do pagamento 76,8%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 389,03

Pontualidade do pagamento 82,8%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.448,68

Pontualidade do pagamento 81,3%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 293,85

Pontualidade do pagamento 91,2%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 14,8%

No mês (em milhões) 9,2

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 15,2%

No mês (em milhões) 8,7

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 51,0%

No mês (em milhões) 84,0

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,9%

Variação mensal 0,6%

Falência Requerida

CNPJs no ano 234

Processos no ano 224

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 602

Processos no ano 268

Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 9,1%

Variação mensal 15,4%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 13,7%

Variação mensal 9,3%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.391,05

Pontualidade do pagamento 76,8%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 389,03

Pontualidade do pagamento 82,8%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.448,68

Pontualidade do pagamento 81,3%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 293,85

Pontualidade do pagamento 91,2%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 14,8%

No mês (em milhões) 9,2

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 15,2%

No mês (em milhões) 8,7

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 51,0%

No mês (em milhões) 84,0

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,9%

Variação mensal 0,6%

Falência Requerida

CNPJs no ano 234

Processos no ano 224

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 602

Processos no ano 268

Finanças

Como substituir planilhas por app de gestão financeira para empresas

Troque planilhas por um aplicativo de gestão financeira de empresas: como migrar os dados sem perder controle e quais recursos ajudam a organizar o caixa.

Imagem de capa

A planilha pode ser uma ótima primeira ferramenta para organizar as finanças de uma pequena empresa. Ela permite registrar receitas, despesas e acompanhar o caixa sem adicionar novos custos à operação.

O problema começa quando manter a planilha passa a exigir mais trabalho do que analisar as informações. Um extrato está no banco, os recebíveis das maquininhas estão em outro aplicativo, as contas futuras estão em uma segunda planilha e o saldo precisa ser atualizado manualmente.

Quando isso acontece, descobrir quanto dinheiro a empresa realmente tem disponível pode consumir um tempo que poderia ser usado para planejar pagamentos, compras e investimentos. É nesse momento que um aplicativo de gestão financeira pode ajudar.

A mudança não precisa acontecer de uma vez nem exige abandonar todas as planilhas. O mais importante é entender quais controles precisam ser centralizados, escolher uma data para iniciar a nova rotina e conferir se os números do aplicativo correspondem à realidade da empresa.

Neste artigo, você vai entender quando vale fazer essa transição e como substituir as planilhas sem perder o histórico ou o controle financeiro do negócio.

Vale a pena trocar a planilha por um aplicativo de gestão financeira?

Sim, quando a planilha começa a dificultar a rotina em vez de simplificá-la. Para uma empresa com poucas movimentações, uma conta bancária e uma pessoa responsável pelo financeiro, uma planilha bem organizada pode funcionar por bastante tempo.

Conforme o negócio ganha movimentação, porém, cresce também a necessidade de reunir dados de diferentes fontes, atualizar informações com frequência e acompanhar o que ainda vai acontecer no caixa. Esse é o ponto em que um aplicativo passa a trazer mais valor.

Sistemas de gestão podem reduzir tarefas manuais, centralizar dados e facilitar a leitura do fluxo financeiro. Conteúdos atuais sobre essa transição destacam justamente que a planilha costuma perder eficiência quando aumenta o número de movimentações, pessoas envolvidas ou informações que precisam ser conciliadas.

A pergunta, portanto, não precisa ser “planilha é ruim?”. Uma pergunta mais útil é: “Minha empresa ainda consegue tomar decisões com segurança usando apenas essa planilha?”

7 sinais de que a planilha pode estar ficando pequena para o negócio

Nem sempre existe um momento exato para fazer a mudança. Alguns sinais da rotina ajudam a perceber quando vale considerar outra ferramenta. Um deles é precisar abrir vários arquivos, extratos e aplicativos apenas para entender o caixa. Outros sinais comuns são:

  • você gasta muito tempo copiando movimentações do banco para a planilha;
  • o saldo registrado frequentemente não bate com o saldo real;
  • existem várias versões do mesmo arquivo;
  • receitas ou despesas ficam sem lançamento;
  • há mais de uma conta bancária para acompanhar;
  • é difícil saber quanto a empresa ainda tem para receber;
  • você consegue explicar o passado, mas tem dificuldade de visualizar os próximos dias.

O problema não é apenas operacional. Quando as informações demoram para ser reunidas, a decisão também demora. Uma compra, um pagamento antecipado ou uma contratação pode ser avaliada com base em um saldo que não considera todos os compromissos futuros.

Planilha ou aplicativo de gestão financeira: qual é a diferença?

A principal diferença está no nível de automação e centralização.

AspectoPlanilhaAplicativo de gestão financeira
Registro de movimentaçõesGeralmente manualPode ser automatizado ou integrado
Atualização do saldoDepende dos lançamentosPode acompanhar dados conectados
Contas bancáriasNormalmente separadasPodem ser consolidadas
CategorizaçãoFeita manualmentePode ter automação
Fluxo de caixaPrecisa ser construídoPode ser apresentado automaticamente
RelatóriosDependem de fórmulas e estruturaPodem vir prontos
HistóricoDepende da organização dos arquivosCentralizado na plataforma
Projeções e alertasExigem criação própriaAlgumas soluções oferecem
ManutençãoDepende de disciplinaParte do trabalho pode ser automatizada

Isso não significa que todo aplicativo será melhor do que toda planilha. Uma ferramenta complexa que ninguém utiliza corretamente também não resolve a gestão financeira. A vantagem aparece quando ela consegue reduzir trabalho repetitivo e tornar a informação mais fácil de consultar.

Quais aplicativos podem substituir planilhas na gestão da empresa?

A escolha depende do que a empresa hoje controla manualmente. Em alguns casos, o principal desafio é acompanhar saldos, receitas, despesas e fluxo de caixa. Em outros, a planilha também concentra estoque, pedidos, cobranças, vendas ou informações bancárias.

Por isso, vale olhar menos para a quantidade de funcionalidades e mais para o tipo de problema que o aplicativo ajuda a resolver.

AplicativoPrincipal funçãoQuando pode fazer sentido
Serasa DescomplicaGestão financeira, contas bancárias, fluxo de caixa e inteligência financeiraPara MEIs e pequenas empresas que querem centralizar as finanças e reduzir controles manuais
BlingERP, estoque, vendas, notas fiscais e financeiroPara comércios e e-commerces que também precisam substituir planilhas da operação
CoraConta PJ, pagamentos, cobranças e recebimentosPara quem quer organizar parte da rotina financeira dentro da própria conta empresarial
Inter EmpresasConta PJ, pagamentos, boletos e serviços bancáriosPara empresas que querem concentrar principalmente a rotina bancária
MarketUPERP, PDV, estoque, vendas, notas fiscais e financeiroPara pequenos negócios que querem substituir várias planilhas operacionais ao mesmo tempo

Serasa Descomplica: para substituir controles financeiros manuais

Se a planilha é usada principalmente para acompanhar entradas, despesas, saldos e fluxo de caixa, uma plataforma de gestão financeira pode ser o caminho mais direto.

O Serasa Descomplica permite conectar contas bancárias do CNPJ, reunir saldos e extratos, categorizar receitas e gastos, acompanhar relatórios financeiros e visualizar recebíveis. Conforme o plano, também oferece projeções, alertas e recomendações para apoiar o planejamento.

A proposta faz sentido principalmente para MEIs, micro e pequenas empresas que querem reduzir o trabalho de copiar informações manualmente e ter uma visão mais clara do caixa em um só lugar.

Conheça o Serasa Descomplica

Bling: para quem também precisa controlar estoque e vendas

Se a empresa usa planilhas não apenas para as finanças, mas também para controlar produtos, pedidos, estoque e vendas, um ERP pode atender melhor essa necessidade.

O Bling reúne recursos de gestão financeira, estoque, emissão de notas fiscais, pedidos, vendas e integrações com canais de comércio eletrônico.

Por isso, pode fazer mais sentido para lojas, e-commerces e negócios em que o controle financeiro está diretamente ligado à movimentação de produtos.

Cora: para organizar cobranças e movimentações na conta PJ

Nem toda empresa precisa de um sistema completo de gestão.

Quando o principal objetivo é organizar pagamentos, recebimentos, boletos e cobranças, uma conta empresarial com recursos de gestão pode substituir parte dos controles mantidos em planilhas.

A Cora concentra serviços bancários para empresas e recursos relacionados a cobranças e recebimentos, podendo reduzir o trabalho manual em rotinas mais simples.

Inter Empresas: para concentrar a rotina bancária

Para empresas que utilizam a planilha principalmente para acompanhar pagamentos, transferências, boletos e movimentações da conta, uma solução bancária empresarial também pode reduzir parte do controle manual.

O Inter Empresas oferece conta PJ e diferentes serviços bancários para a rotina da empresa.

Nesse caso, o ganho está mais ligado à centralização da movimentação bancária do que a uma gestão financeira completa.

MarketUP: para substituir planilhas também na operação

Quando existem planilhas separadas para estoque, produtos, vendas, caixa e outras rotinas, pode ser mais interessante avaliar um ERP.

O MarketUP reúne recursos como PDV, estoque, vendas, emissão de notas e financeiro, atendendo pequenos negócios que precisam organizar várias áreas em uma única plataforma.

Esse tipo de solução pode fazer mais sentido para comércios e estabelecimentos que querem substituir não apenas a planilha financeira, mas também controles operacionais.

Qual aplicativo escolher?

A resposta depende do uso atual da planilha.

Se ela serve principalmente para controle financeiro, vale priorizar uma solução como o Serasa Descomplica. Se também concentra estoque, vendas e produtos, um ERP como Bling ou MarketUP pode ser mais adequado. Já quando a necessidade está mais ligada a pagamentos, recebimentos e rotina bancária, contas PJ como Cora ou Inter Empresas podem resolver parte do problema.

O ponto principal é evitar trocar uma planilha simples por uma ferramenta complexa demais para a realidade da empresa.

A melhor escolha é aquela que reduz trabalho manual e ajuda o empreendedor a entender melhor o que está acontecendo no negócio.

Como substituir a planilha por um aplicativo de gestão financeira?

A melhor migração é aquela em que o empreendedor sabe exatamente de onde veio o saldo inicial e consegue conferir se as informações da nova ferramenta fazem sentido. Em vez de simplesmente parar de usar a planilha em um dia e começar o aplicativo no outro, vale fazer a transição em etapas.

1. Descubra quais planilhas você realmente utiliza

Antes de escolher a ferramenta, faça um inventário simples. Talvez exista uma planilha de fluxo de caixa, outra de contas a pagar, uma terceira para recebimentos de cartão e um arquivo anual que ninguém atualiza há meses. Identifique quais controles fazem parte das decisões reais da empresa.

Pergunte:

  • quais arquivos são atualizados toda semana?
  • quais números você consulta antes de fazer um pagamento?
  • onde ficam os valores que ainda serão recebidos?
  • onde registra despesas futuras?
  • quais dados precisam ser copiados manualmente do banco?

Esse levantamento mostra quais funções o aplicativo precisará substituir.

2. Organize os dados antes de migrar

Trocar de ferramenta não corrige automaticamente informações desatualizadas. Se a planilha contém lançamentos duplicados, contas antigas classificadas como abertas ou categorias confusas, vale organizar esses dados antes de utilizá-los como referência.

Comece conferindo o saldo das contas, valores a pagar e a receber e as movimentações mais recentes. Não é necessário transformar anos de histórico em um arquivo perfeito para começar. Em muitos casos, é mais útil definir uma data de corte e manter a planilha antiga arquivada para consultas.

3. Escolha uma data para começar o novo controle

Uma data de corte ajuda a evitar duplicidade. Você pode, por exemplo, decidir que a partir do primeiro dia do próximo mês todas as movimentações passarão a ser acompanhadas no aplicativo.

O histórico anterior permanece salvo na planilha. Assim, fica claro onde procurar cada informação e diminui o risco de registrar a mesma receita ou despesa nos dois lugares.

4. Separe as contas da empresa das contas pessoais

A migração também é uma oportunidade para rever a organização financeira do negócio. Misturar pagamentos pessoais e empresariais dificulta a leitura do caixa independentemente da ferramenta utilizada.

No aplicativo Serasa Descomplica, por exemplo, a conexão é feita com contas bancárias de titularidade do CNPJ. As contas pessoais dos sócios não são conectadas. Essa separação ajuda a construir uma visão mais clara de quanto a operação realmente recebe, gasta e mantém disponível.

5. Conecte as fontes de informação que fazem sentido

Uma das maiores oportunidades ao sair da planilha é reduzir a redigitação. Em vez de copiar manualmente cada transação do extrato, algumas ferramentas permitem conectar as informações bancárias.

No aplicativo Serasa Descomplica, as contas bancárias do CNPJ podem ser conectadas para reunir saldos e extratos de diferentes bancos em um único ambiente. A plataforma também categoriza receitas e gastos e apresenta relatórios financeiros.

Quando a conexão acontece pelo Open Finance, o compartilhamento depende da autorização do cliente. O Banco Central informa que o usuário escolhe quais instituições participarão e pode cancelar o consentimento a qualquer momento. Isso elimina parte do trabalho de ficar entrando em diferentes bancos apenas para montar uma visão consolidada.

6. Confira o saldo inicial

Essa etapa merece atenção. Imagine que a planilha mostre R$ 12 mil disponíveis, mas a soma das contas bancárias indique R$ 10.500. Antes de seguir, procure entender a diferença. Ela pode estar em:

  • uma despesa ainda não lançada;
  • um recebimento registrado antes de cair;
  • uma transferência contabilizada duas vezes;
  • alguma movimentação pessoal;
  • uma conta que não estava sendo acompanhada.

Começar o aplicativo com uma referência confiável evita carregar divergências para o novo controle.

7. Revise as categorias de receitas e despesas

Uma planilha antiga pode ter dezenas de categorias que perderam utilidade. “Diversos”, “outros gastos”, “extras” e classificações muito detalhadas podem dificultar a análise.

Na mudança, tente criar grupos que respondam perguntas úteis. Em vez de querer apenas saber “quanto gastamos?”, pode ser mais interessante enxergar: quanto foi para fornecedores, impostos, aluguel, equipe, marketing ou despesas financeiras?

A categorização ajuda a transformar movimentações em informação gerencial. O Descomplica oferece extrato inteligente com categorização automática das movimentações, reduzindo parte desse trabalho manual.

8. Mantenha um período curto de conferência

Durante os primeiros dias ou semanas, vale comparar os números do aplicativo com as fontes originais. O objetivo não é manter dois controles para sempre.

É conferir se:

  • as contas certas foram conectadas;
  • os saldos fazem sentido;
  • as categorias estão adequadas;
  • pagamentos e recebimentos relevantes aparecem corretamente.

Quando essa rotina estiver validada, a planilha deixa de ser a fonte principal.

O que fazer com as planilhas antigas?

Não é necessário apagar os arquivos. Organize-os como histórico. Uma prática simples é criar uma pasta com o nome do período, registrar a data em que o controle foi encerrado e salvar uma versão final que não será mais alterada. Por exemplo:

Controle financeiro - encerrado em 31-10-2026

Isso deixa claro que aquele arquivo serve apenas para consulta. A partir da data definida, o aplicativo passa a ser a principal referência para a rotina financeira.

A planilha ainda pode continuar útil para simulações e análises pontuais. A diferença é que ela deixa de funcionar como o lugar onde todas as movimentações precisam ser digitadas e conciliadas manualmente.

Quais recursos procurar em um aplicativo de gestão financeira?

Não escolha apenas pela quantidade de funções. Comece pelo problema que você quer resolver. Para uma pequena empresa, alguns recursos costumam ter impacto direto na rotina.

Contas bancárias em um só lugar

Se a empresa utiliza mais de um banco, visualizar os saldos juntos reduz o tempo necessário para entender quanto há disponível. No Descomplica, as contas conectadas podem ser visualizadas de forma consolidada.

Fluxo de caixa

Uma boa visão financeira não deve mostrar apenas quanto dinheiro existe hoje. Também precisa ajudar o empreendedor a acompanhar entradas e saídas e, quando possível, olhar os compromissos futuros. Isso permite perceber com antecedência períodos de caixa mais apertado.

Receitas e despesas categorizadas

Organizar movimentações por categoria ajuda a entender onde o dinheiro está sendo utilizado. Esse tipo de visão é especialmente importante para quem está saindo de uma planilha na qual as informações eram registradas sem padrão.

Recebíveis de cartão

Negócios que vendem por cartão precisam diferenciar venda realizada de dinheiro disponível. O Serasa Descomplica permite acompanhar pagamentos históricos das maquininhas e valores e datas de recebimentos futuros.

Relatórios

O aplicativo deve facilitar a leitura do negócio, não apenas acumular transações. Relatórios ajudam a comparar períodos e identificar mudanças nas receitas ou despesas.

Projeções e alertas

Depois que o básico está organizado, a ferramenta pode ir além do registro e ajudar a olhar para frente. Esse é um dos pontos em que inteligência analítica e inteligência artificial podem trazer um ganho adicional para a gestão.

Como a inteligência artificial pode tornar o aplicativo mais útil do que a planilha?

Uma planilha consegue calcular. Uma ferramenta com inteligência também pode ajudar a interpretar padrões. A diferença aparece quando os dados deixam de responder apenas “o que aconteceu?” e passam a ajudar em perguntas como:

  • o caixa pode ficar apertado nas próximas semanas?
  • existe uma mudança de comportamento nas despesas?
  • há uma entrada prevista que merece atenção?
  • como o fluxo de caixa pode evoluir?

No Serasa Descomplica, a IA analisa informações do fluxo de caixa para gerar dicas, alertas e recomendações. A plataforma também oferece projeção de fluxo de caixa e recursos preditivos em seu plano com funcionalidades adicionais.

Na Serasa Experian, essa combinação se conecta com a combinação de inteligência analítica potencializada pela inteligência artificial o que chamamos de AI². A inteligência analítica contribui para definir dados relevantes e interpretar contextos, enquanto a IA amplia agilidade e capacidade de escala.

Para uma pequena empresa, o valor não está em usar inteligência artificial simplesmente porque a tecnologia existe. Está em receber informações que ajudem a enxergar melhor o negócio antes de decidir.

Como o aplicativo Serasa Descomplica ajuda quem quer sair das planilhas?

O próprio ponto de partida do Serasa Descomplica é uma situação comum a pequenas empresas: informações financeiras distribuídas entre planilhas, extratos bancários e diferentes aplicativos.

A plataforma reúne em um único ambiente:

  • saldos e extratos de contas bancárias do CNPJ;
  • categorização de receitas e gastos;
  • relatórios de desempenho financeiro;
  • informações de recebíveis de cartões;
  • dicas e recomendações com inteligência artificial;
  • recursos adicionais de projeção de fluxo de caixa e análises preditivas, conforme o plano contratado.

Há uma versão gratuita com parte das funcionalidades e uma modalidade mais completa por assinatura. Isso permite começar a organizar o financeiro sem necessariamente migrar direto para uma estrutura complexa de ERP. O Descomplica é voltado principalmente para MEIs, micro e pequenas empresas.

É seguro conectar as contas bancárias a um aplicativo?

Antes de conectar uma conta, é importante entender como os dados serão utilizados e quais autorizações estão sendo concedidas.

No Open Finance, o compartilhamento só ocorre com consentimento. O Banco Central informa que o usuário pode verificar finalidade, prazo e dados compartilhados e cancelar a autorização quando desejar. As credenciais bancárias, como senhas e tokens, não fazem parte dos dados compartilhados.

No caso do Serasa Descomplica, a conexão das contas funciona em modo de leitura. A plataforma consulta os dados autorizados, mas não permite realizar pagamentos, transferências ou outras movimentações bancárias. Esse ponto deve ser verificado sempre que a empresa avaliar uma ferramenta financeira.

Aplicativo de gestão financeira substitui o contador?

Não. Um aplicativo ajuda na organização e no acompanhamento financeiro da empresa. O contador atua em atividades contábeis, fiscais e tributárias e pode orientar o negócio de acordo com sua situação.

Na prática, um controle financeiro melhor organizado pode facilitar a conversa com a contabilidade porque o empreendedor passa a ter mais clareza sobre receitas, despesas e movimentações. São funções complementares.

Aplicativo de gestão financeira é a mesma coisa que ERP?

Não necessariamente. Um aplicativo financeiro pode estar concentrado em contas, fluxo de caixa, movimentações bancárias, relatórios e planejamento. Um ERP costuma abranger outras áreas da operação, como estoque, vendas, compras, produção ou emissão de documentos fiscais.

Para uma pequena empresa, não existe vantagem automática em escolher o sistema com mais funções. Se o principal problema é entender o caixa e organizar as contas, uma solução financeira mais simples pode atender melhor e exigir menos tempo de implantação.

Preciso abandonar totalmente as planilhas?

Não. Esse é um erro comum na discussão entre planilha e aplicativo. A planilha continua sendo útil para várias tarefas: fazer uma simulação específica, montar um orçamento, analisar um projeto ou testar diferentes cenários.

O que pode deixar de fazer sentido é depender dela para reunir manualmente todas as movimentações financeiras todos os dias. Nesse cenário, a divisão pode ser simples: aplicativo para acompanhar a rotina financeira; planilha para análises e simulações específicas. Assim, cada ferramenta é utilizada onde faz mais sentido.

Quanto tempo leva para sair da planilha?

Depende da organização atual da empresa. Uma pequena empresa com poucas contas e informações bem organizadas pode fazer a transição rapidamente. Uma operação que acumulou diferentes arquivos e controles pode precisar de mais tempo para conferir saldos, pendências e categorias. O mais importante não é migrar tudo em um único dia.

É estabelecer uma sequência: organizar → escolher a data de corte → conferir → conectar → validar → passar a acompanhar. Essa abordagem reduz a possibilidade de começar o novo controle com informações inconsistentes.

Quais erros evitar ao trocar a planilha por um aplicativo?

O primeiro é tentar transferir todos os dados antigos sem avaliar se eles ainda são úteis. O segundo é escolher uma ferramenta apenas porque ela possui muitas funcionalidades. Outro erro é acreditar que a automação elimina a necessidade de acompanhar as finanças.

O aplicativo pode fazer boa parte do trabalho operacional, mas o empreendedor continua precisando olhar para as informações e decidir. Também evite manter durante meses dois controles completos e independentes. Se a planilha e o aplicativo continuarem sendo atualizados separadamente, é comum surgir uma nova dúvida: qual dos dois está certo?

Defina qual será a fonte principal depois do período de conferência.

Quando é melhor continuar na planilha?

Nem toda empresa precisa migrar agora. Se o negócio possui poucas movimentações, uma única conta, baixo volume de pagamentos e uma rotina simples de atualização, a planilha pode continuar cumprindo bem o papel. A mudança começa a fazer mais sentido quando a falta de integração gera retrabalho ou quando o empreendedor precisa de uma visão mais rápida e atualizada para decidir.

Por isso, sair da planilha não deve ser tratado como uma obrigação ou como sinal de que o negócio “amadureceu”. É uma escolha de gestão.

Sair da planilha é menos sobre tecnologia e mais sobre ganhar visão do negócio

A principal vantagem de um aplicativo de gestão financeira não está em ter uma tela mais moderna do que uma planilha. Está em reduzir o tempo gasto reunindo informações e aumentar o tempo disponível para entendê-las.

Quando saldos, extratos, receitas, despesas e recebimentos deixam de ficar espalhados, o empreendedor consegue construir uma visão mais clara do caixa. A partir daí, a pergunta deixa de ser apenas “quanto dinheiro tenho hoje?”.

Passa a incluir: quanto ainda vou receber, o que preciso pagar e como isso pode afetar os próximos dias?

Para MEIs, micro e pequenas empresas que chegaram a esse momento, o Serasa Descomplica é uma alternativa para centralizar as informações financeiras e começar a substituir controles manuais por uma rotina mais organizada. A combinação de dados, inteligência analítica e inteligência artificial amplia essa proposta ao ajudar a transformar movimentações em alertas, projeções e informações para a tomada de decisão.

A planilha pode continuar existindo. O que muda é seu papel.

Em vez de gastar tempo alimentando arquivos para descobrir o que aconteceu, o empreendedor pode dedicar mais atenção ao que realmente importa: entender os números e decidir o que fazer a seguir.

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