Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 9,8%

Variação mensal -4,5%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 14,0%

Variação mensal -0,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

Percentual no mês 53,7%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.344,48

Pontualidade do pagamento 78,6%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 391,16

Pontualidade do pagamento 82,9%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.373,95

Pontualidade do pagamento 81,6%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 272,05

Pontualidade do pagamento 93,4%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 23,6%

No mês (em milhões) 8,7

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 24,5%

No mês (em milhões) 8,3

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 49,7%

No mês (em milhões) 81,3

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano -0,6%

Variação mensal -0,7%

Falência Requerida - Em breve

Acumulado no ano -

No mês -

Recuperação Judicial Requerida - Em breve

Acumulado no ano -

No mês -

Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 9,8%

Variação mensal -4,5%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 14,0%

Variação mensal -0,4%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 37,2%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,2%

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Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.344,48

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Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

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Acumulado no ano (em milhões) 10,89

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Atividade do Comércio

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Falência Requerida - Em breve

Acumulado no ano -

No mês -

Recuperação Judicial Requerida - Em breve

Acumulado no ano -

No mês -

Autenticação e Prevenção à Fraude

Fraude no Pix durante o Carnaval: como blindar as transações bancárias

Por que o Carnaval é o momento perfeito para a fraude no Pix? Entenda como funcionam os golpes no app bancário e estratégias para mitigá-las!

Imagem de capa

O Carnaval é um época muito acalorada, principalmente no cenário financeiro brasileiro, pois sempre traz problemas inéditos para bancos, fintechs e todas as pessoas que gerenciam apps bancários. O volume de transações cresce de forma acelerada, comportamentos mudam e, nesse ambiente vibrante, os riscos de fraude no Carnaval se multiplicam.

Entender por que esse período é o favorito para golpes no aplicativo bancário é o primeiro passo para criar estratégias robustas, capazes de minimizar impactos sem comprometer a experiência do usuário legítimo. Se interessou pelo assunto? Então, confira a seguir:

Por que o Carnaval expõe bancos à fraude no Pix?

Durante o Carnaval, a rotina financeira ganha novos contornos: transações em horários pouco usuais, compras em locais diferentes, movimentações atípicas. Esse cenário cria a tempestade perfeita para a fraude no carnaval, especialmente em operações Pix. Para bancos, o desafio é diferenciar rapidamente quem está pulando o bloco e gastando normalmente de quem usa o feriado para aplicar um golpe no Carnaval.

A movimentação intensa serve de cortina de fumaça para criminosos dispostos a explorar falhas e vulnerabilidades. Ao mesmo tempo, a pressão para entregar uma experiência fluida ao cliente legítimo aumenta. O saldo desse ambiente é um aumento na demanda por respostas rápidas, análises precisas e medidas de segurança sofisticadas, que minimizem riscos sem travar o uso do Pix.

O Carnaval marca o aumento das operações noturnas e fraudes em pagamentos em estabelecimentos pouco frequentes. Identificar padrões legítimos de consumo versus movimentações fraudulentas exige inteligência de dados em tempo real. O desafio é manter o fluxo legítimo, sem criar barreiras que afastem clientes reais.

Como golpes no Carnaval exploram falhas em apps bancários?

Os fraudadores identificam rapidamente os padrões inéditos que surgem no Carnaval. Furto de celular no bloco, dispositivo já desbloqueado, apps bancários abertos: o cenário é perfeito para a invasão da conta. O golpe no Carnaval envolve não só o acesso ao app, mas também a exploração do contexto de festa, quando o cliente está distraído e a análise tradicional pode falhar.

O criminoso simula comportamento legítimo — transações pequenas seguidas de transferências altas, múltiplos pagamentos noturnos — para se camuflar nos dados. Por isso, a fraude no Pix durante o Carnaval não se limita à obtenção da senha.

Ela depende de domínio sobre vulnerabilidades digitais e lacunas nos modelos de análise de risco. Entender como esses golpes ocorrem é imprescindível para direcionar a prevenção contra quaisquer fraudes, quando a informação roubada já foi usada para acesso.

O grande desafio está em reconhecer padrões fora da curva sem prejudicar a experiência de quem realmente está aproveitando a festa. O uso de inteligência analítica avançada permite separar rapidamente o comportamento do consumidor legítimo daquele que age com intenção fraudulenta.

Account takeover: o maior problema com o Pix no Carnaval

O account takeover (ATO) configura a principal ameaça para bancos no Carnaval. No ATO, o golpista assume o controle do app bancário após obter, por furto ou coação, um celular desbloqueado. Com acesso direto ao dispositivo e à conta, ele consegue movimentar valores elevados pelo Pix enquanto o dono legítimo ainda está tentando entender o ocorrido.

O maior risco não está mais no login, e sim na autorização das transações. Os mecanismos de segurança tradicionais — autenticação via senha, token offline, até SMS — já foram superados nesse contexto.

A única saída é aplicar camadas de análise comportamental e de dispositivo em tempo real, minimizando impactos para o cliente real e prevenindo o esvaziamento de contas. Focar nesse ponto faz toda a diferença para bancos que desejam mitigar danos sem criar barreiras excessivas ao uso do app bancário durante a folia.

O aumento do uso de dispositivos móveis e a popularização do Pix amplificam os desafios do account takeover. A agilidade do criminoso em movimentar valores exige que bancos atuem com respostas em milissegundos, integrando análise de risco, inteligência de dados e tecnologias antifraude.

Regras do Banco Central: limites, MED e compliance

O Banco Central atua na regulação do Pix por meio de regras específicas para minimizar riscos e prejuízos, especialmente durante eventos como o Carnaval. Os limites de transações noturnas e o Mecanismo Especial de Devolução (MED), por exemplo, oferecem respaldo para buscar ressarcimento em tentativas comprovadas de fraude no Pix após o golpe no Carnaval.

No entanto, a experiência mostra que recuperar valores depois do envio é complicado, já que criminosos agilizam o repasse para contas laranjas.

Por isso, bancos e fintechs precisam investir no monitoramento proativo, seguindo as exigências de compliance e utilizando ferramentas recomendadas, como análise de risco em tempo real nas transações. Assim, além de cumprir as resoluções do BC, a resposta à fraude no Carnaval se antecipa aos movimentos do fraudador fazendo muito mais sentido.

O respeito aos limites impostos pelo Banco Central demonstra compromisso com a segurança digital e o compliance bancário. Soluções que monitoram e bloqueiam tentativas atípicas ajudam a consolidar a confiança do cliente, ao mesmo tempo que minimizam os riscos operacionais.

Análise de risco em tempo real: a solução antifraude no Pix!

A análise de risco em tempo real é a tecnologia central do combate à fraude no Carnaval durante operações Pix. Ela verifica, em milissegundos, quem está por trás das transferências — e se aquela movimentação faz sentido. O sistema identifica padrões como transações para beneficiários inéditos, alterações bruscas em localização e horário, velocidade incomum no envio de valores e características do dispositivo.

Caso um golpe no Carnaval seja detectado no instante da tentativa, o banco pode direcionar bloqueios, desafios extras de autenticação ou até acionar callbacks para o cliente. Esse mecanismo não trava o ecossistema de Pix, pois mantém o fluxo legítimo fluido enquanto permite bloqueios assertivos em casos suspeitos.

O uso de inteligência analítica, como a oferecida por nós, é decisiva para separar, em uma fração de segundo, o folião gastando do fraudador se aproveitando de vulnerabilidades.

A análise comportamental, junto à inteligência de dados, permite que bancos e fintechs atuem de forma proativa. Identificar rapidamente movimentos suspeitos é importante para minimizar o prejuízo sem prejudicar o cliente real.

Device fingerprint: até onde confiar no celular durante a festa?

Confiança no celular é relativa, especialmente quando falamos de fraude no Carnaval. Mesmo quando o device ID do aparelho indica legitimidade, o golpista engana sistemas superficiais ao utilizar técnicas para simular uso normal.

Tecnologias sofisticadas de device fingerprint vão além do número do aparelho: avaliam padrões de toque, movimentos captados por sensores, alterações no ambiente do dispositivo e até sobreposição de apps maliciosos para flagrar manipulação suspeita. Assim, bancos e fintechs criam uma barreira contra o golpe no Carnaval e identificam tentativas de acesso atípicas após furtos e roubos.

A combinação de device fingerprint com análise comportamental e biometria eleva o padrão de segurança digital, tornando o processo de autenticação mais robusto e minimizando riscos para todas as pessoas que usam apps bancários durante períodos de alta movimentação.

Biometria facial: resolva problemas sem frustrar os clientes

Quando a análise de risco indica possível fraude no Pix, a biometria facial assume papel de "última barreira". Ao detectar uma operação suspeita — como transferências extraordinárias para contas desconhecidas — o sistema pode exigir uma prova de vida no momento crítico. Assim, mesmo com o celular desbloqueado, só o titular real consegue validar a transação.

O liveness detection, ferramenta estratégica nesse contexto, minimiza falsos positivos ao ativar a biometria apenas quando necessário (fricção inteligente), evitando frustração de quem utiliza o app bancário em pleno Carnaval. Isso contribui para que a proteção seja eficiente, sem prejudicar o fluxo de consumo legítimo. Nós recomendamos incorporar biometria como camada complementar, elevando a segurança sem prejuízo à experiência do cliente.

A aplicação inteligente da biometria facial garante que o bloqueio ocorra apenas quando há real necessidade. Dessa forma, o processo de uso do app bancário se mantém eficiente, mesmo em cenários de alto risco.

Contas laranjas: como bloquear o destino do dinheiro roubado?

Ao investigar um golpe no Carnaval, perceber que o dinheiro rapidamente desaparece para contas "mulas" ou "laranjas" é uma constante. A inteligência de dados da Serasa Experian identifica sinais de anomalia na conta de destino: baixo histórico transacional, frequência elevada de recebimentos atípicos ou abertura recente.

Ferramentas avançadas calculam scores de risco do destinatário, permitindo que bancos bloqueiem transferências antes mesmo de a fraude no Pix se concretizar.

Dessa forma, a instituição minimiza perdas e fortalece seu compliance, tornando o Carnaval menos lucrativo para criminosos e mais seguro para clientes de verdade. O bloqueio ágil das contas de destino representa uma camada extra na prevenção em camadas, dificultando a movimentação dos valores obtidos por meio de golpes.

Monitorar o comportamento das contas de recebimento é tão relevante quanto o monitoramento da conta de origem. Soluções que integram análises em ambas as pontas se destacam no combate à fraude no Pix em larga escala!

Como unir segurança digital e experiência positiva no Carnaval?

Bancos enfrentam um dilema: como evitar a fraude no Carnaval sem comprometer a experiência dos clientes legítimos, especialmente durante festas e períodos de grande transacionalidade? A resposta está em modelos analíticos de alta precisão, que aproveitam inteligência de mercado e dados próprios para distinguir padrões banais de tentativas de golpe no Carnaval.

Nós, da Serasa Experian, junto da ClearSale, desenvolvemos soluções que aprovam a maioria das transações reais, ativando bloqueios somente nos casos realmente suspeitos. Assim, a jornada do usuário nos apps bancários permanece fluida, fortalecendo a confiança e o relacionamento entre cliente e instituição financeira até nos momentos de picos como o Carnaval.

A experiência positiva é construída com base na confiança. Implementar ferramentas que atuam nos bastidores, sem interferir no uso legítimo, é essencial para conquistar a preferência dos clientes no longo prazo.

Inteligência preditiva é o futuro da prevenção antifraude em grandes volumes?

O futuro da segurança bancária frente à fraude no Carnaval exige inteligência colaborativa, constante atualização tecnológica e visão voltada para picos de acesso, como grandes festas nacionais. Isso significa cruzar dados internos — comportamento, histórico, scores — com tendências de mercado em tempo real, potencializando respostas preventivas às tentativas de fraudes no Brasil.

A Serasa Experian, apoiada pela tecnologia ClearSale, conduz esse movimento no Brasil, entregando soluções que suportam altos volumes sem abrir mão da conformidade com resoluções do Banco Central. Essa abordagem prepara as instituições para desafios futuros, consolidando a confiança e a tranquilidade de clientes e gestores mesmo diante dos cenários mais turbulentos.

O uso de inteligência preditiva amplia a capacidade de resposta das instituições financeiras. Antecipar tendências e identificar padrões emergentes faz toda a diferença para minimizar prejuízos em períodos de alta movimentação.

Fortaleça sua estratégia antifraude e minimize riscos com a Serasa Experian!

O Carnaval traz consigo um dos períodos com maiores problemas para a segurança digital bancária. O aumento das transações, junto ao comportamento atípico dos usuários, cria espaço para fraudes cada vez mais sofisticadas, especialmente via Pix.

Para combater a fraude no Carnaval é necessário integração de tecnologias como análise comportamental em tempo real, device fingerprint, biometria facial e monitoramento de contas laranjas.

Adotar uma abordagem de prevenção em camadas, apoiada por inteligência analítica e ferramentas inovadoras, transforma o Carnaval em um período seguro para todas as pessoas que empreendem, bancos e fintechs, minimizando riscos sem sacrificar a experiência do cliente.

Se você deseja fortalecer a segurança do seu app bancário e proteger sua instituição contra fraudes em grande escala, conte com a nossa solução Antifraude PIX. Juntos, podemos construir um ecossistema financeiro mais seguro, mesmo nos momentos de maior desafio! Até lá.

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