Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,5%

Variação mensal 4,2%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 13,1%

Variação mensal -5,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.391,05

Pontualidade do pagamento 76,8%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 389,03

Pontualidade do pagamento 82,8%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.448,68

Pontualidade do pagamento 81,3%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 293,85

Pontualidade do pagamento 91,2%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 17,2%

No mês (em milhões) 9,1

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 17,7%

No mês (em milhões) 8,7

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 51,0%

No mês (em milhões) 83,9

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 1,9%

Variação mensal 0,6%

Falência Requerida

CNPJs no ano 234

Processos no ano 224

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 602

Processos no ano 268

Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,5%

Variação mensal 4,2%

Consumidor | Demanda por Crédito

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Atividade do Comércio

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Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 602

Processos no ano 268

Empreendedorismo

O que é organograma matricial? Entenda a estrutura e suas aplicações

o que é organograma matricial, diferenças para a estrutura funcional, vantagens e quando usar em empresas de inovação e tecnologia! Confira.

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Projetos complexos pedem velocidade, clareza e decisões bem distribuídas. Só que, em muitas empresas, a pessoa colaboradora avança em uma frente e trava em outra, porque a aprovação precisa subir vários níveis ou porque cada área usa critérios diferentes para priorizar. Já passou pela situação de ter uma boa ideia aprovada por um gestor e, ainda assim, ver o projeto parar no caminho?

Quando a empresa cresce, a hierarquia ajuda a organizar responsabilidades, orçamento e autonomia. Ao mesmo tempo, esse formato nem sempre acompanha a dinâmica de iniciativas que cruzam áreas, como lançamentos de produto, implantação de sistemas, gestão de de dados, integração de dados ou revisão de jornada de cliente.

Neste post, você vai entender o que caracteriza esse modelo e por que ele aparece com frequência em empresas que lidam com múltiplas demandas ao mesmo tempo. Também vamos diferenciar estrutura organizacional e organograma, percorrer os principais tipos de estruturas e mais! Confira abaixo:

O que é uma organização matricial?

Uma organização matricial funciona com supervisão de mais de uma liderança. Na prática do dia a dia, a pessoa colaboradora responde ao líder do seu departamento e também a uma liderança de projetos. Essa dupla referência aparece no organograma matricial e deixa claro quem define prioridades técnicas, quem direciona entregas do projeto e como as decisões circulam.

Esse formato costuma combinar bem com projetos complexos, com muitas dependências e com entregas interligadas. Quando produto, tecnologia, marketing, dados e atendimento precisam caminhar juntos, o organograma matricial evita que cada área siga isolada, porque o projeto ganha uma coordenação própria, sem exigir que a empresa desmonte a estrutura de departamentos.

O que são estruturas organizacionais?

Antes de entrar no organograma matricial, vale alinhar o conceito de estrutura organizacional. Estrutura organizacional é o modo como a empresa se organiza: divisão por áreas, hierarquia, responsabilidades, níveis de autoridade e fluxos de decisão. Em outras palavras, é o desenho que orienta quem faz o quê, quem decide o quê e como as pessoas se conectam para entregar resultados.

Estrutura organizacional e organograma não significam a mesma coisa. A estrutura é o arranjo real, com regras e relações de trabalho. O organograma é a representação visual desse arranjo. Por isso, o organograma matricial mostra como a estrutura matricial se distribui, com linhas de reporte que cruzam áreas e projetos.

Também existe diferença entre estruturas formais e informais. A formal define cargos, departamentos, responsabilidades e níveis de decisão. A informal nasce das relações entre pessoas, da influência de quem domina um assunto e de acordos cotidianos.

Mesmo com um organograma matricial bem desenhado, a rede informal continua presente. A gestão madura reconhece essa camada e usa tecnologia no trabalho, rituais de alinhamento e clareza de papéis para evitar conflito e retrabalho.

Quais são os tipos de estruturas organizacionais?

Empresas escolhem estruturas organizacionais conforme tamanho, tipo de entrega, maturidade de gestão e grau de dependência entre áreas. Não existe um modelo único que sirva para todo negócio. O que existe é adequação: um formato que sustenta decisões, comunicação e execução com menos atrito.

Entre os tipos mais conhecidos, aparecem: linear vertical, funcional, horizontal, por projetos, divisional, circular radial e matricial. A seguir, confira cada um desses modelos:

1. Linear vertical ou hierárquica

A estrutura linear vertical é a mais tradicional. O organograma costuma parecer uma pirâmide: no topo, a liderança executiva; abaixo, diretorias, gerências e coordenações; na base, equipes operacionais. Cada pessoa colaboradora possui um superior direto, com uma cadeia clara de autoridade para decidir e aprovar.

Esse tipo de desenho traz previsibilidade e facilita o entendimento sobre responsabilidades. Por outro lado, quando a empresa precisa conduzir projetos que cruzam departamentos, a comunicação tende a passar por etapas demais. A tecnologia até acelera trocas de informação, só que a decisão continua presa na hierarquia.

2. Horizontal

A estrutura horizontal reduz níveis hierárquicos entre direção e equipes. Lideranças ficam responsáveis por grupos maiores, com mais autonomia distribuída. O organograma fica “achatado”, com menos camadas de gestão e com mais decisões próximas de quem executa.

Esse modelo favorece colaboração e rapidez, especialmente quando times usam ferramentas de gestão de tarefas, canais de comunicação e indicadores em tempo real. Ainda assim, a autonomia exige critérios muito claros. Sem isso, surgem dúvidas sobre quem define prioridade quando duas áreas competem por recursos.

Em empresas com vários projetos simultâneos, o organograma matricial costuma entrar como complemento, porque ele formaliza a coordenação do projeto sem reconstruir toda a hierarquia.

3. Funcional

A estrutura funcional divide a empresa por departamentos, como tecnologia, finanças, RH, jurídico, comercial e marketing. O organograma mostra blocos bem definidos, com pessoas agrupadas por especialidade. A lógica aqui valoriza profundidade técnica, padronização e desenvolvimento de carreira por área.

Esse formato ajuda a ganhar consistência em processos, qualidade técnica e governança. Só que a divisão rígida pode dificultar o fluxo entre áreas quando o trabalho exige integração constante, como ocorre em produtos digitais, automação de atendimento, implantação de ERP ou iniciativas de analytics.

4. Projetos

A estrutura por projetos organiza a empresa em torno de entregas específicas, com liderança de projeto e equipe dedicada. O organograma costuma se montar por iniciativa, com papéis e responsabilidades definidos para aquele objetivo, com começo, meio e fim.

Esse formato oferece flexibilidade e foco, principalmente em implantação de tecnologia, migração de sistemas, desenvolvimento de novos produtos e grandes mudanças internas. Ao final do projeto, a equipe se dissolve ou passa para outro desafio.

Em empresas com muitos projetos simultâneos, a estrutura pura por projetos gera disputa por especialistas e pode dificultar a manutenção de padrões técnicos. O organograma matricial aparece justamente para resolver essa tensão: projeto com direção clara, departamento com referência técnica e gestão de carreira.

5. Divisional

A estrutura divisional costuma surgir em empresas grandes, com diferentes linhas de produto, mercados ou unidades geográficas. O organograma separa divisões quase como “miniempresas”, cada uma com áreas próprias de suporte, metas e autonomia para operar.

Esse desenho favorece agilidade local e adaptação ao mercado, principalmente quando a operação se espalha por regiões ou quando o portfólio muda muito de um produto para outro. Em contrapartida, ele pede governança forte para evitar duplicidade de tecnologia, dados dispersos e processos inconsistentes.

6. Circular radial

Na estrutura circular radial, o organograma aparece em círculos: no centro, cargos de maior autoridade; nas camadas externas, equipes e funções de execução.

Apesar do desenho diferente, a lógica pode seguir parecida com a linear ou a funcional, porque continua existindo hierarquia e divisão por áreas. O ponto de atenção fica na comunicação, pois o formato visual ajuda, só que a operação real depende de rotinas, definição de papéis e uso de tecnologia para registrar decisões e acompanhar entregas.

7. Matricial

A estrutura matricial combina departamento e projeto com liderança compartilhada. O organograma matricial mostra essa dupla ligação de forma explícita: uma pessoa colaboradora permanece vinculada à sua área, com desenvolvimento técnico e metas de especialidade, e também integra um projeto com objetivos próprios, prazos e indicadores.

O valor do organograma matricial aparece quando a empresa precisa coordenar dependências sem perder excelência técnica. Em times de tecnologia e inovação, por exemplo, isso facilita montar squads por produto, com apoio de especialistas em análise de dados, segurança, design, engenharia e operações. A empresa preserva padrões, evolui a arquitetura e, ao mesmo tempo, sustenta entregas que exigem integração.

Qual é a diferença entre estrutura funcional e matricial?

Na estrutura funcional, o foco principal fica no departamento. As prioridades seguem a lógica da área, com gestão direta do líder funcional e metas ligadas à especialidade. A comunicação entre áreas acontece, só que ela depende de alinhamento entre lideranças e de acordos que variam conforme demanda e urgência.

No organograma matricial, o projeto ganha uma liderança própria e um espaço formal de decisão. A pessoa colaboradora segue com o líder da área para temas de carreira, capacitação, qualidade técnica e padrões. Em paralelo, responde à liderança de projetos para prioridades, prazos, alinhamento de entregas e coordenação com outras áreas.

Aliás, a estrutura funcional tende a manter equipes fixas no departamento. Já no organograma matricial, a composição dos times muda conforme a carteira de projetos. Isso permite realocar especialistas de forma mais rápida, sem desmontar a lógica de departamentos, e cria uma dinâmica mais compatível com ciclos curtos de entrega, roadmaps e evolução contínua de produtos digitais.

Quais tipos de empresas combinam com a estrutura matricial?

O organograma matricial combina com empresas que tocam vários projetos ao mesmo tempo e que dependem de diferentes áreas para concluir uma entrega. Isso aparece em organizações que lançam produtos com frequência, que mantêm frentes de inovação, que integram sistemas legados a novas plataformas ou que convivem com múltiplas unidades de negócio.

Também combina com empresas que lidam com tecnologia como parte central do trabalho, mesmo fora do setor de software. Varejo, indústria, serviços financeiros, saúde e educação vivem desafios de dados, automação, experiência digital e integração de canais.

Por fim, o organograma matricial costuma funcionar melhor quando a empresa aceita investir em clareza de papéis, acordos de prioridade e comunicação contínua. Agora que você já sabe mais sobre o assunto, confira também dicas de como criar um planejamento para o negócio e crescer eficientemente! Até lá.

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