Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 6,3%

Variação mensal -3,6%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 9,2%

Variação mensal 1,2%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 38,4%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,3%

Percentual no mês 57,8%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.280,32

Pontualidade do pagamento 77,9%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 402,57

Pontualidade do pagamento 82,6%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.340,29

Pontualidade do pagamento 80,7%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 268,95

Pontualidade do pagamento 92,0%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 6,94

No mês (em milhões) 1,15

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 21,3%

No mês (em milhões) 8,4

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 22,0%

No mês (em milhões) 8,0

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 49,2%

No mês (em milhões) 80,4

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 3,6%

Variação mensal -1,2%

Falência Requerida

Acumulado no ano 236

No mês 61

Recuperação Judicial Requerida

Acumulado no ano 638

No mês 167

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Consumidor | Demanda por Crédito

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Percentual médio no ano 38,7%

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Atividade do Comércio

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Recuperação Judicial Requerida

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Crédito

Avaliação com 5 C's do crédito: saiba como aplicar na análise e concessão

Saiba o que é os 5 C' s do crédito e como avaliar a capacidade de um indivíduo ou empresa de pagar um empréstimo. Confira!

Avaliação com 5 C's do crédito: saiba como aplicar na análise e concessão

O universo das finanças, complexo por natureza, exige atenção meticulosa a cada detalhe. A concessão de crédito exemplifica essa realidade e demanda que as organizações realizem uma análise cuidadosa para mitigar a inadimplência e salvaguardar a saúde financeira nas negociações.

Nesse cenário, ferramentas estratégicas foram desenvolvidas para aprimorar a tomada de decisões, mapear perfis de risco e reduzir os perigos inerentes ao crédito. Entre elas, destaca-se a metodologia dos 5 Cs do crédito, uma abordagem que possibilita uma avaliação personalizada no processo financeiro. Qual é a essência desses pilares e como aplicá-los? Continue sua leitura para descobrir como otimizar sua concessão de crédito.

Quais são os 5 Cs do crédito?

Os 5 Cs do crédito são um conjunto de critérios essenciais utilizados por instituições financeiras para dimensionar a capacidade de pagamento de um indivíduo ou empresa diante de um empréstimo. Esses pilares fornecem aos credores uma estrutura para mensurar o risco associado à liberação de recursos financeiros a um solicitante.

De forma concisa, os 5 Cs representam: Caráter, Capacidade, Capital, Colateral e Condições. Ao investigar esses elementos, os credores embasam suas decisões de concessão e reduzem significativamente a probabilidade de inadimplência. Para uma compreensão inicial do tema, confira um breve panorama de cada componente dos 5 Cs do crédito:

  1. Caráter: refere-se à confiabilidade e ao histórico creditício do solicitante. As organizações que oferecem crédito investigam a regularidade do pagamento de dívidas e o cumprimento das obrigações financeiras e fiscais;
  2. Capacidade: avalia a aptidão financeira do mutuário para honrar o empréstimo, mediante a análise da renda, histórico de crédito e estabilidade financeira da pessoa ou empresa;
  3. Capital: concerne aos recursos financeiros próprios do negócio ou indivíduo, abrangendo economias, investimentos e outros ativos que podem ser acionados para quitação do crédito em situações de dificuldade;
  4. Colateral: ativos tangíveis apresentados como garantia da operação, proporcionando segurança adicional ao credor caso o mutuário não cumpra com suas obrigações;
  5. Condições: engloba o cenário econômico e regulatório do mercado que pode impactar a capacidade de pagamento do mutuário, incluindo juros, prazo e propósito do crédito.

Como funciona a análise de crédito?

A análise de crédito é uma prática fundamental, principalmente empregada por instituições financeiras para verificar a solidez e a capacidade de pagamento de pessoas físicas (CPF) ou jurídicas (CNPJ). O objetivo central desse processo é minimizar os riscos de inadimplência, assegurando que o crédito seja concedido de forma segura para ambas as partes: credor e cliente.

O objetivo central desse processo é minimizar os riscos de inadimplência, assegurando que o crédito seja concedido de forma segura para ambas as partes: credor e cliente.

Durante a avaliação de crédito, são rigorosamente analisados diversos fatores: histórico financeiro, score de crédito, renda mensal e comportamento de pagamento em relação a compromissos financeiros anteriores. Esses dados são coletados de fontes confiáveis, incluindo registros bancários, bureaus de crédito e informações fornecidas pelo próprio solicitante.

Este procedimento é indispensável em diversas situações financeiras, como a solicitação de cartão de crédito, financiamento de veículo, empréstimos pessoais e parcelamento de compras em diferentes estabelecimentos.

Essa análise influencia diretamente as condições propostas, como taxas de juros, limites de crédito e prazos de pagamento. Muitas empresas utilizam essa ferramenta para resguardar-se de prejuízos financeiros e para desenvolver soluções personalizadas que se alinham ao perfil de cada cliente, fomentando uma relação comercial mais equilibrada e sustentável no mercado.

Qual é a importância dos 5 Cs do crédito?

Para qualquer empresa que atua na concessão de crédito, a manutenção da saúde financeira exige uma série de precauções. Nesse contexto, os 5 Cs do crédito desempenham um papel decisivo: aprimorar os processos de concessão de empréstimos, financiamentos e outras modalidades de benefícios.

Estes critérios oferecem aos credores uma visão abrangente da situação financeira e do comportamento passado do solicitante, elementos cruciais para a gestão de riscos da organização. O caráter, por exemplo, permite avaliar a confiabilidade e a integridade da entidade ou pessoa, enquanto a capacidade examina o desempenho financeiro atual para honrar as obrigações do empréstimo.

Além disso, os 5 Cs do crédito funcionam como uma salvaguarda para mutuários responsáveis. Ao demonstrar um histórico sólido de pagamentos, uma condição financeira saudável e a disponibilidade de colateral, por exemplo, as empresas que buscam crédito podem negociar termos mais favoráveis, como taxas de juros reduzidas. Isso as posiciona de maneira mais vantajosa e minimiza o custo total da operação de crédito.

É relevante notar que esses pilares se adaptam a distintos cenários econômicos e tipologias de empréstimos. Seja para créditos pessoais, hipotecas ou financiamentos corporativos, os 5 Cs do crédito provêm uma estrutura flexível e robusta para avaliar riscos em múltiplas situações.

1. Caráter

O elemento caráter está intimamente ligado à confiabilidade que um solicitante de crédito transmite. Para sua avaliação, é realizado um estudo minucioso que busca compreender o histórico de crédito e o comportamento financeiro da pessoa ou empresa.

Em geral, as organizações que oferecem crédito conduzem uma análise para determinar se o mutuário possui um histórico consistente de pagamentos pontuais em empréstimos prévios, faturas de cartão de crédito e outras obrigações financeiras. Atrasos ou registros de inadimplência no passado podem sinalizar um risco elevado para o credor.

Comportamento financeiro e reputação no mercado

Adicionalmente, é crucial considerar o comportamento financeiro global da organização ou pessoa. Para garantir a quitação adequada do débito, é essencial verificar se a empresa gerencia seus cartões de crédito e dívidas de forma responsável.

O mutuário é avaliado por sua reputação financeira, incluindo a percepção de sua ética e confiabilidade nas transações. Por essa razão, durante a análise do primeiro dos 5 Cs do crédito, são também verificadas referências comerciais e analisados comentários de outras organizações que já concederam crédito ao indivíduo ou à empresa.

Um histórico financeiro íntegro e um bom caráter aumentam consideravelmente a probabilidade de aprovação do empréstimo, influenciando, inclusive, as taxas de juros oferecidas.

Como aprimorar o seu caráter financeiro e construir confiança?

Construir e manter um caráter financeiro sólido é fundamental para ter acesso a melhores condições de crédito, sejam para pessoas físicas ou jurídicas.

Pagar fornecedores dentro do prazo estabelecido não apenas mantém o bom relacionamento comercial, mas também demonstra seriedade. Cumprir com as obrigações fiscais e trabalhistas evita problemas legais e sinaliza uma gestão idônea.

Um histórico limpo de protestos ou ações judiciais é um ponto positivo. A reputação da empresa, inclusive a opinião de outros parceiros comerciais e bancos, é frequentemente verificada por credores. Manter registros contábeis organizados e acessíveis para auditoria reforça a transparência.

Uma história de pagamentos consistentes e uma conduta financeira responsável abrem portas para aprovações de crédito mais rápidas, limites mais generosos e, crucialmente, taxas de juros mais vantajosas. Credores buscam mitigar riscos, e um bom caráter é um dos indicadores mais fortes de que o tomador de crédito honrará seus compromissos.

2. Condições

A avaliação dos riscos dos benefícios é um aspecto crucial para as empresas credoras. Nesse sentido, as condições – o segundo elemento dos 5 Cs do crédito – são extremamente úteis, pois se referem ao ambiente econômico e aos termos específicos do empréstimo que podem afetar a capacidade do mutuário de cumprir suas obrigações financeiras.

Taxas de juros elevadas, por exemplo, elevam o custo total do empréstimo, enquanto taxas mais brandas tornam as parcelas mais acessíveis. O prazo do crédito é outra condição vital; prazos estendidos resultam em parcelas mensais menores, mas implicam custos totais mais altos devido aos juros acumulados ao longo do tempo.

Por outro lado, prazos mais curtos podem acarretar pagamentos mensais maiores, mas com um custo total inferior ao longo da vida do empréstimo. É importante sublinhar que outros aspectos também são de grande relevância, como os termos contratuais do empréstimo, que incluem cláusulas de pagamento antecipado, penalidades por atraso e outras disposições acessórias.

Cenário econômico e finalidade do crédito

Somam-se a isso as condições econômicas macro, como inflação, taxas de desemprego e tendências do mercado financeiro, que são levadas em consideração. Variações nessas condições podem impactar substancialmente a capacidade do mutuário de pagar o empréstimo e a segurança do investimento para o credor.

Empréstimos destinados a investimentos comerciais podem ter condições distintas das aplicadas a financiamentos para aquisição de residências, por exemplo.

Compreender as condições do mercado e as especificidades do propósito do crédito é fundamental para uma avaliação eficaz do risco e a estruturação de uma proposta justa ao solicitante.

3. Capacidade

Ao considerar a concessão de crédito para uma pessoa ou organização, a pergunta central é: essa parte terá receitas e despesas equilibradas para permitir a quitação correta do débito? Este é o cerne da análise do pilar da capacidade dentro dos 5 Cs do crédito.

Ao avaliar a capacidade, os credores examinam a estabilidade da renda do solicitante, sua habilidade de gerenciar dívidas preexistentes e a proporção entre suas obrigações financeiras e a renda disponível. Por exemplo, uma renda consistente e suficiente para cobrir as despesas básicas e as prestações do novo empréstimo é um indicador positivo de capacidade de pagamento.

Outros fatores relevantes para este atributo incluem as despesas mensais do mutuário, como moradia, alimentação, transporte e outros compromissos essenciais. Os credores comparam essas despesas com a renda disponível para determinar a capacidade de assumir novas dívidas sem comprometer o cumprimento de outras obrigações, contribuindo para a mitigação de riscos.

Capacidade financeira de empresas

No contexto de organizações que concedem crédito a pessoas jurídicas, é crucial investigar uma série de aspectos da saúde financeira da empresa, tais como:

  • Fluxo de caixa: essencial para entender a geração e gestão de recursos;
  • Relatórios contábeis: balanços, DREs e outras demonstrações que revelam a performance e solidez;
  • Garantias de pagamento: existência de ativos ou acordos que respaldam a dívida;
  • Setor de atuação do negócio: análise das tendências e riscos inerentes ao mercado específico;
  • Anos de existência da empresa: experiência no mercado e histórico de resiliência;
  • Análise do quadro societário da empresa: perfil e histórico dos gestores.

Uma análise detalhada da capacidade é, portanto, indispensável para garantir que o crédito seja concedido de maneira responsável, alinhado à real condição financeira do solicitante.

4. Capital

O capital, como o nome sugere, está diretamente interligado aos ativos e recursos financeiros que a pessoa ou empresa que receberá o crédito possui. Este elemento fornece aos concessores de crédito uma métrica da aptidão do tomador de empréstimo para enfrentar adversidades financeiras e honrar suas dívidas, realizando os pagamentos de forma consistente.

Os ativos que compõem o capital podem variar consideravelmente, abrangendo desde poupanças e investimentos até propriedades e veículos. Quanto mais substancial for o capital do beneficiário, maior será sua resiliência para superar dificuldades financeiras inesperadas e manter os pagamentos do empréstimo em dia.

Como o capital é analisado pelos credores?

Além desses bens, são também considerados os ativos líquidos, como dinheiro em conta e investimentos facilmente convertíveis em numerário — recursos altamente valorizados por sua acessibilidade imediata em situações de emergência.

Simplificando, o capital representa uma camada de segurança financeira mobilizável em períodos de incerteza, constituindo um pilar fundamental para a concessão responsável de crédito.

Nesse estágio, os credores avaliam o valor dos ativos do mutuário, sua liquidez e a relevância desses bens para o tipo específico de empréstimo em questão. Uma análise robusta do capital assegura que o solicitante possui uma base financeira sólida para suportar a obrigação, mesmo diante de cenários econômicos desafiadores.

5. Colateral

O último dos 5 Cs do crédito é o colateral, um termo que representa a análise dos bens oferecidos como garantia para a obtenção de um empréstimo. Esses ativos podem incluir propriedades, veículos, investimentos ou qualquer outro bem de valor que a organização ou pessoa que busca o crédito possui e está disposta a ceder ao concedente em caso de inadimplência.

Apesar de ser uma análise crítica, a exigência e o tipo de colateral variam conforme a modalidade de empréstimo e a política de crédito do credor. Em empréstimos garantidos, por exemplo, o conceito de colateral é indispensável para proporcionar maior segurança à instituição financeira diante de cenários de falta de pagamento.

Contudo, em empréstimos não garantidos, como os cartões de crédito, o colateral pode não ser exigido; isso frequentemente resulta em taxas de juros mais elevadas para compensar o maior risco de inadimplência. É importante notar que, nesses casos, também é possível substituir a garantia material pela inclusão de um avalista, que se compromete solidariamente com a dívida.

A avaliação do colateral não se resume apenas à existência de um bem, mas também à sua liquidez, facilidade de execução e valor de mercado. Um colateral robusto e facilmente conversível em dinheiro reduz o risco para o credor e pode influenciar positivamente as condições do empréstimo, como taxas e prazos.

Tipos de colateral e como eles impactam sua solicitação de crédito.

Existem diversos tipos de colateral, cada um com suas características e impactos na solicitação de crédito.

Imóveis (hipoteca)

Residências, terrenos ou imóveis comerciais são frequentemente utilizados como garantia em empréstimos de grande porte, como hipotecas ou financiamentos empresariais. São consideradas garantias muito fortes devido ao seu valor, mas sua liquidez é menor. Oferecer um imóvel como colateral geralmente resulta em taxas de juros significativamente mais baixas e prazos de pagamento mais longos, pois o risco para o credor é menor.

Veículos (alienação fiduciária)

Carros, motos ou caminhões podem servir de garantia, especialmente em financiamentos de veículos. Neste caso, o veículo fica em nome do banco até a quitação do empréstimo. Assim como os imóveis, o uso de veículos como garantia pode proporcionar condições mais favoráveis.

Investimentos

Certificados de Depósito Bancário (CDBs), fundos de investimento ou ações podem ser dados em garantia, especialmente em empréstimos de curto prazo ou para capital de giro. A vantagem é a alta liquidez de alguns desses ativos, facilitando a execução da garantia pelo credor se houver inadimplência.

Recebíveis

Para empresas, faturas a receber, cheques pré-datados ou contratos de vendas futuras (como vendas de cartão de crédito) podem ser oferecidos como garantia. Isso é comum em operações de antecipação de recebíveis, em que a empresa obtém recursos imediatos em troca de direitos sobre vendas futuras.

Maquinário e Equipamentos

Indústrias e empresas de serviços podem usar seus ativos produtivos como garantia. A avaliação do valor e da capacidade de revenda desses bens é crucial.

Garantias Pessoais

Se a pessoa ou empresa solicitante não possui ativos próprios suficientes, uma terceira pessoa (avaliador ou fiador) pode oferecer seus bens ou sua própria reputação financeira como garantia. Isso transfere parte do risco para essa terceira pessoa, mas ainda assim pode facilitar a aprovação do crédito.

Quais são as vantagens de aplicar os 5 Cs do crédito?

A aplicação dos 5 Cs do crédito em uma organização pode gerar inúmeras vantagens, tornando o processo de concessão mais inteligente e embasado. Estes critérios garantem uma compreensão clara e aprofundada da capacidade de pagamento do mutuário.

Esse método ajuda a mitigar o risco de inadimplência e proteger os interesses dos credores, assegurando que os empréstimos sejam concedidos de forma responsável. A adoção dos 5 Cs do crédito promove não apenas a segurança, mas também a equidade e a eficiência, consolidando práticas de concessão transparentes e sustentáveis.

Outra vantagem é a padronização dos aspectos considerados durante a análise, permitindo que todos os mutuários sejam avaliados com base nos mesmos critérios estabelecidos, independentemente de sua origem socioeconômica. Isso é fundamental para evitar a discriminação no processo. Assista ao nosso vídeo a seguir e confira mais dicas para oferecer crédito de forma segura.


Como a tecnologia aprimora a análise dos 5 Cs?

A era digital transformou radicalmente a forma como as instituições financeiras abordam a análise de crédito. A tecnologia eleva a metodologia dos 5 Cs do crédito a um novo patamar de eficiência e precisão. Nossas soluções, por exemplo, fornecem insights profundos e automatizam processos que antes eram manuais e propensos a erros.

Aqui, na Serasa Experian, utilizamos big data para consolidar um volume imenso de informações sobre o comportamento financeiro de pessoas físicas e jurídicas. Isso significa que, ao avaliar o caráter e a capacidade, os credores têm acesso a um panorama muito mais completo, com históricos de pagamentos, padrões de consumo, interações com outras instituições e até mesmo tendências de mercado que podem impactar a estabilidade financeira.

Essa vasta base de dados permite identificar riscos e oportunidades que seriam invisíveis em análises tradicionais. A inteligência artificial (IA) e os modelos preditivos também são empregados para processar e interpretar esses dados em tempo real. Algoritmos avançados conseguem correlacionar variáveis complexas, prever a probabilidade de inadimplência e, até mesmo, sugerir o perfil de risco ideal para cada tipo de crédito.

Isso otimiza a análise dos 5 Cs do crédito de forma inédita. Por exemplo, a IA pode analisar milhões de dados para refinar a avaliação da capacidade de uma empresa, ponderando não só seu fluxo de caixa atual, mas também projeções setoriais e microeconômicas.

Conheça nossa solução PowerCurve

O PowerCurve Crédito exemplifica como essa otimização se materializa. Nossa plataforma é desenhada para oferecer mais agilidade, eficiência e inteligência à análise e gestão de crédito. Ela centraliza a coleta e análise de informações, permitindo que a análise de crédito seja feita de maneira integrada e fluida. Com o PowerCurve Crédito, sua organização pode:

  • Reduzir o tempo de análise: decisões de crédito são tomadas em minutos, não em dias;
  • Evitar a duplicidade de consultas: otimização de custos e processos;
  • Eliminar custos de consumo indevido: garante que apenas as informações necessárias sejam acessadas;
  • Padronizar os processos: assegura a consistência e a imparcialidade nas avaliações;
  • Personalizar ofertas: graças aos modelos preditivos e à segmentação avançada, é possível oferecer produtos e condições que realmente se adequam ao perfil e às necessidades de cada cliente, seja pessoa física ou jurídica. Isso não só minimiza riscos, mas também potencializa a satisfação do cliente e a rentabilidade.

Além disso, o PowerCurve Crédito oferece flexibilidade, permitindo que as empresas escolham o plano mais adequado às suas necessidades, com serviços adicionais para as modalidades intermediária e avançada.

Acesse nosso site e conheça mais sobre essa solução imperdível!

Cuidados para superar desafios na análise de crédito

A busca por crédito, seja para projetos pessoais ou expansão empresarial, é uma etapa importante na jornada financeira. No entanto, é comum enfrentar desafios. Para superar essas barreiras e otimizar suas chances de aprovação, algumas dicas e cuidados são essenciais.

Primeiramente, mantenha suas informações financeiras sempre atualizadas e transparentes. Credores valorizam a clareza. Certifique-se de que seus registros, como comprovantes de renda, extratos bancários e histórico de crédito, reflitam sua situação atual de forma precisa. Regularizar pendências e limpar seu nome, quando aplicável, é um passo fundamental para demonstrar um caráter financeiro sólido.

Em segundo lugar, evite o endividamento excessivo. Sua capacidade de pagamento é um dos pilares mais avaliados. Monitore sua relação dívida/renda e procure não comprometer uma parcela grande demais do seu orçamento com dívidas. Um bom planejamento financeiro mostra responsabilidade e aumenta a confiança do credor.

Por fim, busque orientação profissional quando necessário. Consultores financeiros ou especialistas em crédito podem ajudar a identificar pontos fracos em sua aplicação e sugerir melhorias. A preparação é a base do sucesso. Compreender as expectativas dos credores e apresentar-se como um solicitante de baixo risco é o caminho para o sucesso na concessão de crédito.

A importância dos 5 Cs do crédito na análise financeira

Os 5 Cs do crédito se consolidam como uma abordagem indispensável para quem atua no mercado financeiro, sejam credores ou solicitantes. Ao desvendar os pilares da análise de crédito, é possível construir um processo de concessão mais robusto, transparente e justo. Para as empresas, essa metodologia significa maior segurança, mitigação de riscos e a capacidade de oferecer soluções financeiras mais alinhadas ao perfil de cada cliente.

Contudo, a verdadeira transformação na análise de crédito acontece quando a expertise dos 5 Cs se encontra com o poder da tecnologia. Soluções como o PowerCurve Crédito demonstram como big data, inteligência artificial e modelos preditivos podem otimizar cada etapa da avaliação, tornando-a mais rápida, precisa e eficaz.

Investir na compreensão e aplicação desses princípios, aliados à inovação tecnológica, não é apenas uma estratégia inteligente, mas uma necessidade para prosperar no dinâmico cenário financeiro atual. Acesse nosso hub de soluções e encontre ferramentas que contribuem para o sucesso e a saúde do seu negócio.

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