O Pix, novo meio de pagamentos, começou a operar oficialmente em todo o país nesta segunda-feira (16 de novembro). A grande novidade é que as transações eletrônicas instantâneas podem ser realizadas em qualquer momento e sem custo para pessoas físicas.

O sistema requer que empresas de serviços financeiros tenham ferramentas mais completas de segurança, assim como em outras modalidades de pagamento. Por isso, reunimos 7 recomendações de especialistas de prevenção à Fraude da Serasa Experian:

1 – A implementação do Pix exige a aplicação de jornadas para verificação de cadastros e de acessos para garantir a segurança das transações;

2 – Bancos e empresas de serviços de pagamentos necessitam de soluções tecnológicas robustas para identificar os dados cadastrais e verificar se eles pertencem mesmo àquelas pessoas que estão acessando. Também é preciso constatar o comportamento do usuário e de seus dispositivos;

3 – As empresas que adotarem o Pix precisam ter uma estrutura pensada em todas as etapas, principalmente na etapa transacional que necessita de tecnologia para avaliar o comportamento do dispositivo (device) e os riscos inerentes daquela transação, garantindo assim um processo automatizado e alinhado com a velocidade exigida pelo Banco Central. Saiba as melhores práticas para empresas que aderem ao Pix;

4 – É essencial saber como o usuário interage com a empresa e se ele tem ou não histórico de interação com ela. Isso vale na proteção como um todo, mas no Pix é muito relevante para quem manda ou recebe dinheiro por esse meio. Esse processo deve avaliar a pessoa física e a jurídica, tanto no momento do envio de dinheiro para o destinatário quanto de recebimento do valor;

5– É necessário combinar dados cadastrais e tecnologias para identificar se esta pessoa é quem diz ser e também entender se o padrão de criação de conta não é suspeito. Tudo isso é possível por meio de regras de risco que combinem os dados inseridos com os do dispositivo.

6 – As instituições que aderirem ao Pix devem adotar as boas práticas de KYC (Know Your Customer), que exigem que as instituições financeiras sigam uma regulamentação para conhecer o seu cliente e validar algumas informações pessoais. Entenda como os processos de KYC podem ser aplicados ao Pix;

7 – Para as jornadas de cadastro e de validação de acessos possuírem uma maior segurança das transações é preciso contar com soluções de fácil integração, inteligentes e que permitam conectar todas as informações para identificar um bom cliente e evitar que a fraude aconteça.

A Serasa Experian oferece soluções combinadas que atendem todo o ecossistema Pix. Saiba mais!