A segurança digital está evoluindo e se modernizando a cada dia. Empresas de todos os portes enfrentam ameaças sofisticadas que podem comprometer reputação, resultados financeiros e a confiança do mercado.
O CTI, impulsionado pela parceria entre nós, da Serasa Experian e ClearSale, eleva o padrão da segurança cibernética ao unir inteligência, monitoramento em tempo real e ação proativa para neutralizar ataques. Se interessou pelo assunto? Então, confira mais detalhes a seguir:
Neste conteúdo você vai ler (Clique no conteúdo para seguir)
- O que é CTI e por que é prioridade em cibersegurança?
- Como ataques externos afetam a reputação e os resultados financeiros?
- Por que abordagens reativas falham contra ameaças digitais?
- Qual é a diferença entre monitoramento tradicional e CTI proativa?
- Quais fontes alimentam uma estratégia de CTI?
- Como CTI reduz risco de ataques à marca?
- Qual é o objetivo do CTI na prevenção de fraudes e golpes digitais?
- O que líderes devem avaliar ao adotar soluções de CTI?
- Como o CTI ajuda na governança, compliance e confiança do mercado?
- O CTI substitui ferramentas tradicionais de segurança?
- O CTI ajuda a prevenir ataques de phishing e engenharia social?
- Conheça nossas soluções antifraude para garantir mais segurança!
O que é CTI e por que é prioridade em cibersegurança?
O CTI (Cyber Threat Intelligence) representa um avanço decisivo na defesa digital. Vai além do simples monitoramento: transforma dados em inteligência, antecipando estratégias de fraudadores e identificando vulnerabilidades antes que se tornem crises.
O aumento dos vazamentos de dados, fraudes digitais e exploração de marcas evidencia que apenas monitorar não é suficiente. Como a reputação digital e a confiança são ativos importantes, o CTI se torna indispensável. Nós, da Serasa Experian, oferecemos apoio para que empresas se antecipem aos riscos e reforcem sua postura de cibersegurança.
Se você se interessou pelo tema, dê play em nosso vídeo sobre cibersegurança e entenda como prevenir ataques fraudulentos! Confira:
Como ataques externos afetam a reputação e os resultados financeiros?
Ataques externos causam impactos que vão muito além do prejuízo financeiro. Crises públicas, danos à imagem, perda de clientes e desconfiança de parceiros são consequências frequentes. Interrupções operacionais e multas regulatórias afetam empresas de todos os tamanhos.
Golpes via PIX, fraudes em e-commerces e uso indevido da marca demonstram o quanto as perdas podem ser expressivas. Cada incidente impacta diretamente o faturamento e a longevidade dos negócios. Proteger a reputação tornou-se prioridade para garantir credibilidade e confiança no mercado.
Por que abordagens reativas falham contra ameaças digitais?
Empresas que apostam apenas em respostas após o ataque percebem rapidamente as limitações dessa estratégia. SOCs sobrecarregados, ferramentas desconectadas e posturas reativas deixam a organização vulnerável, pois, muitas vezes, o prejuízo já ocorreu quando a fraude digital é identificada.
O tempo para reagir é curto e a gravidade das crises aumenta. Perdas financeiras, vazamento de dados sensíveis e danos à marca são consequências desse modelo. Para romper esse ciclo, líderes precisam adotar métodos proativos e fortalecer a proteção digital.
Qual é a diferença entre monitoramento tradicional e CTI proativa?
O monitoramento tradicional observa eventos já conhecidos e reage apenas após os incidentes. O CTI proativa utiliza inteligência preditiva, correlacionando informações de milhares de fontes para antecipar ações criminosas e orientar decisões antes que o dano aconteça.
A diferença está na capacidade de identificar padrões atípicos, rastrear grupos criminosos e recomendar defesas com base em análises contínuas. O CTI representa ação preventiva e informada. Nós, da Serasa Experian aplicamos essa mentalidade para proteger marcas com previsibilidade e solidez.
Quais fontes alimentam uma estratégia de CTI?
Uma estratégia de CTI abrange fontes internas e externas que, juntas, aumentam a visibilidade sobre ameaças e ajudam a antecipar riscos com mais precisão. Isso inclui desde dados operacionais e registros de segurança da própria empresa até feeds de inteligência, análises de mercado e informações de comunidades especializadas. Confira:
· Superfícies públicas;
· Deep e dark web;
· Rastreio de dados vazados;
· Identificação de domínios e perfis suspeitos;
· Avaliação de campanhas de engenharia social;
· Análise de padrões de atuação de grupos criminosos.
Como CTI reduz risco de ataques à marca?
A resposta rápida faz toda a diferença. O CTI em tempo real, pilar das soluções, identifica, analisa e neutraliza ameaças antes que escalem. Com monitoramento avançado, é possível detectar sinais discretos, ativar defesas e evitar crises de reputação.
O acompanhamento constante bloqueia fraudes, tentativas de exploração do nome da empresa e fortalece a confiança dos clientes. Quando o tempo de resposta é crítico, o CTI se torna indispensável.
Qual é o objetivo do CTI na prevenção de fraudes e golpes digitais?
Fraudes digitais desafiam empresas de todos os segmentos, principalmente pelo uso indevido de identidades e informações sensíveis. O CTI identifica tentativas de phishing, engenharia social e golpes financeiros antes que atinjam o caixa e a reputação da empresa.
A integração com soluções antifraude e análise comportamental aumenta a proteção, bloqueando ações suspeitas em tempo hábil. Para nós, da Serasa Experian, o CTI é o principal escudo contra as rápidas mutações das táticas dos cibercriminosos.
O que líderes devem avaliar ao adotar soluções de CTI?
No momento de escolher e implantar CTI, líderes devem considerar: o nível de maturidade da operação e o objetivo principal da iniciativa, seja reduzir risco, priorizar respostas ou dar mais visibilidade ao ambiente. Também vale avaliar integração com sistemas já usados, qualidade das fontes de inteligência, capacidade do time e outros! Entenda:
· Amplitude do monitoramento (superfície, deep e dark web);
· Velocidade e precisão na detecção de ameaças;
· Integração com sistemas antifraude e gestão de riscos;
· Compliance regulatório, principalmente a LGPD;
· Escalabilidade do serviço.
Como o CTI ajuda na governança, compliance e confiança do mercado?
O uso contínuo do CTI reforça a governança digital e reduz riscos de penalidades regulatórias ao proteger a integridade da marca. Cumprir normas de compliance, monitorar riscos de vazamento de dados e atuar conforme exigências legais, como a LGPD, eleva o padrão de transparência e respeito no mercado.
Conosco, empresas atingem novos patamares de confiança institucional, consolidando uma reputação resiliente e alinhada às melhores práticas internacionais.
O CTI substitui ferramentas tradicionais de segurança?
Não. O CTI não substitui firewalls, SIEMs e SOCs, mas complementa essas ferramentas, agregando contexto e inteligência estratégica. Enquanto soluções tradicionais defendem o perímetro, o CTI antecipa ameaças e potencializa a proteção das companhias.
O CTI ajuda a prevenir ataques de phishing e engenharia social?
Sim. O CTI detecta campanhas de phishing em andamento, identifica domínios e perfis falsos, monitora padrões usados por grupos de engenharia social e bloqueia golpes antes que atinjam pessoas colaboradoras ou clientes das empresas.
Conheça nossas soluções antifraude para garantir mais segurança!
Enquanto você aumenta tráfego e conversões, identificar e barrar tentativas de fraude em tempo real ajuda a prevenir perda de faturamento e dores de cabeça com chargeback. Por isso, a Serasa Experian oferece soluções antifraude para e-commerce com avaliação inteligente de risco, integração prática com a sua loja virtual e níveis de decisão que combinam proteção e alta taxa de aprovação, mantendo a jornada da pessoa cliente mais fluida.
Nós, junto à ClearSale, monitoramos mais de 450 milhões de eventos de risco por ano e identifica mais de 300 mil ameaças. Ou seja, investir em CTI é elevar o padrão de proteção, conquistar confiança e garantir a reputação da sua marca no ambiente digital competitivo. Até o próximo post.