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A
preocupação com a Educação Financeira apareceu
no mundo no dia em que surgiu o dinheiro, pois quando apareceu, nasceu
a necessidade de se pensar sobre ele.
O filósofo
grego Aristóteles, há dois mil anos, já criticava
os gastos excessivos dos gregos, que não se preocupavam em guardar
dinheiro para enfrentar crises futuras ou garantir a tranqüilidade
na velhice.
No Brasil,
o assunto nunca foi tão discutido como nos dias de hoje. O País,
após 20 anos de inflação, vive uma fase de estabilidade
econômica, que exige do brasileiro uma Educação Financeira
que o ajude a planejar e garantir seu futuro, algo impossível em
outros tempos.
Mas, antes
de se sentir um sem Educação Financeira, veja
o conselho da educadora: Reconhecer a dificuldade pessoal em lidar
com o dinheiro já é um passo para ensinar os filhos.
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