O roubo de identidade acontece quando alguém utiliza informações pessoais, como nome, RG, CPF sem autorização, para obter vantagens financeiras, cometer fraudes ou crimes.
Quando a vítima se da conta do fato, já é tarde: estará com dívidas e provavelmente com o seu nome “sujo”.
Autenticar é validar a existência de um indivíduo, bem como sua identidade quando apresenta sua documentação. Esse é um problema quando você conquista um Cliente e também quando ele retorna à sua empresa para fazer mais negócios. Documentos podem ser fabricados ou falsificados, e documentos reais podem ser modificados; simplesmente alterando a foto original alguém pode se passar por outra pessoa. No Brasil, essa prática representa até 60% da fraude de subscrição. Uma maneira de combater este problema de autenticação é fazer perguntas que somente o cliente “verdadeiro” possa responder e que não são encontradas na documentação que ele normalmente carrega. “Quando você comprou seu último carro?”, “Quantos dependentes você tem?” etc. E com base nas respostas, o cliente é autenticado. Esse método é muito utilizado por empresas nos Estados Unidos, especialmente no segmento financeiro, de varejo e dos call centers. Este conceito pode ser utilizado no Brasil também.
No ano passado, a Serasa Experian registrou aumento nos casos de tentativa de golpes detectados por seus sistemas antifraudes PJ. As perdas provocadas por empresas fraudadoras ultrapassaram os R$ 130 milhões, e o percentual de alertas emitidos também registrou aumento de 23%.
Na análise realizada pela equipe técnica da Serasa Experian, são avaliados todos os tipos de fraude e a combinação de sinais que as empresas golpistas apresentam em seu comportamento, como aumento súbito do volume de consultas, troca de sócios ou de endereço e/ou ramo de atividade, assim como a pressa em fechar o negócio e retirar a mercadoria.
Os segmentos mais utilizados como “fachada” pelos fraudadores para a aplicação de golpes são o comércio de confecções em geral, comércio de gêneros alimentícios, tanto atacado quanto varejo, e de material para construção. Os três juntos totalizaram cerca de 47% dos casos.
Para falar mais sobre Detecção de Fraude PF e PJ, a Serasa Experian convidou Sarah Drwal Diretora Vice Presidente de administração e Supervisão de Risco de Depósito do Banco Capital One e Fábio Wendling, gerente executivo de Analytics e Data Intelligence da Serasa Experian.