|
Poupar
com sabedoria e gastar com prudência devem ser a meta do consumidor
de hoje, aconselham os pesquisadores da área financeira.
Os consultores
afirmam que o dinheiro que ganhamos pode não dar para comprar tudo,
mas é suficiente para a maior parte das coisas que precisamos.
É uma questão de planejar e determinar quais são
os seus valores de consumo e os de sua família.
O primeiro
passo, ensinam os consultores, é contar até 10 (ou até
20 se for preciso) antes de comprar um bem e, durante esses poucos segundos,
questionar: Isso é uma prioridade para mim? Será que estou
comprando isso só para satisfazer a minha vaidade e deixar alguém
com inveja ou por que preciso?
De acordo
com os consultores financeiros, são mais comuns os gastos inúteis
com carro, eletrodomésticos e produtos eletrônicos, que seriam
melhor aproveitados se fossem investidos em uma aplicação
financeira para garantir o futuro.
Os gastos
supérfluos são aqueles que impedem as chances de se ter
uma poupança e, dependendo do caso, nos colocam em situações
constrangedoras, como a de ter um cheque devolvido por falta de fundos
ou ainda, constar no banco de dados de proteção ao crédito.
Antes de
comprar, a pessoa deve analisar a relação custobenefício
que aquele produto vai proporcionar. Vale a pena comprar um produto que
custa mais do que um modelo similar, só porque tem um detalhe novo?
Justifica-se pagar o triplo por um aparelho de som, quando existe outro
mais barato, só porque ele tem uma série de funções
que provavelmente você nunca vai usar?
Os consultores
alertam: o principal corte em despesas inúteis que uma família
pode fazer é nos gastos com juros. Segundo pesquisas, 25% da renda
vai embora em juros.
|