Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,4%

Variação mensal 5,0%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 9,2%

Variação mensal 1,2%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 38,4%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,3%

Percentual no mês 57,8%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.344,48

Pontualidade do pagamento 78,6%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 391,16

Pontualidade do pagamento 82,9%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.340,29

Pontualidade do pagamento 80,7%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 272,05

Pontualidade do pagamento 93,4%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 27,3%

No mês (em milhões) 8,9

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 28,2%

No mês (em milhões) 8,4

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 49,6%

No mês (em milhões) 81,2

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 2,9%

Variação mensal 1,7%

Falência Requerida

Acumulado no ano 236

No mês 61

Recuperação Judicial Requerida

Acumulado no ano 638

No mês 167

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Empreendedorismo

A história do Carnaval: Da subversão medieval à maior festa popular do Brasil

Descubra a origem do Carnaval, um ritual de liberdade e crítica social que se transformou na celebração plural que conhecemos hoje. Venha entender sua história!

A história do Carnaval: Da subversão medieval à maior festa popular do Brasil

Antes de virar glitter, trio elétrico e bloco lotado, o Carnaval já foi um ritual de inversão, excesso e liberdade. Ele não nasceu no Brasil, mas foi aqui que encontrou seu palco definitivo.

Uma mistura de fé, festa, crítica social e identidade cultural, essa celebração atravessou séculos, oceanos e sistemas sociais até se transformar no espetáculo plural que conhecemos hoje.

Onde tudo começou: excesso antes da abstinência

Muito antes do samba e das fantasias coloridas, o Carnaval já existia como ideia.

Na Antiguidade, povos gregos e romanos realizavam festas pagãs ligadas à fertilidade, à colheita e aos ciclos da natureza. Eram celebrações marcadas por música, comida em abundância e quebra de regras sociais.

Com o avanço do cristianismo na Idade Média, a Igreja Católica ressignificou essas festas. O Carnaval passou a representar o último momento de prazer e excessos antes da Quaresma, período de jejum e reflexão que antecede a Páscoa.

  • O termo “Carnaval” vem do latim carnis levale
  • O significado literal é “retirar a carne”
  • A lógica era clara: aproveitar antes de se privar

Desde o início, o Carnaval carrega um espírito provocador: a ordem se inverte, o riso substitui a rigidez e o povo assume o protagonismo.

A chegada ao Brasil: água, farinha e irreverência

O Carnaval desembarcou no Brasil no século XVII, trazido pelos portugueses. Mas não chegou em forma de desfile, chegou como brincadeira.

O entrudo foi a primeira manifestação carnavalesca brasileira. Uma festa de rua caótica, popular e pouco delicada, onde as pessoas jogavam água, farinha, ovos e até lama umas nas outras. Era barulhento, irreverente e profundamente democrático.

Com o tempo, o entrudo começou a ser mal visto pelas elites e autoridades. A resposta foi uma tentativa de “organizar” a festa.

  • Surgem os bailes de máscaras inspirados na Europa
  • Aparecem as sociedades carnavalescas
  • O Carnaval começa a ganhar forma urbana

No início do século XX, algo decisivo acontece: o Brasil coloca sua própria alma no Carnaval. O samba urbano carioca surge como expressão das comunidades negras, misturando ritmos africanos, poesia popular e crítica social. As marchinhas ganham força, os blocos se multiplicam e nascem as primeiras escolas de samba.

A escola Deixa Falar, fundada em 1928, é considerada a pioneira. Aqui, o Carnaval deixa de ser só festa. Passa a ser cultura.

Nesse cenário, cada região reinterpretou a festa à sua maneira, criando manifestações únicas:

  • Rio de Janeiro: desfiles de escolas de samba e blocos de rua
  • Bahia: trios elétricos e Carnaval de multidões, a partir dos anos 1950
  • Pernambuco: frevo, maracatu, afoxé e corsos históricos

Ao longo do tempo, o Carnaval deixou de ser apenas um intervalo no calendário religioso para se tornar um fenômeno cultural, social e simbólico. Ele acompanha as transformações da sociedade brasileira, absorve tensões, expressa desejos coletivos e dá voz a narrativas que, muitas vezes, não encontram espaço no cotidiano.

No Brasil, o Carnaval ganhou corpo, som e identidade própria porque encontrou um território fértil para a mistura. Ritmos africanos, heranças europeias, criatividade popular e ocupação das ruas se fundiram em uma celebração que não se repete em nenhum outro lugar do mundo. Cada bloco, desfile ou trio elétrico carrega mais do que festa: carrega história, pertencimento e memória coletiva.

Talvez seja por isso que o Carnaval siga tão atual. Ele não resiste apenas pelo entretenimento, mas porque permite ao país se olhar, se reinventar e se expressar. Entre excessos, cores e movimentos, o Carnaval continua sendo o espaço onde o Brasil se reconhece — livre, plural e profundamente cultural.

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