Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 9,8%

Variação mensal -4,5%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 14,0%

Variação mensal -0,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.344,48

Pontualidade do pagamento 78,6%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 391,16

Pontualidade do pagamento 82,9%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.340,29

Pontualidade do pagamento 80,7%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 272,05

Pontualidade do pagamento 93,4%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 28,7%

No mês (em milhões) 8,9

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 29,7%

No mês (em milhões) 8,5

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 49,7%

No mês (em milhões) 81,3

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 2,9%

Variação mensal 1,7%

Falência Requerida

Acumulado no ano 236

No mês 61

Recuperação Judicial Requerida

Acumulado no ano 638

No mês 167

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Atividade do Comércio

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Recuperação Judicial Requerida

Acumulado no ano 638

No mês 167

Inovação e Tecnologia

A História da Internet: de rede militar ao Wi-Fi global

Entenda quem criou a internet, seus principais marcos tecnológicos e como essa rede global transformou a sociedade e a economia. Confira!

Imagem de capa

Antes da conectividade em tempo real, a comunicação entre continentes era lenta, cara e dependente de cabos submarinos ou correspondências físicas. A troca de informações podia levar dias ou até semanas, limitando decisões estratégicas, negociações e relações pessoais.

Foi nesse contexto que a internet começou a ganhar forma, inicialmente em ambientes acadêmicos e militares, com o objetivo de garantir comunicação segura e descentralizada. O que era um projeto restrito evoluiu para uma infraestrutura global que transformou a maneira como pessoas, organizações e governos se conectam.

Compreender quem criou a internet e quais marcos tecnológicos impulsionaram sua expansão ajuda a entender não apenas a evolução da tecnologia, mas também seus impactos na economia, no mercado de trabalho e na forma como a sociedade produz, compartilha e utiliza dados no dia a dia. Continue lendo e confira mais!

A origem da internet: das bases tecnológicas aos primeiros testes

Durante a Guerra Fria, o receio de ataques nucleares levou governos a repensarem a segurança das comunicações estratégicas. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos passou a investir em pesquisas que garantissem a continuidade da troca de informações mesmo diante de possíveis interrupções em larga escala.

Nesse cenário, surgiu a Advanced Research Projects Agency (ARPA), criada para fomentar inovação tecnológica em áreas críticas. Universidades como a University of California, Los Angeles, o Massachusetts Institute of Technology e a Stanford University passaram a colaborar no desenvolvimento de uma rede capaz de conectar computadores distintos, promovendo comunicação rápida e resiliente.

O principal desafio era conectar sistemas incompatíveis. A solução surgiu com a comutação de pacotes, proposta por Paul Baran e Donald Davies, pioneiros independentes na invenção da comutação de pacotes durante a década de 1960, que dividia as mensagens em pequenos blocos enviados por rotas distintas. Esse modelo tornou a rede mais flexível, eficiente e resistente a falhas.

Em 1969, ocorreu a primeira conexão experimental da ARPANET, marco inicial do que mais tarde se tornaria a internet. O projeto permitiu a troca de dados entre instituições e impulsionou a colaboração científica internacional, consolidando a base técnica que viabilizaria a construção de uma rede global de comunicação.

Os nomes por trás da criação da internet

A pergunta “quem criou a internet?” não tem uma resposta única. A construção dessa infraestrutura global foi resultado de contribuições complementares, envolvendo pesquisadores, universidades e instituições públicas ao longo de décadas.

Um dos primeiros a imaginar uma rede mundial de computadores foi J. C. R. Licklider, pesquisador do Massachusetts Institute of Technology. Seu conceito de “rede intergaláctica” antecipava a ideia de computadores interconectados compartilhando informações em escala global.

Na mesma linha, Leonard Kleinrock, da University of California, Los Angeles, desenvolveu fundamentos teóricos da comutação de pacotes. Já Paul Baran, atuando na RAND Corporation, projetou um modelo de rede descentralizada capaz de manter a comunicação mesmo diante de falhas estruturais.

Outro marco decisivo foi a criação dos protocolos TCP/IP por Vint Cerf e Robert E. Kahn. Esse conjunto de regras estabeleceu a linguagem padrão das redes digitais, permitindo que diferentes sistemas se comunicassem entre si de forma padronizada e escalável.

A internet ganhou alcance popular quando Tim Berners-Lee, no CERN, criou a World Wide Web. Ao desenvolver o modelo de hipertexto acessível por navegadores, ele viabilizou uma experiência visual e intuitiva, ampliando o acesso à informação para bilhões de pessoas.

Instituições como a Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA), o próprio CERN e diversas universidades norte-americanas desempenharam papel estratégico nesse processo. A evolução da internet demonstra como inovação tecnológica, colaboração multidisciplinar e investimento público foram determinantes para transformar um projeto experimental em uma rede essencial para a vida contemporânea.

ARPANET e a conexão inicial: o primeiro envio de dados entre computadores

A ARPANET foi o primeiro grande laboratório que mais tarde se consolidaria como internet. Em 29 de outubro de 1969, ocorreu um marco simbólico: o envio do primeiro pacote de dados entre a University of California, Los Angeles, e o Stanford Research Institute.

A mensagem pretendida era “LOGIN”, mas o sistema caiu após as letras “L” e “O” serem transmitidas. Mesmo com a interrupção, o experimento comprovou que era possível estabelecer comunicação entre computadores geograficamente distantes.

As falhas iniciais não interromperam o avanço do projeto. Ajustes técnicos foram implementados rapidamente, e novas instituições passaram a integrar a rede, incluindo universidades, laboratórios e órgãos governamentais. O modelo descentralizado permitia que, diante de uma falha em determinado ponto, os dados fossem redirecionados por rotas alternativas.

Além de impulsionar a colaboração científica, a ARPANET estimulou o desenvolvimento de ferramentas digitais fundamentais, como o correio eletrônico e o File Transfer Protocol (FTP). Esses recursos ampliaram a troca de informações e tornaram mais ágil o compartilhamento de arquivos e pesquisas.

O êxito da ARPANET serviu de referência para iniciativas semelhantes em outros países, acelerando a consolidação de uma infraestrutura global de comunicação baseada em protocolos abertos e interoperáveis — base do que hoje entendemos como internet.

TCP/IP: a linguagem universal das redes digitais

A expansão da ARPANET e de outras redes evidenciou a necessidade de um padrão capaz de integrar sistemas distintos. Nesse contexto, Vint Cerf e Robert E. Kahn desenvolveram os protocolos TCP (Transmission Control Protocol) e IP (Internet Protocol), estabelecendo a base técnica da internet moderna.

O modelo TCP/IP permitiu que diferentes computadores e redes se comunicassem independentemente de suas arquiteturas internas. Essa padronização foi decisiva: em 1º de janeiro de 1983, a ARPANET adotou oficialmente o novo protocolo, marco que simboliza o início da internet como infraestrutura global interoperável.

A flexibilidade e a escalabilidade do TCP/IP viabilizaram a expansão da rede para universidades, centros de pesquisa, empresas e, posteriormente, residências. Serviços como correio eletrônico, transferência de arquivos e, anos depois, navegação web passaram a operar sobre essa mesma linguagem digital.

Outro passo relevante foi a criação da National Science Foundation Network (NSFNET), nos Estados Unidos. A rede conectava universidades e laboratórios de pesquisa, ampliando o acesso acadêmico e servindo de modelo para a formação de infraestruturas semelhantes em outros países.

A consolidação do TCP/IP não apenas integrou redes existentes, mas também estabeleceu o padrão que sustenta a comunicação digital até hoje. Essa arquitetura aberta permitiu a inovação contínua e transformou a internet em uma plataforma essencial para desenvolvimento econômico, informação e colaboração.

O nascimento da World Wide Web: revolucionando a navegação e o acesso

No fim da década de 1980, apesar da expansão das redes, o acesso ainda era limitado a quem dominava comandos técnicos. Foi nesse contexto que Tim Berners-Lee, pesquisador do CERN, identificou a necessidade de um sistema mais intuitivo para organizar e compartilhar informações entre cientistas de diferentes países.

A resposta foi a criação da World Wide Web, estruturada sobre três pilares: HTML (linguagem de marcação para construção de páginas), HTTP (protocolo de transferência de hipertexto) e URLs (endereços únicos para cada recurso). Essa arquitetura permitiu conectar documentos por meio de links, tornando a navegação mais simples e acessível.

O primeiro site foi publicado em 1991, inaugurando uma etapa da internet. Pouco depois, navegadores como o NCSA Mosaic contribuíram para popularizar o acesso, ao oferecer interface gráfica amigável e navegação visual.

A web transformou a internet em um ambiente interativo e aberto. Estudantes, organizações e cidadãos passaram a acessar conteúdos, compartilhar informações e criar comunidades virtuais. A facilidade de publicação impulsionou o surgimento de portais, fóruns e, posteriormente, plataformas colaborativas, redefinindo a forma como a sociedade produz e consome informação.

A democratização da internet e seu alcance global

A década de 1990 marcou a transição da internet acadêmica para o uso comercial e doméstico. O surgimento de provedores privados permitiu que residências contratassem acesso próprio, ampliando significativamente o número de usuários conectados.

O correio eletrônico se consolidou como ferramenta essencial de comunicação, enquanto salas de bate-papo e fóruns virtuais impulsionaram novas formas de interação social.

A evolução da infraestrutura também foi decisiva. A substituição das conexões discadas pela banda larga elevou a velocidade e a estabilidade da navegação, tornando o acesso mais eficiente. Escolas, bibliotecas e espaços públicos passaram a integrar a rede, contribuindo para a inclusão digital e ampliando o acesso à informação.

Nesse período, navegadores gráficos como o Netscape Navigator e o Internet Explorer facilitaram a navegação, tornando a experiência mais intuitiva. Empresas passaram a investir em presença digital, impulsionando o crescimento do comércio eletrônico e transformando padrões de consumo.

Com a expansão do uso, surgiram também desafios relacionados à segurança e à privacidade. Ameaças como vírus e fraudes digitais demandaram o desenvolvimento de soluções baseadas em criptografia, autenticação e protocolos de proteção de dados.

Paralelamente, investimentos em infraestrutura ampliaram o alcance da rede para regiões antes desconectadas, consolidando a internet como plataforma essencial para educação, negócios e comunicação global.

Linha do tempo evolutiva da internet

Marcos globais e conectividade sem fronteiras

O avanço das tecnologias móveis e sem fio inaugurou uma etapa da conectividade digital. A evolução da telefonia celular e das redes 3G e 4G permitiu acesso à internet fora de ambientes fixos, ampliando a mobilidade e transformando a forma como as pessoas trabalham, consomem informação e interagem.

O Wi-Fi, baseado no padrão IEEE 802.11, eliminou a dependência de cabos e tornou o acesso mais prático. Hotspots passaram a ser instalados em aeroportos, universidades, cafés e espaços públicos, expandindo o alcance da rede mundial de computadores.

Organizações como a Organização das Nações Unidas e o Banco Mundial apoiaram projetos de inclusão digital em diferentes regiões. A meta era ampliar o acesso em escolas, comunidades rurais e áreas remotas, reduzindo desigualdades tecnológicas.

Com a consolidação da internet móvel, redes sociais, plataformas de streaming e aplicativos de serviços se tornaram parte da rotina. O crescimento do uso de smartphones transformou o celular no principal meio de acesso à internet em diversos países, reduzindo barreiras geográficas e ampliando oportunidades econômicas.

Curiosidades e marcos culturais da rede

A trajetória da internet também inclui episódios simbólicos. O primeiro e-mail foi enviado por Ray Tomlinson, engenheiro de computação americano, em 1971, popularizando o uso do símbolo “@” para identificar usuários e servidores.

Nos anos 1990, conteúdos virais como o “Dancing Baby” mostraram o potencial cultural da rede. Plataformas pioneiras como SixDegrees e Orkut abriram caminho para redes de maior alcance, como Facebook, Twitter, Instagram e o famoso TikTok.

O comércio eletrônico redefiniu padrões de consumo, permitindo transações globais em poucos cliques. Estudos da International Telecommunication Union (ITU) apontam que, em 2023, cerca de 67% da população mundial — o equivalente a aproximadamente 5,4 bilhões de pessoas — utilizavam a internet, demonstrando a dimensão da conectividade atual.

No Brasil, a adoção de soluções digitais é expressiva. Iniciativas como o Pix evidenciam como a infraestrutura digital pode impulsionar inovação financeira e ampliar inclusão. A combinação entre tecnologia, cultura e comportamento social reforça o papel da internet como elemento estruturante da vida contemporânea.

Desafios e perspectivas da internet

O crescimento acelerado da internet ampliou oportunidades, mas também evidenciou desafios estruturais. A desigualdade de acesso ainda limita o desenvolvimento social e econômico em diversas regiões, enquanto a proteção de dados se tornou pauta estratégica em governos e organizações.

Questões como desinformação, ataques cibernéticos e uso indevido de informações exigem respostas coordenadas entre setor público, empresas e sociedade civil. O fortalecimento de políticas de segurança digital e de educação midiática é essencial para preservar a confiança no ambiente online.

Nesse contexto, a Serasa Experian atua no desenvolvimento de soluções baseadas em dados e tecnologia para ampliar a segurança de transações e a proteção de identidades digitais. A inovação aplicada à análise de dados contribui para decisões mais confiáveis em um ecossistema cada vez mais conectado.

O futuro da internet será impulsionado por avanços como 5G, inteligência artificial e Internet das Coisas (IoT). Essas tecnologias ampliam a capacidade de processamento, conectam dispositivos em larga escala e personalizam experiências em áreas como saúde, educação e mobilidade.

Garantir equilíbrio entre inovação, liberdade de expressão e responsabilidade social será determinante para que a internet continue sendo um espaço de desenvolvimento humano e econômico.

Transformações sociais na era digital

A internet redefiniu a forma como a sociedade aprende, trabalha e se relaciona. Plataformas de ensino a distância ampliaram o acesso à educação, permitindo que pessoas em diferentes localidades tenham contato com conteúdos especializados.

O comércio eletrônico abriu espaço para novos modelos de negócio e fortaleceu pequenos empreendedores. Redes sociais aproximaram comunidades, ampliaram o debate público e criaram novos formatos de mobilização social.

A circulação instantânea de informações modificou comportamentos e acelerou processos decisórios. A cultura digital influencia linguagem, consumo e relações profissionais, consolidando um ambiente mais dinâmico e interativo.

Organizações orientadas por dados, como a Serasa Experian, contribuem para que essa transformação ocorra com maior segurança e transparência, apoiando a construção de um ambiente digital confiável.

A evolução da internet é contínua. Cada avanço tecnológico amplia possibilidades e impõe novos desafios. A participação consciente de usuários, empresas e instituições é fundamental para fortalecer uma rede mais inclusiva, segura e sustentável nos próximos anos. Assuma seu papel na história digital: explore, conecte-se e ajude a construir uma internet mais inclusiva, segura e inovadora para todos.

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