Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 11,1%

Variação mensal 11,9%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 25,3%

Variação mensal 3,5%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.344,48

Pontualidade do pagamento 78,6%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 391,16

Pontualidade do pagamento 82,9%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.373,95

Pontualidade do pagamento 81,6%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 272,05

Pontualidade do pagamento 93,4%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 23,6%

No mês (em milhões) 8,7

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 24,5%

No mês (em milhões) 8,3

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 49,9%

No mês (em milhões) 81,7

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano -0,5%

Variação mensal 0,0%

Falência Requerida

CNPJs no ano 698

Processos no ano 686

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 2.466

Processos no ano 977

Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 11,1%

Variação mensal 11,9%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 25,3%

Variação mensal 3,5%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.344,48

Pontualidade do pagamento 78,6%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 391,16

Pontualidade do pagamento 82,9%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.373,95

Pontualidade do pagamento 81,6%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 272,05

Pontualidade do pagamento 93,4%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 23,6%

No mês (em milhões) 8,7

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 24,5%

No mês (em milhões) 8,3

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 49,9%

No mês (em milhões) 81,7

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano -0,5%

Variação mensal 0,0%

Falência Requerida

CNPJs no ano 698

Processos no ano 686

Recuperação Judicial Requerida

CNPJs no ano 2.466

Processos no ano 977

Empreendedorismo

PME

Administração do capital de giro: onde a sua empresa está errando?

Quais são os principais erros na administração do capital de giro? Conheça os mais comuns e entenda a importância dessa ferramenta!

Imagem de capa

Um aspecto importantíssimo em gerenciar uma pequena ou média empresa é a administração do capital de giro, que são recursos financeiros guardados para que um negócio continue operando, mesmo sem ter gerado lucro. Em outras palavras, ele funciona como uma reserva que permite que a instituição consiga honrar seus compromissos e suprir suas necessidades diante de períodos em que o fluxo de caixa esteja baixo. Controlar esse ativo é uma tarefa indispensável para qualquer gestor de PME. A ideia é manter a rentabilidade e evitar empréstimos ou prejuízos que possam colocar as operações em risco. Por isso, ficar atento à forma como o capital de giro é gerenciado e aplicar boas práticas para ter esse recurso à mão são medidas que precisam estar na lista de prioridades de todos os empresários. Neste post, você vai conhecer os principais erros que prejudicam a boa administração do capital de giro e revisar seus conhecimentos sobre os objetivos dessa ferramenta e por que ela é tão importante. Continue a leitura para saber mais!

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Objetivos da administração do capital de giro

O capital de giro é um ativo circulante, um montante de dinheiro ou recursos que uma empresa precisa ter em caixa para cobrir suas atividades e mantê-la em funcionamento. Seus principais objetivos são:

  • maximizar o retorno de investimentos em ativos atuais: o ROI dos ativos que estão atualmente investidos precisa ter um valor maior que o custo médio ponderado do capital de giro. Isso é essencial para assegurar a riqueza;
  • minimizar o custo de capital: esse índice se refere à quantidade de dinheiro gasto para gerenciar o capital de giro. Logo, é necessário aliviar esse custo, garantindo que a manutenção desse recurso seja bem planejada e monitorada;
  • garantir recursos necessários para um determinado período, sem que seja necessário recorrer a financiamentos: basicamente, a função primordial do capital de giro é prover o suficiente para manter o ciclo operacional — comprar matéria-prima, atender pedidos, pagar fornecedores e funcionários, etc. — tudo isso em andamento, evitando que a empresa tenha que contratar empréstimos que possam comprometer sua rentabilidade.

Principais erros na administração do capital de giro

Por mais urgente que seja o tema, é comum que muitos empresários errem na administração do capital de giro. Para que você não cometa esses deslizes e consiga corrigir suas práticas de gestão, conheça, a seguir, os principais equívocos cometidos por empresas em relação ao tema e saiba o que fazer.

Não controlar as contas a pagar e a receber

Uma das premissas mais importantes para a saúde financeira de uma empresa é controlar as entradas e saídas de dinheiro, o que geralmente é feito por meio do fluxo de caixa. Saber exatamente quais são as contas a pagar e qual é a previsão de recebimentos impacta diretamente no capital de giro, pois o valor da diferença entre esses pagamentos mostra o quanto o negócio terá mensalmente em caixa.

Não ter um planejamento orçamentário

Em um gancho com o tópico anterior, registrar precisamente as entradas e saídas de dinheiro permite que empresas façam uma projeção de resultados mais segura e possam se planejar de acordo com ele. O que acontece é que alguns empresários não realizam esse controle, gerenciando seu negócio às cegas. O planejamento orçamentário é, assim, um instrumento importante para que se possa conter gastos e acompanhar a evolução das finanças de uma empresa. A ideia é estar sempre ciente da situação, mantendo as contas sob controle e garantindo os lucros.

Contar com dinheiro que ainda está não disponível

Monitorar entradas e saídas dos ingressos econômicos é prática fundamental para uma finança saudável. No entanto, um cuidado em relação às contas a receber: evite computar, em seu planejamento, rendimentos que ainda não estão em caixa. Infelizmente, as empresas precisam lidar com o fantasma da inadimplência. Portanto, é indispensável considerar esse risco nas suas projeções — bem como adotar medidas para minimizar o problema — para que seu capital de giro não seja prejudicado.

Oferecer prazos muito longos para recebimento

Alinhado com o item acima, diante de um cenário econômico delicado no país, oferecer privilégios como parcelamentos a perder de vista favorecem o aumento das vendas e da satisfação do cliente. Todavia, esse benefício é arriscado para os negócios, sobretudo para manutenção do capital de giro, e seus impactos devem ser muito bem avaliados. Reduzir os prazos de recebimentos não é algo simples, mas vale a pena avaliar estratégias para melhorá-los, seja estimulando o pagamento à vista, seja concedendo descontos ou vantagens especiais.

Não fazer uma gestão eficiente do estoque

Outro assunto complexo na gestão de um negócio que influencia bastante a administração do capital de giro é o estoque. Ele é um ativo da empresa e significa, essencialmente, dinheiro imobilizado. Quanto maiores são seus níveis, menos capital de giro disponível o negócio tem. Por isso, uma boa prática é manter seus níveis equilibrados, garantindo a quantidade mínima necessária para a produção, mas sem excessos. É importante ter em mente que um estoque muito cheio pode acarretar, inclusive, na perda financeira, uma vez que as mercadorias podem estragar com o tempo ou ficarem obsoletas.

Não pagar impostos em dia

Por fim, um ponto que merece atenção é a gestão tributária, visto que descumprir a lei a acumular dívidas em multas e taxas não é um bom sinal. Não se esqueça de que, além de ter que lidar com mais juros e cobranças, existe pouca flexibilidade por parte do governo para a negociação. Assim, é fundamental manter essas contas em dia para evitar que sua situação ganhe proporções maiores.

Importância da administração do capital de giro para a saúde financeira da empresa

Em situações de crises ou ameaças do mercado, o capital de giro apresenta recursos para superar problemas e manter a empresa na ativa. Por isso ele é indispensável. Quando eventualidades se apresentam, a instituição corre menos riscos e consegue crescer com mais segurança. Além disso, com o capital de giro, o empresário tem parâmetros sobre o quanto é necessário para manter suas obrigações em dia. Dessa forma, cuidar da administração do capital de giro é crucial para o sucesso financeiro do negócio e dos seus resultados como um todo. Como vantagem dessa estratégia, a empresa:

  • conhece com maior precisão os melhores momentos para comprar e os prazos que é capaz de assumir;
  • mantém o caixa no azul;
  • consegue maximizar a riqueza do negócio no longo prazo;
  • tem contas do ativo e passivo em equilíbrio.

Uma administração do capital de giro eficaz impede que uma empresa se coloque em uma posição vulnerável, tendo que recorrer continuamente a bancos, financiamentos ou contratos não favoráveis para cobrir suas dívidas. Ao colocar essa estratégia em prática, você garante as finanças em dia para que o negócio tenha condições e recursos de crescer de forma estruturada. Se você gostou do post de hoje, confira também nosso guia completo sobre fluxo de caixa para saber mais sobre práticas que favorecem a saúde financeira do seu negócio!

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