Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 9,8%

Variação mensal -4,5%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 14,0%

Variação mensal -0,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.344,48

Pontualidade do pagamento 78,6%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 391,16

Pontualidade do pagamento 82,9%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.340,29

Pontualidade do pagamento 80,7%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 272,05

Pontualidade do pagamento 93,4%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 28,7%

No mês (em milhões) 8,9

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 29,7%

No mês (em milhões) 8,5

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 49,7%

No mês (em milhões) 81,3

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano -0,6%

Variação mensal -0,7%

Falência Requerida - Em breve

Acumulado no ano -

No mês -

Recuperação Judicial Requerida - Em breve

Acumulado no ano -

No mês -

Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 9,8%

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Consumidor | Demanda por Crédito

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Percentual médio no ano 38,7%

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Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

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Falência Requerida - Em breve

Acumulado no ano -

No mês -

Recuperação Judicial Requerida - Em breve

Acumulado no ano -

No mês -

RH

Assiduidade: o que é e qual a importância para o RH?

Saiba o que é assiduidade no trabalho, como calcular o indicador e como o RH pode analisar faltas e melhorar a gestão de presença.

Imagem de capa

Faltas recorrentes no trabalho costumam gerar um efeito dominó dentro das equipes. Escalas precisam ser reorganizadas, colegas assumem tarefas extras e prazos começam a ficar pressionados. Para o RH, entender esse movimento é essencial para manter a operação equilibrada e evitar impactos no clima organizacional.

Nesse contexto, acompanhar a assiduidade no trabalho vai muito além de registrar presença ou ausência. O indicador ajuda a identificar padrões, perceber sinais de desgaste nas equipes e compreender fatores que podem estar afetando a rotina profissional das pessoas colaboradoras.

Quando analisamos com critério, a assiduidade revela informações importantes sobre saúde do trabalho, gestão e organização das jornadas. Neste conteúdo, mostramos o que significa assiduidade, como medi-la corretamente e quais ações ajudam o RH a agir com prevenção e justiça. Confira!

O que é assiduidade no trabalho?

A assiduidade no trabalho é um indicador que mostra a frequência com que uma pessoa colaboradora comparece às suas atividades profissionais dentro do período esperado.

Para o profissional de recursos humanos, acompanhar esse dado ajuda a entender padrões de presença, identificar sinais de desgaste no ambiente de trabalho e agir antes que pequenas ausências se tornem problemas maiores.

Quando analisamos a assiduidade de forma estratégica, ela deixa de ser apenas um controle de faltas. O indicador passa a revelar comportamentos, condições de trabalho e até desafios de gestão que impactam diretamente a rotina da empresa.

Também é importante diferenciar assiduidade de outros conceitos próximos. Enquanto a assiduidade está relacionada à frequência no trabalho, a pontualidade diz respeito ao cumprimento de horários. Já o absenteísmo mede as ausências no período de trabalho. Esses três indicadores são complementares dentro da análise do RH.

Por que assiduidade é um indicador importante para o RH?

A assiduidade tem impacto direto no funcionamento das operações. Quando as ausências aumentam, equipes podem ficar sobrecarregadas, prazos podem ser comprometidos e o custo da operação tende a crescer.

Do ponto de vista financeiro, faltas frequentes podem gerar horas extras, necessidade de reorganização de turnos ou redistribuição de tarefas. Em ambientes operacionais, esses ajustes podem afetar toda a cadeia de trabalho.

A assiduidade também influencia a cultura organizacional. Quando faltas recorrentes não são acompanhadas com equilíbrio, outras pessoas da equipe podem perceber injustiça na distribuição das atividades.

Outro ponto relevante é que a queda de assiduidade muitas vezes revela problemas mais profundos. Questões de saúde, desgaste emocional, dificuldades de deslocamento ou desafios na gestão podem aparecer primeiro nesse indicador. Por isso, acompanhar a assiduidade permite que o RH identifique sinais de alerta e atue de forma preventiva.

Como calcular assiduidade e absenteísmo na prática?

O cálculo da assiduidade costuma ser simples. Ele pode ser feito a partir da relação entre dias trabalhados e dias previstos de trabalho.

A fórmula mais comum é:

Taxa de assiduidade = (dias trabalhados ÷ dias previstos de trabalho) × 100

Imagine um colaborador que deveria trabalhar 22 dias no mês, mas teve duas faltas.

Nesse caso, o cálculo seria:

20 ÷ 22 × 100 = 90,9% de assiduidade

Quanto mais próximo de 100%, maior é a frequência no trabalho.

Já o absenteísmo representa o percentual de ausências no período analisado.

Taxa de absenteísmo = (dias de ausência ÷ dias previstos de trabalho) × 100

Usando o mesmo exemplo:

2 ÷ 22 × 100 = 9,1% de absenteísmo

Quando analisamos esses dados ao longo do tempo, conseguimos identificar padrões importantes para a gestão de pessoas.

Quais são as causas mais comuns de queda de assiduidade?

A redução da assiduidade pode ter diferentes origens. Entender essas causas é essencial para agir com equilíbrio e justiça. Entre os fatores mais comuns estão:

·       problemas de saúde física ou emocional;

·       dificuldades de transporte ou deslocamento;

·       jornadas de trabalho muito extensas;

·       conflitos com liderança ou colegas;

·       sobrecarga de atividades;

·       ambiente organizacional desgastante.

Também existem fatores externos que podem influenciar esse indicador. Mudanças no transporte público, períodos de doenças sazonais ou situações familiares inesperadas podem impactar a presença no trabalho.

Quando analisamos apenas os números, corremos o risco de interpretar o problema de forma superficial. Por isso, entender o contexto das ausências é fundamental.

Como interpretar dados de assiduidade sem tirar conclusões erradas?

Dados de assiduidade precisam ser analisados com cuidado. Um número isolado raramente conta toda a história. Um primeiro passo é observar recortes por área, função ou turno. Algumas atividades têm rotinas diferentes e podem apresentar padrões próprios de ausência.

Outro aspecto relevante é a sazonalidade. Em determinadas épocas do ano, afastamentos por questões de saúde ou demandas familiares podem aumentar.

Também vale considerar fatores como distância entre casa e trabalho, modelo de jornada e tipo de escala. Quando cruzamos essas informações, a análise deixa de ser genérica e passa a gerar insights úteis para o RH.

Como melhorar a assiduidade com ações preventivas?

A melhora da assiduidade começa antes mesmo de qualquer advertência ou medida disciplinar. Muitas vezes, pequenas ações preventivas ajudam a reduzir ausências e fortalecem o bem-estar nas empresas.

Um ponto importante é manter canais de comunicação abertos. Quando as pessoas colaboradoras se sentem seguras para falar sobre dificuldades, o RH consegue agir mais rápido.

Também é importante avaliar rotinas e cargas de trabalho. Ajustes de jornada, pausas adequadas e equilíbrio de tarefas podem reduzir desgaste físico e emocional.

Programas de bem-estar também contribuem para esse processo. Iniciativas relacionadas à saúde e ao cuidado com a qualidade de vida podem refletir diretamente na presença no trabalho.

Como lidar com reincidência de faltas de forma justa?

Quando faltas recorrentes começam a aparecer, o primeiro passo é compreender o contexto da situação. Uma abordagem baseada apenas em punição raramente resolve o problema. Em muitos casos, uma conversa estruturada entre liderança corporativa e pessoa colaboradora ajuda a esclarecer motivos e alinhar expectativas.

O registro das ocorrências também é importante. Manter histórico de faltas e justificativas permite acompanhar padrões e tomar decisões com base em dados.

Dependendo da situação, podem ser definidos acordos de melhoria, ajustes de rotina ou acompanhamento mais próximo por parte da liderança.

Como a liderança deve participar do plano de melhoria?

A liderança tem papel essencial na gestão da assiduidade. Gestores costumam ser os primeiros a perceber mudanças no comportamento das equipes e podem ajudar a identificar sinais de alerta.

Quando existe alinhamento entre liderança e RH, o acompanhamento se torna mais eficaz. O gestor contribui com observações sobre rotina, carga de trabalho e dinâmica do time. Além disso, a forma como a liderança conduz conversas sobre faltas influencia diretamente o clima da equipe.

A assiduidade no trabalho é um indicador que ajuda o RH a compreender muito mais do que a presença diária das equipes. Quando analisamos esse dado com atenção ao contexto, conseguimos identificar padrões de comportamento, desafios operacionais e sinais de desgaste no ambiente de trabalho. Ao combinar análise de dados, diálogo com as equipes e atuação da liderança, o RH consegue tomar decisões mais justas e fortalecer o ambiente organizacional.

Gostou do nosso artigo? Então, aproveite para descobrir o que é presenteísmo e como ele afeta a produtividade nas empresas.

Dúvidas mais frequentes sobre assiduidade

Assiduidade é igual a produtividade?

Não necessariamente. A assiduidade indica frequência no trabalho, enquanto a produtividade está relacionada à entrega de resultados.

Como o RH deve tratar faltas justificadas por atestado?

Faltas acompanhadas de atestado médico fazem parte das políticas trabalhistas e devem ser registradas corretamente. Ainda assim, acompanhar padrões de afastamento pode ajudar a identificar questões de saúde ocupacional.

A assiduidade pode variar entre áreas da empresa?

Sim. Funções operacionais, turnos específicos ou atividades com maior esforço físico podem apresentar índices diferentes.

Como comunicar políticas de assiduidade para a equipe?

A comunicação precisa ser clara e contínua. Explicar regras, consequências e canais de apoio ajuda a reduzir dúvidas e fortalecer a transparência.

 

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