Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,4%

Variação mensal 5,0%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 9,2%

Variação mensal 1,2%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 38,4%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,3%

Percentual no mês 57,8%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.344,48

Pontualidade do pagamento 78,6%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 391,16

Pontualidade do pagamento 82,9%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.340,29

Pontualidade do pagamento 80,7%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 272,05

Pontualidade do pagamento 93,4%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 27,3%

No mês (em milhões) 8,9

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 28,2%

No mês (em milhões) 8,4

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 49,6%

No mês (em milhões) 81,2

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 2,9%

Variação mensal 1,7%

Falência Requerida

Acumulado no ano 236

No mês 61

Recuperação Judicial Requerida

Acumulado no ano 638

No mês 167

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Variação acumulada no ano 7,4%

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Consumidor | Demanda por Crédito

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Acumulado no ano 236

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Recuperação Judicial Requerida

Acumulado no ano 638

No mês 167

Empreendedorismo

O que é romaneio de carga e por que ele é essencial?

Entenda o que é romaneio, como ele difere da nota fiscal e por que esse documento logístico reduz erros, prejuízos e riscos no transporte. Confira!

O que é romaneio de carga e por que ele é essencial?

Erros no transporte de mercadorias geram impactos diretos no caixa das pequenas e médias empresas. Devoluções, reentregas, perda de mercadoria, conflitos com clientes e dificuldades com seguradoras fazem parte da rotina de negócios que não possuem controle logístico adequado.

Nesse contexto, o romaneio de carga — também conhecido como packing list — surge como um documento essencial para garantir que o que foi vendido é, de fato, o que está sendo transportado e entregue. Ainda que não seja um documento fiscal, ele desempenha um papel estratégico na conferência de mercadorias, na organização do embarque e na agilidade de fiscalizações em barreiras rodoviárias.

Neste conteúdo, nós, da Serasa Experian, explicamos o que é o romaneio, para que ele serve, como se diferencia da nota fiscal e por que esse documento ajuda PMEs a reduzir prejuízos operacionais e riscos em casos de sinistro. Acompanhe.

O que é romaneio e para que serve?

O romaneio é um documento logístico que lista, de forma detalhada, todos os volumes que compõem uma carga transportada. Ele descreve fisicamente o que está sendo embarcado, permitindo conferência rápida e objetiva durante todas as etapas do transporte.

Sua função principal é facilitar a identificação, conferência e fiscalização das mercadorias, desde o carregamento até a entrega final. Cada volume transportado deve constar no romaneio, com informações suficientes para que qualquer pessoa envolvida na operação consiga verificar o conteúdo da carga sem necessidade de abrir embalagens.

Na prática, o romaneio atua como um instrumento central de organização da operação logística. Ele orienta o embarque e a separação dos volumes, garantindo que todos os itens vendidos sejam corretamente carregados antes do início do transporte.

No momento da entrega, o documento facilita a conferência por parte do cliente, permitindo verificar rapidamente se a mercadoria recebida corresponde ao que foi vendido e faturado.

O romaneio também desempenha papel relevante em fiscalizações realizadas em barreiras rodoviárias. Esse documento possibilita a contagem objetiva dos volumes transportados e agiliza a liberação da carga.

Em situações de sinistro, como roubos ou acidentes, esse documento funciona como suporte para a comprovação do conteúdo transportado e é frequentemente solicitado por transportadoras e seguradoras.

Para pequenas e médias empresas, o romaneio representa um controle operacional simples, porém altamente eficaz, que, ao reduzir falhas humanas, retrabalho e divergências na entrega, contribui para aumentar a previsibilidade das operações e fortalecer a confiança nos processos logísticos.

Qual é a diferença entre romaneio e nota fiscal?

Embora sejam utilizados de forma conjunta na rotina logística, romaneio e nota fiscal cumprem funções distintas e complementares dentro da operação.

A nota fiscal eletrônica (NF-e) possui natureza tributária. Ela formaliza a operação comercial, registra valores, impostos incidentes e comprova a transferência de propriedade da mercadoria, atendendo às exigências fiscais previstas na legislação vigente.

O romaneio, por sua vez, é um documento de caráter logístico. Ele não apresenta valores nem informações tributárias. Seu foco está na descrição física da carga transportada, detalhando a quantidade de volumes, o peso, o tipo de embalagem e a organização dos itens, o que permite a conferência e o controle ao longo de todo o transporte. Em resumo:

·        Nota fiscal: comprova a venda e a regularidade fiscal da operação.

·        Romaneio: garante o controle físico e a conferência da mercadoria.

Na entrega, o cliente pode comparar rapidamente o romaneio com a nota fiscal para verificar se tudo o que foi faturado está, de fato, sendo recebido. Esse cruzamento de informações reduz conflitos, devoluções e alegações de envio incorreto.

Quais informações devem constar no documento?

Para cumprir sua função de controle, o romaneio precisa ser elaborado de forma clara, padronizada e completa. Se preenchido de maneira imprecisa ou incompleta, o documento perde sua utilidade operacional e pode gerar dúvidas tanto na fiscalização quanto no recebimento da carga pelo cliente.

Um romaneio eficiente deve apresentar, de forma organizada, a quantidade total de volumes transportados; o tipo de embalagem utilizada; o peso bruto e o peso líquido de cada unidade; além das dimensões aproximadas da carga.

Também é fundamental haver a identificação correta da nota fiscal correspondente e a descrição ou codificação dos produtos transportados. Isso permite a conferência objetiva do conteúdo embarcado.

Quanto maior for o nível de padronização dessas informações, menor é o risco de divergências ao longo da operação logística. Para pequenas e médias empresas, esse cuidado reduz retrabalho, evita reentregas desnecessárias e contribui para relações mais seguras e transparentes com clientes e transportadoras.

Confira o que conferir no romaneio antes do embarque:

·        Todos os volumes foram listados?;

·        O número de volumes confere com o carregamento físico?;

·        O romaneio está vinculado à nota fiscal correta?;

·        As informações estão legíveis e sem abreviações ambíguas?.

Por que o romaneio evita prejuízos na operação?

A ausência de romaneio expõe a empresa a falhas comuns no transporte de mercadorias. Um dos principais prejuízos está no tempo perdido durante a conferência no recebimento. Sem um documento claro, o caminhão permanece parado enquanto a carga é checa manualmente.

Com o romaneio, a conferência se torna objetiva, reduzindo custos operacionais e aumentando a eficiência logística. Outro ponto crítico é a prevenção de erros de separação, conhecidos como falhas de picking. Ao listar todos os volumes, o romaneio permite identificar rapidamente itens faltantes ou enviados incorretamente antes mesmo do transporte.

Além disso, em casos de roubo ou acidente, o romaneio é utilizado como documento de suporte por seguradoras. Embora não seja fiscal, ele serve como referência para comprovar o conteúdo transportado no momento do sinistro. A ausência desse documento pode dificultar ou atrasar processos de indenização.

O romaneio é obrigatório?

O romaneio não é um documento fiscal tributário e, por isso, não substitui a nota fiscal, que continua sendo obrigatória para fins fiscais, contábeis e de comprovação da operação. Sua função é operacional e logística, voltada à organização e conferência da carga transportada.

Apesar disso, a exigência do romaneio varia conforme o tipo de operação e o contexto do transporte. Em operações nacionais, ele não é obrigatório por lei, mas é amplamente utilizado como boa prática para controle interno, conferência de volumes e apoio em fiscalizações.

Já em transportes internacionais, o romaneio é obrigatório e integra o conjunto de documentos exigidos para a liberação da carga. Ele é utilizado para detalhar volumes, pesos e identificação dos itens transportados, facilitando a atuação de autoridades aduaneiras e operadores logísticos.

Nesse contexto, a ausência ou inconsistência do romaneio pode gerar atrasos na liberação, retenção da carga e custos adicionais. Por isso, mesmo quando não exigido formalmente, o uso correto do romaneio contribui para uma operação mais segura, organizada e alinhada às práticas consolidadas do comércio exterior.

Como elaborar um romaneio eficiente?

Elaborar um romaneio eficiente exige atenção aos detalhes e integração com a rotina operacional da empresa. O ideal é que o documento seja preparado do carregamento, com base nos pedidos confirmados e nas notas fiscais já emitidas, garantindo coerência entre o que foi vendido e o que será transportado.

O uso de planilhas digitais ou sistemas de gestão contribui para a padronização das informações e reduz a ocorrência de erros manuais. Sempre que possível, o romaneio deve ser compartilhado com as equipes envolvidas na separação, no carregamento e na entrega da mercadoria, assegurando que todos trabalhem com a mesma referência.

Boas práticas incluem a adoção de descrições objetivas e padronizadas, a eliminação de siglas internas que possam gerar dúvidas, a revisão cuidadosa do documento antes do embarque e a manutenção de um histórico dos romaneios para fins de auditoria e controle operacional.

Para empresas em processo de digitalização, a automação do romaneio representa um avanço relevante, pois contribui para ganho de escala, redução de falhas e maior controle logístico ao longo das operações.

Como o romaneio ajuda na fiscalização e liberação de cargas?

Durante fiscalizações rodoviárias, o romaneio funciona como um documento de conferência imediata. Ele permite que o agente verifique a quantidade de volumes, a correspondência com a nota fiscal e a organização da carga sem a necessidade de abrir o veículo ou realizar inspeções demoradas.

Esse controle reduz o risco de retenções indevidas, questionamentos operacionais e autuações por inconsistência documental. Quanto mais clara e organizada estiver a informação apresentada, menor tende a ser o tempo de abordagem e a chance de interrupções no transporte.

Para PMEs que trabalham com prazos curtos, entregas frequentes ou rotas longas, essa fluidez logística tem impacto direto no resultado financeiro. Veículos parados geram custos adicionais com combustível, diária de motorista, risco de avarias e atraso na cadeia de entrega.

Além disso, o uso correto do romaneio reforça a profissionalização da operação logística. Ele contribui para a previsibilidade das entregas, melhora o relacionamento com clientes e reduz perdas associadas a atrasos ou desencontros de informação, apoiando uma gestão mais eficiente do transporte e da distribuição.

Por que o romaneio fortalece a segurança logística das PMEs?

O romaneio pode parecer um documento operacional simples, mas seu impacto na gestão logística das pequenas e médias empresas é significativo. Ao estruturar a conferência da carga, organizar o embarque e facilitar o recebimento, ele atua diretamente na redução de falhas que geram custos ocultos, como reentregas, devoluções e perda de tempo operacional.

Quando utilizado de forma consistente, o romaneio contribui para processos mais previsíveis, melhora a comunicação entre áreas internas, transportadoras e clientes, e fortalece a capacidade da empresa de comprovar o que foi efetivamente transportado.

Em fiscalizações ou situações de sinistro, esse controle adicional reduz exposição a riscos e evita disputas que poderiam comprometer o caixa e a reputação do negócio.

Nós, da Serasa Experian, entendemos que eficiência logística não depende apenas de grandes investimentos, mas de práticas simples bem executadas. O uso estruturado do romaneio é uma dessas práticas, capaz de transformar a logística em um apoio concreto à continuidade e ao crescimento sustentável das PMEs!

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