Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 9,8%

Variação mensal -4,5%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 14,0%

Variação mensal -0,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.344,48

Pontualidade do pagamento 78,6%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 391,16

Pontualidade do pagamento 82,9%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.340,29

Pontualidade do pagamento 80,7%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 272,05

Pontualidade do pagamento 93,4%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 28,7%

No mês (em milhões) 8,9

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 29,7%

No mês (em milhões) 8,5

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 49,7%

No mês (em milhões) 81,3

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 2,9%

Variação mensal 1,7%

Falência Requerida

Acumulado no ano 236

No mês 61

Recuperação Judicial Requerida

Acumulado no ano 638

No mês 167

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Consumidor | Demanda por Crédito

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Recuperação Judicial Requerida

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Empreendedorismo

Como gerar código de barras para os seus produtos?

Aprenda como gerar código de barras de forma oficial, evitar problemas de identificação e aumentar a visibilidade dos seus produtos.

Imagem de capa

No cenário atual do varejo digital e físico, a identificação precisa e padronizada dos produtos não é apenas um diferencial, mas uma necessidade para competir em mercados cada vez mais exigentes. O código de barras deixou de ser exclusividade das grandes empresas e se tornou uma obrigação para quem deseja profissionalizar a gestão, vender em marketplaces e e-commerces e garantir um fluxo logístico eficiente.

Continue sua leitura e conheça os riscos de atalhos e descubra como utilizar o gerador de EAN autorizado para transformar seu negócio, ampliando a confiança do consumidor, facilitando o controle de estoque e abrindo portas em canais digitais. Acompanhe!

Por que sua empresa precisa de códigos de barras?

Códigos de barras são ferramentas fundamentais para a profissionalização da gestão de produtos em qualquer empresa, seja ela de pequeno, médio ou grande porte. Ao adotar esse padrão internacional de identificação, sua empresa passa a atuar de forma mais competitiva, organizada e preparada para crescer.

O primeiro grande benefício está no controle de estoque. Com um simples scanner, é possível registrar entradas e saídas de mercadorias, reduzindo erros manuais, prevenindo divergências e evitando perdas financeiras. A automatização desses processos libera tempo da equipe, diminui retrabalho e garante que as informações estejam sempre atualizadas.

No ponto de venda, o código de barras acelera o check-out, reduz as filas e proporciona uma experiência mais ágil para o cliente. O atendimento eficiente impacta diretamente a satisfação e a fidelização, diferencial importante em mercados competitivos.

Outro ponto-chave é a rastreabilidade das vendas. Com o código de barras, cada produto pode ser acompanhado desde a entrada no estoque até a entrega ao consumidor final. Isso permite identificar rapidamente eventuais problemas, realizar recalls com precisão e garantir a conformidade com exigências regulatórias.

Importância da padronização nos canais de venda

Códigos de barras também são obrigatórios em vários canais de venda, especialmente nos grandes marketplaces e no e-commerce. Plataformas como Mercado Livre, Amazon e Google Shopping exigem que os produtos tenham GTIN/EAN válidos e registrados. Sem esse requisito, o produto pode ser recusado, ter menos visibilidade ou até ser removido do catálogo.

Ter códigos próprios e registrados é, ainda, uma forma de evitar a confusão de estoque causada por duplicidade de informações ou uso de códigos genéricos, o que previne problemas operacionais e protege a reputação da empresa.

A utilização adequada do código de barras contribui para a inserção de informações detalhadas sobre os produtos em sistemas de gestão, otimizando a logística, facilitando inventários regulares e fortalecendo a credibilidade da empresa perante clientes, parceiros e fornecedores.

O que é o EAN-13?

O EAN-13 é o formato de código de barras mais utilizado no varejo nacional e internacional. Ele cumpre o papel de representar graficamente o GTIN (Global Trade Item Number), um identificador mundialmente reconhecido para itens comerciais.

A estrutura do EAN-13 é composta por 13 dígitos que se dividem em quatro partes: prefixo do país, código da empresa, identificação do produto e dígito verificador. No Brasil, o prefixo mais comum é o 789, que indica origem nacional.

O código da empresa é fornecido pela GS1 Brasil, responsável pela administração das faixas numéricas. A identificação do produto é definida internamente pelo próprio negócio, seguindo regras para evitar duplicidade. O dígito verificador, por fim, é calculado automaticamente para garantir a integridade dos dados.

Qual é o papel do GTIN?

O GTIN, representado pelo EAN-13, permite que qualquer produto seja rastreado, comparado e comercializado em diferentes países e sistemas. Além do EAN-13, há variantes como GTIN-8, GTIN-12 e GTIN-14, utilizados em embalagens pequenas, caixas de transporte e outras aplicações específicas.

No contexto do varejo on-line e físico, o EAN-13 é o padrão mais aceito para produtos unitários. Ter um GTIN autorizado amplia o alcance dos produtos, já que marketplaces, mecanismos de busca e comparadores de preço utilizam essa identificação para exibir, classificar e destacar ofertas.

Com o GTIN, a empresa garante que seus produtos sejam facilmente encontrados pelo consumidor, evita confusões com itens similares e fortalece sua posição em campanhas de marketing digital.

Quem precisa gerar um código de barras novo?

A responsabilidade pela geração de um código de barras oficial recai sobre fabricantes, importadoras e empresas que montam kits personalizados ou combos para venda. Isso significa que, se o seu negócio industrializa produtos ou importa mercadorias para revenda, é obrigatório atribuir um código próprio e registrado junto à GS1 Brasil.

Para fabricantes, o código de barras é indispensável em todas as etapas: da produção ao armazenamento, passando pela distribuição e venda. Ele permite controlar lotes, identificar variações e garantir que cada item tenha uma identidade única.

Importadoras também precisam gerar códigos próprios, pois, ao nacionalizar produtos, tornam-se responsáveis pela rastreabilidade no mercado brasileiro. O uso de GTIN/EAN registrado facilita a emissão de notas fiscais, o controle de estoque e a integração com parceiros logísticos.

Códigos exclusivos para kits e combos

No caso de kits e combos, a necessidade de um novo código se deve ao fato de que o agrupamento constitui um produto diferente dos itens individuais. Por exemplo, uma cesta de presentes com chocolates e vinhos precisa de um código próprio, mesmo que cada produto já possua seu EAN.

Já os revendedores de produtos industrializados por grandes marcas devem sempre utilizar o código de barras original impresso na embalagem. Alterar ou duplicar códigos pode gerar problemas de identificação, afetando a operação e a reputação do negócio.

O marketplace gera o código de barras para mim?

Uma dúvida frequente entre pequenos empresários e novos vendedores digitais é se os marketplaces geram códigos de barras oficiais. A resposta é não. Plataformas como Mercado Livre, Amazon, Shopee e outras apenas disponibilizam campos específicos para inserção do GTIN/EAN durante o cadastro de produtos.

Em situações pontuais, marketplaces podem fornecer códigos internos para controle das próprias operações, mas esses números não têm validade internacional nem são reconhecidos pela GS1. Utilizá-los no lugar do GTIN/EAN impede que seus produtos apareçam em canais como Google Shopping e comparadores de preços, reduzindo drasticamente o alcance dos anúncios.

Outro risco de usar códigos internos é o bloqueio do anúncio, uma vez que marketplaces aprimoram constantemente as políticas de qualidade para proteger consumidores e garantir a autenticidade dos produtos ofertados.

A exposição máxima, segurança jurídica e maior competitividade só são possíveis quando se opta pelo código de barras oficial, reconhecido mundialmente. Com ele, o produto se destaca, ganha relevância nos rankings dos marketplaces e conquista a confiança dos consumidores.

Como obter códigos de barras oficiais?

A obtenção dos códigos de barras oficiais no Brasil é centralizada pela GS1 Brasil, organização responsável pela distribuição das faixas numéricas reconhecidas internacionalmente. Esse processo é seguro, transparente e indispensável para empresas que desejam crescer de forma sustentável e legalizada.

Qualquer empresa, independentemente do porte, pode solicitar o registro junto à GS1 Brasil. O procedimento envolve uma associação anual, cujo valor varia conforme o faturamento. A filiação garante acesso a uma faixa exclusiva de GTINs, que deve ser utilizada para identificar cada produto, variação ou kit comercializado.

O principal benefício desse processo é a segurança jurídica e a garantia de exclusividade: nenhum outro negócio poderá usar os mesmos códigos, evitando fraudes e problemas de identificação no mercado.

Nunca adquira códigos de fontes não autorizadas ou sites irregulares. O uso dessas alternativas pode levar ao bloqueio dos produtos em marketplaces, exclusão de anúncios no Google Shopping e até processos judiciais por uso indevido de informações oficiais.

1. Obtendo a numeração oficial (GTIN/EAN)

O primeiro passo para gerar códigos de barras oficiais é acessar o site da GS1 Brasil. Lá, você realiza o cadastro da empresa, informa o faturamento anual e escolhe o plano de associação mais adequado para o tamanho do seu negócio.

Após o pagamento da taxa anual, a GS1 Brasil libera o acesso ao painel exclusivo, onde é possível gerar a faixa numérica destinada à sua empresa. Cada número atribuído representa a identidade global dos seus produtos, sendo obrigatório para emissão de notas fiscais, integração com marketplaces e participação em grandes varejistas.

A numeração fornecida é exclusiva, intransferível e protegida contra fraudes. Isso garante legitimidade, segurança e reconhecimento internacional para os itens comercializados.

2. Gerando a imagem das barras

Com a numeração oficial em mãos, é hora de transformar o GTIN/EAN em uma imagem gráfica, que será aplicada nas embalagens dos produtos e lida por scanners em diferentes pontos da cadeia logística.

A própria GS1 Brasil oferece ferramentas para geração da imagem, mas também é possível utilizar plugins específicos em softwares de design gráfico como CorelDRAW e Illustrator. O importante é garantir que o padrão EAN-13 seja seguido à risca, respeitando proporções, contraste e áreas de respiro para facilitar a leitura.

Sistemas de ERP modernos, amplamente utilizados por empresas de todos os portes, já possuem funcionalidades integradas para gerar e imprimir etiquetas com o código de barras. Essa integração otimiza o processo, reduz erros e conecta o cadastro de produtos à emissão das imagens.

Em qualquer método escolhido, a numeração utilizada deve ser sempre a fornecida pela GS1 Brasil. Evite criar códigos aleatórios ou copiar números de outros produtos, pois isso pode gerar inconsistências e bloqueios em plataformas digitais. A qualidade da imagem gráfica é fundamental para garantir a leitura rápida e precisa por equipamentos de checkout, coletores de dados em armazéns e sistemas de inventário.

3. Integração com ERP e e-commerce

Após gerar a numeração oficial e a imagem do código de barras, a etapa seguinte é realizar o cadastro correto do produto no sistema ERP utilizado pela empresa. O campo 'GTIN/EAN' deve ser preenchido com o número atribuído pela GS1, garantindo que todas as informações estejam disponíveis para integração com marketplaces, plataformas de e-commerce e sistemas logísticos.

A integração via APIs permite que dados circulem de forma automática entre diferentes sistemas, facilitando o ranqueamento de anúncios, a atualização de estoques e a visibilidade dos produtos no Google Shopping e em outros canais.

A consistência das informações é essencial para evitar retrabalho, erros de cadastro e problemas na entrega dos pedidos. Com um fluxo bem estruturado, o negócio ganha agilidade, reduz custos e potencializa as vendas. A integração adequada é um dos pilares para quem deseja escalar operações e atender a múltiplos canais de venda simultaneamente.

Posso usar geradores de código de barras gratuitos da internet?

A internet oferece inúmeras opções de geradores gratuitos de código de barras. No entanto, esses serviços criam apenas a imagem gráfica, não fornecem uma numeração registrada junto à GS1 Brasil e tampouco garantem validade internacional.

O maior risco de usar geradores gratuitos para criar o número está no uso inadvertido de sequências já registradas por outras empresas, ou até mesmo na criação de códigos fictícios. Isso pode resultar em bloqueio dos produtos nos marketplaces, remoção de anúncios em plataformas de busca e problemas jurídicos envolvendo direitos de propriedade intelectual.

Esses geradores devem ser utilizados apenas para transformar a numeração oficial, previamente adquirida na GS1, em uma imagem digital. Essa imagem pode ser aplicada em embalagens, etiquetas ou materiais promocionais, mas nunca deve ser usada como fonte do número em si.

Como imprimir os códigos de barras nos produtos?

A etapa de impressão do código de barras é tão importante quanto o registro e a geração da imagem gráfica. A escolha do método de impressão deve considerar o porte da empresa, o volume de produção e as características das embalagens utilizadas.

Pequenas empresas tendem a optar por impressoras térmicas, como os modelos Zebra, Elgin e similares. Esses equipamentos são ideais para a produção de etiquetas adesivas, que podem ser aplicadas manualmente em cada produto. Essa solução é econômica, flexível e permite adaptar rapidamente a produção a diferentes demandas.

Para médias e grandes indústrias, a impressão direta na embalagem é uma alternativa eficiente. Nesse caso, o apoio de gráficas especializadas garante qualidade de impressão, durabilidade e aderência às normas do padrão EAN-13. A impressão na própria embalagem evita riscos de perda ou troca de etiquetas.

Cuidados extras na hora da impressão

Independentemente do método, alguns critérios devem ser respeitados:

·        O padrão EAN-13 deve ser seguido à risca;

·        O contraste entre as barras e o fundo precisa ser alto para garantir leitura precisa;

·        Deve-se manter uma área de respiro (zona silenciosa) ao redor do código;

·        O tamanho da imagem deve ser adequado aos scanners utilizados no ponto de venda e no estoque;

·        A durabilidade das etiquetas deve ser compatível com o ciclo de uso do produto.

Atenção também à escolha do material. Etiquetas de baixa qualidade podem descolar, borrar ou perder legibilidade ao longo do tempo, comprometendo a operação e a experiência do cliente. A impressão eficiente dos códigos de barras é um investimento em agilidade, precisão e satisfação do consumidor.

Quando usar códigos internos?

Códigos internos iniciados pelo dígito 2 são reservados para produtos vendidos a peso, como frios, carnes, pães e outros itens de padaria e hortifruti. Esse tipo de código é gerado automaticamente pelo sistema da loja física e serve apenas para controle interno.

Produtos identificados com códigos internos não são reconhecidos em e-commerces, marketplaces ou plataformas de comparação de preços. O Google Shopping, por exemplo, ignora esses itens, o que limita a exposição e a possibilidade de venda on-line.

Esses códigos são úteis para operações locais, em que o controle do estoque e a precificação variam conforme o peso ou a porção servida. No entanto, não devem ser utilizados para produtos industrializados, kits ou qualquer item destinado à venda em canais digitais.

Para operações nacionais, integração com marketplaces e participação em campanhas on-line, apenas o GTIN/EAN oficial é aceito e reconhecido. Adotar o código correto para cada situação é fundamental para evitar problemas de cadastro, garantir a rastreabilidade e maximizar as oportunidades de venda.

Quanto custa ter um código de barras?

O custo para ter um código de barras oficial no Brasil envolve a associação à GS1, com taxa anual calculada conforme o faturamento da empresa. Esse valor dá direito a uma quantidade proporcional de códigos, suficiente para atender micro, pequenas, médias e grandes empresas.

Para micro e pequenos negócios, o investimento inicial é relativamente baixo, especialmente se comparado aos benefícios de profissionalização, integração a plataformas digitais e eliminação de riscos legais em marketplaces. À medida que a empresa cresce, pode ampliar sua faixa numérica e atender à demanda por novos produtos ou variações.

O custo da associação deve ser incorporado ao planejamento financeiro do negócio, considerando o retorno em eficiência, visibilidade e confiança junto ao mercado. O investimento em códigos oficiais representa economia a longo prazo, evitando retrabalho, bloqueios e disputas judiciais.

Erros comuns ao cadastrar códigos de barras

Diversos erros podem comprometer o sucesso de uma operação que depende de códigos de barras. Um dos mais comuns está a repetição do mesmo código para produtos diferentes, como variações de cor, tamanho ou composição de kits. Essa prática confunde o estoque, prejudica o controle logístico e pode gerar problemas na entrega ao cliente.

Outro erro recorrente é a tentativa de economizar mediante a compra de códigos em sites não autorizados, que oferecem "soluções baratas" sem respaldo legal. O uso desses códigos pode resultar em bloqueio nos marketplaces, exclusão dos produtos em buscadores e até ações judiciais.

O cadastro correto dos produtos exige a utilização de códigos únicos, oficiais e acompanhados da documentação fornecida pela GS1 Brasil. Atenção aos detalhes no preenchimento do ERP é essencial para evitar duplicidades, inconsistências ou informações incompletas.

Benefícios de uma codificação padronizada

A padronização na identificação dos produtos, proporcionada pelos códigos de barras oficiais, traz vantagens concretas para a operação e o crescimento das empresas. Confira os principais benefícios:

·        Automação de processos de recebimento, inventário e controle de vendas;

·        Redução de erros manuais e retrabalho;

·        Facilidade na integração com sistemas ERP, marketplaces e plataformas logísticas;

·        Possibilidade de atuar em novos mercados e vender internacionalmente;

·        Maior visibilidade e destaque em buscadores e comparadores de preço;

·        Confiança reforçada junto a clientes, parceiros e órgãos reguladores;

·        Tomada de decisão precisa, baseada em dados precisos e atualizados.

A profissionalização por meio da codificação padronizada diferencia o negócio, abre portas para novas oportunidades e prepara a empresa para desafios cada vez maiores. Códigos oficiais não são apenas uma exigência do mercado, mas um investimento em credibilidade, eficiência e crescimento sustentável.

Profissionalize sua gestão com código de barras oficial

Adotar códigos de barras oficiais é um passo decisivo para qualquer empreendedor ou empresa que deseja crescer, conquistar novos mercados e construir uma marca forte. O processo envolve registro junto à GS1 Brasil, geração da imagem gráfica, integração com sistemas de gestão e cuidados na impressão e no uso em marketplaces.

Nós, da Serasa Experian, orientamos e apoiamos cada etapa dessa jornada, oferecendo soluções que garantem segurança, eficiência e competitividade. Com a codificação adequada, sua empresa ganha visibilidade, confiança e espaço nos principais canais de venda.

Potencialize seus resultados, proteja sua marca e amplie as oportunidades ao adotar padrões globais de identificação. O sucesso é construído com profissionalização, e o código de barras é o ponto de partida para uma gestão moderna, integrada e preparada para os desafios do mercado digital. Acesse também nossa página de soluções e saiba mais como podemos ajudar você a impulsionar sua empresa!

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