Empresas | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 7,4%

Variação mensal 5,0%

Consumidor | Demanda por Crédito

Variação acumulada no ano 9,2%

Variação mensal 1,2%

Empresas | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 38,7%

Percentual no mês 38,4%

Consumidor | Recuperação de Crédito

Percentual médio no ano 57,3%

Percentual no mês 57,8%

Cartão de Crédito | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.344,48

Pontualidade do pagamento 78,6%

Empréstimo Pessoal | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 402,57

Pontualidade do pagamento 82,6%

Veículos | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 1.340,29

Pontualidade do pagamento 80,7%

Consignado | Cadastro Positivo

Ticket Médio R$ 272,05

Pontualidade do pagamento 93,4%

Tentativas de Fraudes

Acumulado no ano (em milhões) 10,89

No mês (em milhões) 1,02

Empresas | Inadimplência

Variação Anual 24,3%

No mês (em milhões) 8,7

MPEs | Inadimplência

Variação Anual 25,0%

No mês (em milhões) 8,2

Consumidor | Inadimplência

Percentual da população adulta 49,3%

No mês (em milhões) 80,6

Atividade do Comércio

Variação acumulada no ano 3,1%

Variação mensal 0,2%

Falência Requerida

Acumulado no ano 236

No mês 61

Recuperação Judicial Requerida

Acumulado no ano 638

No mês 167

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Inovação e Tecnologia

O que é um Backbone e por que isso é considerado a espinha dorsal da internet

O backbone é a espinha dorsal da internet, garantindo conexões rápidas e seguras. Entenda sua importância e como ele afeta a sua experiência!

O que é um Backbone e por que isso é considerado a espinha dorsal da internet

Se você já se perguntou como tantos dados viajam em questão de segundos ao redor do planeta, existe uma estrutura essencial por trás desse fenômeno: o backbone. Essa infraestrutura, muitas vezes invisível, garante que a internet funcione de forma rápida, segura e confiável, conectando pessoas e empresas globalmente. Continue a leitura e entenda o que é o backbone e sua importância para os negócios!

O que é backbone?

Backbone é o termo usado para nomear a infraestrutura principal que transporta grandes volumes de dados pela internet. Funciona como uma espinha dorsal, composta por cabos de alta capacidade — principalmente de fibra óptica —, roteadores e equipamentos responsáveis por conectar cidades, países e até continentes.

O backbone não é uma tecnologia isolada, mas sim um conjunto de rotas e conexões super-rápidas por onde o tráfego passa antes de chegar à rede local ou domiciliar. Diferente da conexão doméstica, que se limita à ligação do usuário à rede, o backbone garante que a comunicação entre sistemas e continentes flua de modo eficiente e seguro, servindo como a principal via para o trânsito intenso de informações.

Essa estrutura é essencial para permitir que diferentes regiões troquem dados em alta velocidade. Sem o backbone, seria impossível assistir a uma transmissão ao vivo de outro continente ou acessar arquivos armazenados globalmente. Resumidamente, o backbone conecta grandes centros urbanos e viabiliza que pequenas localidades estejam integradas à rede global.

Como funciona a infraestrutura da internet?

A internet depende de uma rede global descentralizada formada por rotas e pontos de troca de tráfego. Essas rotas conectam milhões de dispositivos por meio de hierarquias de roteadores. O tráfego, ao sair de um computador ou servidor, percorre redes locais, depois regionais, chegando aos roteadores de núcleo, chamados core routers. Estes integram o backbone e são responsáveis por transportar dados de uma região a outra, inclusive entre continentes.

A estrutura é resiliente e descentralizada para evitar falhas generalizadas, mesmo que trechos sofram interrupções por manutenções ou acidentes naturais. A descentralização impede que uma falha em um ponto específico comprometa o funcionamento total da rede, garantindo mais segurança e estabilidade para todos os usuários.

A infraestrutura da internet é composta por camadas, como roteadores locais, redes regionais e, no topo, o backbone, onde o tráfego é conduzido em larga escala. Cada etapa é essencial para garantir a entrega eficiente das informações.

O que são os provedores Tier 1, Tier 2 e Tier 3?

Na internet, existe uma hierarquia entre os provedores de conexão. Os provedores Tier 1 são donos da infraestrutura global mais robusta, conectando-se diretamente ao backbone e trocando tráfego sem custos entre si.

Provedores Tier 2 têm redes próprias, mas precisam pagar pelo trânsito ao acessar partes da internet, enquanto os Tier 3 são provedores locais que atendem usuários finais e dependem de pagamento a Tiers superiores. Essa estrutura garante acesso global a informações. Ou seja:

·        Provedores Tier 1: operam o backbone global, interligando continentes;

·        Provedores Tier 2: possuem redes regionais e fazem acordos com Tier 1;

·        Provedores Tier 3: atendem usuários finais e dependem de conexões com Tier 2 ou Tier 1.

Esse modelo de camadas permite que desde pequenas empresas até grandes multinacionais compartilhem dados com eficiência.

Qual a diferença entre backbone e última milha?

O backbone pode ser comparado a uma rodovia expressa que liga grandes cidades, enquanto a chamada "última milha" corresponde às ruas do bairro por onde os dados viajam até chegar à casa do usuário. A capacidade do backbone é altíssima, em múltiplos terabits por segundo, enquanto a última milha é limitada pela conexão local.

Por isso, a velocidade da internet contratada para uso doméstico é muito menor que a do tráfego das redes centrais. A última milha é o maior desafio para ampliar a velocidade da internet no cotidiano, pois depende de investimentos na infraestrutura local.

Qual a relação entre backbone e cabos submarinos?

A maior parte do tráfego global da internet atravessa oceanos por meio de cabos submarinos de fibra óptica. Aproximadamente 99% dos dados internacionais passam diariamente por essas estruturas, enquanto satélites representam uma parcela pequena da transmissão total.

É graças a esses cabos que videoconferências, transferências de arquivos e transmissões ao vivo entre países em diferentes continentes são possíveis, com velocidades elevadas e baixa latência.

Os cabos conectam continentes de forma direta, reduzindo o tempo necessário para dados viajarem entre regiões. Sem os cabos submarinos, a internet teria capacidade muito inferior, inviabilizando muitos dos serviços digitais de hoje.

Como são feitos e instalados os cabos submarinos?

Os cabos submarinos são produzidos a partir de fibras ópticas cobertas por camadas de isolantes, polímeros, tubos de aço e revestimentos externos que suportam a pressão do fundo do mar. Sua instalação requer navios especializados, capazes de lançar os cabos por rotas seguras, evitando fossas profundas e zonas de atividade vulcânica.

Os pontos de aterrissagem são locais estratégicos onde a estrutura é conectada ao backbone terrestre. Assim, os cabos são compostos por fibras ópticas para transmissão de dados, camadas protetoras resistentes à pressão e equipamentos de aterrissagem próximos a grandes centros.

O que acontece se um cabo submarino for cortado?

A internet global foi projetada com redundância, ou seja, múltiplos caminhos para o tráfego de dados. Se um cabo submarino rompe devido a eventos naturais ou acidentes, há um redirecionamento automático dos dados por rotas alternativas.

Embora haja aumento da latência nesses casos, o serviço raramente é interrompido totalmente. Rompimentos são monitorados por empresas especializadas, que fazem reparos rápidos nesses incidentes. Ter múltiplos cabos e rotas é essencial para a resiliência da internet global.

Como é o backbone de internet no Brasil?

O Brasil destaca-se como hub de conexão entre a América do Sul e o restante do mundo. O backbone brasileiro recebe e distribui diversos cabos submarinos vindos da América do Norte, Europa e África, principalmente em cidades litorâneas.

Sua capacidade foi fundamental para suportar o aumento do tráfego digital nos últimos anos, atendendo usuários residenciais e o crescimento de empresas digitais. O país investe para manter a qualidade e a segurança dessa infraestrutura, por meio de legislação e parcerias público-privadas.

A posição geográfica estratégica permite que o Brasil atue como ponto de interconexão para a América Latina, facilitando o acesso a conteúdos e serviços internacionais. Esse papel de hub traz vantagens para pequenas empresas brasileiras, que podem oferecer serviços digitais com eficiência e menor latência para clientes na região.

A importância de Fortaleza e Santos para a conexão

Essas cidades representam as "portas de entrada" dos cabos submarinos no Brasil. A proximidade com outras regiões do mundo e a facilidade logística tornam Fortaleza e Santos pontos fundamentais para a conectividade internacional.

·        Fortaleza: ponto de chegada de cabos da Europa e África;

·        Santos: conexão com América do Norte e outros países.

Com isso, há uma redução significativa da latência, beneficiando empresas de tecnologia, bancos, plataformas de streaming e o mercado de jogos digitais. A escolha desses locais resulta de análises técnicas e estratégicas para otimizar a infraestrutura nacional.

O papel do IX.br e dos Pontos de Troca de Tráfego

O IX.br (Internet Exchange Brasil) é o maior ponto de troca de tráfego do Hemisfério Sul e serve de ligação entre provedores, operadoras, empresas e grandes detentoras de conteúdo digital, como Google e Facebook. Nos Pontos de Troca de Tráfego (PTT), essas organizações interligam seus servidores ao backbone brasileiro, otimizando o acesso aos dados, diminuindo custos e acelerando o envio de informações aos usuários finais.

O IX.br promove a integração entre redes em âmbito nacional e internacional, criando um ambiente mais eficiente para a troca de tráfego. Essa conexão direta contribui para a redução dos custos com trânsito de dados, já que diminui a dependência de links internacionais pagos.

Ao mesmo tempo, essa estrutura melhora significativamente o acesso a conteúdos globais, oferecendo rotas mais curtas, estáveis e com menor latência para usuários e empresas. O funcionamento dos Pontos de Troca de Tráfego garante uma internet mais rápida e eficiente para todas as pessoas usuárias no Brasil.

Qual a diferença entre backbone e backhaul?

Enquanto o backbone conecta grandes centros e países, o backhaul realiza a ligação entre o backbone principal e sub-redes locais, como torres de celular e provedores regionais. O backhaul é fundamental na estrutura da internet móvel e fixa, sendo responsável por conectar grandes rotas centrais ao ponto mais próximo do consumidor final. Sem ele, os dados não chegariam com qualidade e estabilidade à última milha.

O backhaul funciona como intermediário entre as grandes rodovias de dados (backbone) e as pequenas ruas que levam a informação até o usuário. Essa etapa garante que o tráfego chegue com velocidade e segurança aos destinos finais.

O backbone é importante para o 5G e IoT?

Apesar do 5G ser conhecido como tecnologia sem fio, todo o tráfego gerado pela rede móvel de alta velocidade depende de uma infraestrutura física robusta de backbone, composta por fibras ópticas e equipamentos avançados. O avanço da Internet das Coisas (IoT), com a multiplicação de sensores inteligentes em cidades, veículos e empresas, aumenta enormemente o volume de dados.

Por isso, há necessidade de ampliar a largura de banda e estabelecer novas rotas no backbone para garantir a estabilidade e a baixa latência essenciais para o funcionamento de soluções conectadas em tempo real.

O backbone é indispensável para a expansão do 5G e a integração de dispositivos IoT, promovendo inovações em setores como saúde, transporte, agricultura e indústria. Com o 5G, pequenas empresas e empreendedores têm acesso a novas oportunidades de negócios, desde automação até atendimento remoto, graças à infraestrutura sólida do backbone.

A internet via satélite vai substituir o backbone?

A internet via satélite se popularizou recentemente, principalmente devido a projetos como Starlink. Porém, sua função é complementar em áreas afastadas, onde não há viabilidade de instalar fibra óptica.

A quantidade de dados que os satélites transmitem é limitada frente ao backbone composto por cabos terrestres e submarinos, que suportam o tráfego massivo do mundo digital. Portanto, os satélites ampliam o alcance da internet, mas não substituem as rodovias de alta capacidade do backbone.

Em regiões remotas, a internet via satélite é fundamental para garantir conectividade, promovendo inclusão digital e acesso a serviços essenciais. No cenário urbano e corporativo, o backbone segue sendo o principal responsável pela alta performance e estabilidade das conexões.

Quem é o dono da internet?

A internet não possui um dono único. Ela é formada por uma comunidade global de operadoras, provedores, empresas privadas, instituições públicas e órgãos de governança, que mantêm normas e padrões de operação em conjunto.

O backbone mundial é administrado por contratos e acordos comerciais entre grandes empresas, mas sua estrutura é colaborativa, sem controle centralizado. A colaboração internacional permite que a internet funcione de forma integrada, independente de fronteiras políticas e econômicas. Esse modelo descentralizado favorece a inovação e a liberdade de acesso.

O backbone pode ficar congestionado?

Sim, embora o backbone suporte grandes volumes de tráfego, pode haver gargalos em horários de pico, como em eventos mundiais transmitidos pela internet. Para mitigar esse risco, empresas de engenharia de tráfego monitoram, expandem e otimizam rotas, redistribuindo dados quando necessário para evitar lentidão. A gestão eficiente do backbone garante acesso estável mesmo nos momentos de maior demanda.

A velocidade da luz limita a internet?

Existe um limite natural imposto pela velocidade da luz nos cabos de fibra óptica, próxima à velocidade máxima possível mas ainda inferior à do vácuo. Quanto maior a distância física entre os pontos, maior será a latência da conexão.

Por isso, rotas otimizadas e equipamentos modernos são essenciais para manter o desempenho global. A redução da latência é um dos principais desafios para engenheiros e empresas do setor, especialmente em aplicações que exigem respostas em tempo real.

Backbone: peça-chave para o futuro digital

O backbone é o elemento central que sustenta o crescimento da internet e a transformação digital de empresas em todo o mundo. Sua estrutura robusta, composta por cabos de fibra óptica, roteadores de núcleo e pontos de troca de tráfego, viabiliza a troca rápida e segura de informações entre países, continentes e ambientes empresariais.

Para pequenas empresas e pessoas gestoras de negócios, compreender como funciona o backbone significa estar melhor preparado para investir em soluções digitais e aproveitar oportunidades de inovação. O futuro da conectividade depende do fortalecimento dessa espinha dorsal, garantindo que o tráfego de dados continue crescendo sem comprometer a qualidade dos serviços.

Acompanhar as tendências de infraestrutura, como a ampliação do backbone, a chegada do 5G e o avanço da internet via satélite, é essencial para quem deseja expandir negócios e oferecer serviços de excelência no universo digital. Gostou do conteúdo? Acesse também nosso texto sobre internet das coisas e invista em conhecimento para se destacar no mercado!

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